Chester Bennington (1976-2017)

Chester Bennington

Chester Bennington

De acordo com o portal G1, Chester Bennington, vocalista da banda de rock Linkin Park, morreu aos 41 anos, segundo informou uma fonte policial em 20.07.2017 à agência Associated Press. Segundo o site TMZ, o músico cometeu suicídio em uma residência privada em Palos Verdes Estates, na Califórnia (EUA):

O cantor teria se enforcado no local. Seu corpo foi encontrado nesta quinta, pouco antes das 9h locais, de acordo com o TMZ. Chester era casado e tinha seis filhos.

Bennington lutou por anos contra drogas e álcool. Ele disse em uma entrevista no ano passado que já havia pensado em suicídio porque foi abusado quando criança, por um homem mais velho.

Ainda conforme o TMZ, o músico era muito próximo de Chris Cornell, vocalista do Soundgarden e do Audioslave, que morreu em maio – também em um suicídio por enforcamento, segundo médicos legistas.

O Linkin Park teve seu auge no início dos anos 2000, com os álbuns “Hybrid theory” e “Meteora”. Na época, o grupo emplacou seu rock alternativo, com influência de rap e metal, em paradas de sucessos, com músicas como “Faint”, “In the end”, “Crawling” e “Numb”.

Leia a matéria completa clicando aqui.

Cantando com Chris Cornell:

Barbara Weldens: Falecimento

De acordo com o portal G1, a cantora francesa Barbara Weldens morreu durante o concerto que realizava na igreja de Goudron, na França, durante o Festival Léo Ferré, em 19.07.2017:

Segundo apurações da rádio Europe1, Barbara teria morrido eletrocutada. Um inquérito para a investigação do caso foi aberto.

Ainda de acordo com informações da rádio, Barbara sofreu uma parada cardíaca e não houve tempo para a equipe médica prestar socorro quando chegou ao local.

Barbara Weldens

Barbara Weldens

Barbara Weldens tinha 35 anos e, em 2016, recebeu venceu o concurso de jovens talentos no Festival l Jacques Brel além do prêmio de revelação pela Academia Charles Cros.

No início de fevereiro, a cantora havia lançado se primeiro álbum, intitulado “Le grand H de l’homme”.

A notícia foi encontrada aqui.

Mais sobre a carreira da artista:
http://www.barbara-weldens.com

Sergio Roberto de Oliveira (1970-2017)

Sergio Roberto de Oliveira

Lutando contra um câncer no pâncreas desde fevereiro de 2016, faleceu em 19 de julho de 2017, às 02:40h, o compositor e produtor carioca Sergio Roberto de Oliveira, aos 46 anos, diretor da A CASA Discos, gravadora especializada em música erudita contemporânea, fundada em 1998, tendo lançado mais de 30 CDs. O velório será no Memorial do Carmo, a partir das 16h deste 19.07.2017, até a cremação, que será feita amanhã, às 13h, no mesmo local:

Duas vezes indicado ao Grammy Latino (2011 na categoria “Melhor Composição Clássica Contemporânea” e 2012 pelo CD “Prelúdio 21 –Quartetos de Cordas” no qual atuou como produtor e compositor), Sergio Roberto de Oliveira vinha participando decisivamente no cenário musical brasileiro e internacional e continuou produzindo e compondo até o fim da vida. Sua ópera Na Boca do Cão, com interpretação da soprano e atriz Gabriela Geluda e direção de Bruce Gomlevsky, foi sua última obra escrita e segue em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil até o dia 30 de julho de 2017:

http://culturabancodobrasil.com.br/portal/na-boca-cao/

Mesmo bastante debilitado, produziu os discos “Trio Paineiras interpreta Compositores de Hoje” – no qual participa com sua música “Paineiras” e que chega ao mercado neste mês de julho – e o CD de estreia do Harmonitango, com lançamento previsto para outubro de 2017.

Desde sua primeira indicação ao Grammy Latino, em 2011, Sergio Roberto de Oliveira se dedicou intensamente na difusão de sua obra e da música de concerto carioca. Produziu e lançou inúmeros títulos neste segmento, como os CDs do Quinteto Lorenzo Fernandez, Trio Capitu, os dois do Duo Santoro, Cristiano Alves, Ayran Nicodemo, Ricardo Tacuchian, The Biedermeiers, Duo Bretas-Kevorkian, GNU, Orquestra Sinfônica Nacional, escrevendo obras para a maioria destes.

