[Online] Equale – 04 a 07.10.2021

Projeto voltado prioritariamente para alunos de escolas municipais do Rio de Janeiro, o “Quem Canta Com o Equale Seus Males Espanta” é uma oficina oferecida pelo grupo vocal Equale que pode ser apreciada por qualquer pessoa interessada em música vocal e afins, podendo ser utilizada em sala de aula por escolas e cursos de música, em ensaios de grupos musicais e corais, ou em outros momentos pedagógicos.

QUEM CANTA COM O EQUALE SEUS MALES ESPANTA – de 04 a 07.10.2021

1) O que é um coral – com o maestro Dalton Coelho – 04.10.2021
2) Cuidando da Voz – com a fonoaudióloga Ana Calvente – 05.10.2021
3) Aquecendo a Voz – com a professora de canto Muiza Adnet – 06.10.2021 | 18h
4) Resultado da oficina – ensaio com o Coro Laboratório – 07.10.2021 | estreia às 19h com bate-papo

Direção Musical e Arranjo – Andre Protasio
Coordenação do projeto e produção executiva – Letícia Dias
Edição de vídeo – Flávio Flavio Mendes
Participação especial – Coro Laboratório regido por André Amaral

Contato e redes sociais:
equalevocal@gmail.com
https://web.facebook.com/GrupoVocalEquale

Estevão Maya-Maya (1943-2021)

Estevão Maya-Maya

De acordo com o site da Marie Claire, o maestro, cantor, compositor, escritor e professor Estevão Maya-Maya morreu na manhã de 17.09.2021, aos 78 anos, em São Paulo, por complicações da covid-19:

A notícia foi compartilhada nas redes sociais por sua filha, Naila Maia. “Meu querido pai nos deixou hoje de manhã”, escreveu ela, que vive na Inglaterra. “Por motivos óbvios, não estarei presente, mas se algum de vocês que o conheceu quiser se despedir, aqui estão os detalhes do velório”, publicou.

Estevão figura entre os grandes nomes da cultura brasileira, com mais de 50 anos de atividade na música, teatro e literatura. Com talento para as artes desde pequeno, nasceu no Maranhão e aos 19 anos iniciou os estudos artíticos. Se bacharelou na Escola de Música e Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e partiu para o Rio de Janeiro em plena década de 60, se envolvendo com a militância que resistia à ditadura militar.

Nos anos 80 se destacou com o coral de homens negros Cantafro. Já conceituado na música popular e erudita, se aventurou na litatura, se tornando um autor publicado. No teatro, esteve nas primeiras montagens brasileiras de musicais como Jesus Cristo Superstar e Hair.

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http://www.omenelick2ato.com/musicalidades/maya-maya