Publicada nos EUA, Inglaterra e Alemanha, sua música já foi executada em 8 países, tendo sido convidado com frequência para palestras sobre sua obra no Brasil e no exterior. No campo da música para cinema, lançou em 2014 o curta “Ao Mar”, e compôs a trilha para os filmes “Alla Prima” e “A Dívida”, sendo indicado com o último no Festival Internacional de Cinema de Madri na categoria “Melhor Música para filme” e no International Filmmaker Festival of World Cinema de Milão na categoria “Melhor Trilha Sonora”. Seu grupo de compositores, Prelúdio 21, é um dos mais ativos do mundo e tem tido destaque no cenário da música contemporânea brasileira, atuando há 17 temporadas ininterruptas. Oliveira era ainda membro do grupo de compositores Vox Novus, baseado em Nova York, e da Academia Latina de Artes e Ciência da Gravação.

Mais sobre Sergio Roberto:
http://www.sergiodeoliveira.com/biografia.php

Jorginho do Pandeiro (1930-2017)

Jorginho do Pandeiro

Jorginho do Pandeiro

De acordo com o site Hoje em Dia, faleceu em 06.07.2017 aos 86 anos o músico carioca Jorginho do Pandeiro, que fez parte do time de músicos das rádios Nacional e Mayrink Veiga, gravou com Canhoto e Jacob do Bandolim, e foi integrante do antológico conjunto Época de Ouro, substituindo Gilberto D’Ávila:

É irmão de um dos maiores violonistas do Brasil, Dino 7 Cordas, e também de Lino do Cavaquinho. Ao longo da sua carreira, trabalhou ao lado de artistas como Jacob do Bandolim, Chico Buarque, Silvio Caldas, Clara Nunes e Elizeth Cardoso.

A causa da morte não foi divulgada. Na internet, músicos lamentaram o falecimento.

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No site Radio Batuta:

Jorge José da Silva, o Jorginho do Pandeiro, reconhecido como um dos maiores nomes do instrumento na história da música brasileira, acompanhou Benedito Lacerda, Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Dante Santoro e muitos outros. Até hoje faz parte do conjunto Época de Ouro, legenda do choro. Em várias formações de que participou, teve ao lado seu irmão Dino 7 Cordas. Como músico de estúdio, participou de centenas de gravações. Nesta entrevista a Cristiano Menezes, ele recorda sua trajetória e mostra as diferentes batidas de exímios pandeiristas, como João da Baiana, Russo do Pandeiro, Popeye e seu preferido, Risadinha. Termina, é claro, mostrando sua própria batida, cheia de balanço. Ele ainda é pai de outro grande pandeirista, Celsinho Silva, que há mais de 30 anos toca com Paulinho da Viola. Com este programa, a Batuta procura fazer jus à importância de Jorginho.

Fernando Ferraz Barbosa: Falecimento

Fernando Ferraz Barbosa

Fernando Ferraz Barbosa

De acordo com o UOL, o cantor sertanejo Fernando Ferraz Barbosa morreu na madrugada de 01.07.2017 em um acidente de carro na rodovia Alkindar Monteiro Junqueira, na altura de Itatiba, interior de São Paulo. Dois motociclistas envolvidos no ocorrido também não resistiram aos ferimentos e morreram:

Ao UOL, a Polícia Rodoviária Estadual revelou que o cantor, de 35 anos, trafegava em seu Hyundai i30 no km 27 da rodovia. Fernando invadiu a faixa contrária e bateu de frente com duas motos, uma Honda CG 125 e outra Pop 110. Ele morreu ainda no local.

O piloto e passageiro da CG também não resistiram. O outro piloto foi levado em estado grave à Santa Casa de Itatiba. Seu estado de saúde não foi informado.

Segundo a polícia, não há indícios de que Fernando estivesse sob o efeito de álcool.

O cantor fazia parte da dupla sertaneja Gusttavo Braga & Fernando, do interior paulista. Eles haviam lançado, no segundo semestre do ano passado, o single “Vou Te Pegar”.

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No portal G1:

Dois rapazes de 18 anos que estavam em uma das motos – Fernando Victor Uchoa e Wallacy Dias – não resistiram aos ferimentos e também morreram.

Os jovens foram velados no cemitério municipal e enterrados no cemitério Parque das Acácias, em Itatiba, no domingo. O piloto da outra motocicleta foi socorrido à Santa Casa de Itatiba e permanece internado no hospital. Segundo a instituição, o quadro é considerado estável.

O laudo que deve apontar as causas do acidente ainda não foi emitido.

Gusttavo Braga e Fernando

Gusttavo Braga e Fernando

Fernando formava dupla com Gusttavo há quase um ano e meio. Antes disso, os dois participavam de uma banda de country sertanejo. Os amigos ficaram distantes por 10 anos, até que em um churrasco resolveram voltar a cantar juntos. Segundo Gusttavo, o cantor gostava muito da dupla Bruno e Marrone.

“Ele já estava seguindo carreira solo há seis anos. Sempre mexemos com música, participamos do coral da igreja e nesse churrasco tivemos a ideia de formar a dupla. Fazíamos show pelo sul de Minas Gerais, pelo interior de São Paulo e também na capital. Tínhamos oito shows marcados para julho.”

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Gira, ex-Nação Zumbi: Falecimento

Gira

Gira

De acordo com a FolhaPE, a morte [em 13.06.2017] de José Givanildo Viana dos Santos, mais conhecido como Gira, que foi um dos responsáveis pela formação da percussão da Nação Zumbi, ocorreu devido a uma parada cardíaca enquanto estava internado Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico (HTCP). Segundo Carolina Khouri, da defensoria pública de Pernambuco, que atua no HCTP, Gira não deveria estar detido no local:

“Recebi a informação do falecimento dele. Como é de praxe, fui verificar quem era a pessoa e o que tinha acontecido. Descobri que fiz o pedido de desinternação dele em outubro do ano passado. O crime dele era de leve ameaça e a pena máxima é de seis meses. Não era necessário que ele continuasse lá. Ele podia receber atendimento em outro lugar”, diz a defensora.

“Fiz o pedido em outubro do ano passado e em janeiro deste ano um juiz expediu o alvará de soltura. Mas dentro dos documentos dele na unidade não havia esse alvará. Ele estava detido de forma abusiva e incorreta”, ressalta.

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Em outra reportagem do mesmo jornal:

(…) Renato Lins, um dos idealizadores do Movimento Manguebeat, contou à reportagem da Folha de Pernambuco que não estava muito próximo de Gira, mas sabia que ele estava passando por uma série de problemas psicológicos e financeiros nos últimos anos. Fato lamentável principalmente para alguém com tanto talento como Gira. “Ele fez parte da melhor seção rítmica da música brasileira das últimas décadas. Só mesmo quem tem o groove no sangue para tocar ali”, se derrete o jornalista.

O produtor Paulo André Pires também lamentou muito o falecimento do músico, com quem ele disse ter passado momentos incríveis. “Vivi com ele os melhores dias de nossas vidas. É triste. Ele morreu muito jovem, com pouco mais de 40 anos”, lamenta Paulo André, que recorda ainda o quanto Gira era um profissional dedicado. “Nos shows ele era muito esforçado; dava tudo de si”, comenta.

De origem humilde, Gira era de Peixinhos, em Olinda, e começou a tocar ainda no Lamento Negro, banda pré-Nação Zumbi. Três anos depois da morte de Chico Science, o percussionista saiu da banda, em 2000, e só mantinha contato com Gilmar Bolla 8. Assim como Gilmar, Gira brigava pelos direitos autorais com os outros ex-companheiros, e os acusava de ganharem mais do que eles pelas músicas.

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Vasco Mariz (1921-2017)

Vasco Mariz

Vasco Mariz

De acordo com o Globo Online, o musicólogo, diplomata, advogado, pesquisador e integrante da Academia Brasileira de Música (ABM) Vasco Mariz morreu na madrugada de 16.06.2017 no Hospital Samaritano, Zona Sul do Rio, de pneumonia, aos 96 anos:

Carioca, considerado uma unanimidade na vida cultural brasileira, Mariz ajudou vários artistas ao longo da carreira, é autor de uma das mais copiosas e importantes bibliografias do país e trabalhou intensamente na reorganização da ABM, nos anos 1990.

— Mariz foi uma figura fundamental na música brasileira — avalia o presidente da entidade, André Cardoso – Sua “História da Música Brasileira” é talvez a única panorâmica completa da produção brasileira, do período colonial à música contemporânea. E sua biografia de Villa-Lobos é referencial, traduzida em muitos idiomas.

Mariz ingressou na vida diplomática em 1945, depois de se formar em Direito na Universidade do Brasil (atual UFRJ), e serviu por 42 anos na carreira, chefiando divisões como a de Difusão Cultural e de Política, como embaixador no Equador em Israel, no Chipre, no Peru e na Alemanha Oriental e representante do Brasil na Organização dos Estados Americanos. Em todo lugar, tratava de promover a música e os músicos brasileiros. Em Berlim, seu último posto diplomático como embaixador, convenceu o maestro Kurt Masur a fazer em Leipzig, cidade de Bach, uma homenagem a Villa-Lobos, autor das Bachianas Brasileiras, no ano do seu centenário, 1987.

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Eliza Clivia (1979-2017)

De acordo com o portal G1, no início da tarde de 16.06.2017 a cantora paraibana Eliza Clivia, 36 anos, ex-vocalista da Banda Cavaleiros do Forró, e o marido o baterista Sérgio Ramos morreram em um acidente de trânsito no Centro de Aracaju, segundo o produtor da cantora Jailson Souza:

A cantora, que iniciou a carreira solo há quatro meses, estava em Aracaju para divulgar um show, que seria realizado na noite desta sexta-feira (16), e fazer entrevistas.

Eliza Clivia

Eliza Clivia

De acordo com Souza , ela e o marido estavam em um veículo que bateu em um ônibus nas esquinas das ruas Arauá e Maruim, quando retornavam de uma entrevista. Além do casal, outras três pessoas da equipe estavam no carro foram socorridas, com ferimentos leves, e encaminhadas a um hospital de Aracaju.

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Karl Franz Hummel: Falecimento

De acordo com o portal G1, Karl Franz Hummel, ex-guitarrista da banda Camisa de Vênus, morreu na manhã de 08.06.2017 às 05h50min. Houve uma falsa notícia de morte um dia antes, mas agora a informação foi confirmada pelo músico Eduardo Scott, que também integrou o grupo de rock:

Karl estava internado há cerca de 20 dias no Hospital das Clínicas, de Salvador. Segundo amigos e familiares, ele estava com o fígado comprometido e respirava por aparelhos.

Karl Franz Hummel

Karl Franz Hummel

O corpo do músico será enterrado no Cemitério Jardim da Saudade, em Salvador, às 16h. A informação foi confirmada pelo cemitério.

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Barros de Alencar (1932-2017)

Barros de Alencar

Barros de Alencar

De acordo com o portal G1, o cantor, compositor e comunicador de rádio e TV Barros de Alencar morreu na madrugada de 05.06.2017 aos 84 anos:

Ele estava internado em um hospital no bairro da Mooca, em São Paulo. Segundo post feito por Virgínia Barros, irmã do radialista, no Facebook, o enterro acontece às 13h30, no cemitério Primavera em Guarulhos, Grande São Paulo.

Pela manhã, o radialista Kaká Siqueira, locutor da Tropical FM 107,9 – SP, afirmou que Barros entrou em coma no domingo (04). “Ele estava com o coração bem fraquinho”, afirmou Kaká, que relembrou ainda o período em que o amigo passou por problemas nas cordas vocais e precisou passar por uma cirurgia.

Cristóvão Barros de Alencar nasceu na Paraíba e iniciou sua carreira como radialista em Campina Grande, na Rádio Borborema. Na década de 1960, passou também pelas rádios Tupi, Record e América. Em 1966, lançou seu primeiro disco. Entre seus projetos musicais, gravou em 1975 uma versão em português de “Emmanuelle”, trilha do famoso filme homônimo da época.

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Ao longo dos anos, intercalou a carreira musical com seu reconhecido trabalho nas rádios.

A nota foi encontrada aqui.

Menudos no Barros de Alencar

Menudos no Barros de Alencar

Gregg Allman (1947-2017)

Gregg Allman

Gregg Allman

De acordo com o portal G1, Gregg Allman, um dos fundadores da banda The Allman Brothers Band, morreu em 27.05.2017 aos 69 anos:

Segundo comunicado em seu site oficial, o cantor, compositor e tecladista “morreu pacificamente em sua casa em Savannah, [no estado da] Georgia”, nos Estados Unidos.

A nota não esclarece a causa da morte, porém afirma que ele enfrentava “muitos problemas de saúde nos últimos anos”. Allman foi diagnosticado com hepatite C em 1999 e passou por um transplante de fígado em 2010.

Ele fundou a banda, responsável pela canção “Ramblin’ man” e outro sucessos do gênero que ficou conhecido como “southern rock”, com seu irmão Duane em 1969. Com diversas formações, o grupo se separou muitas vezes ao longo dos anos, mas se apresentou até 2014.

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Gu, do Swing e Simpatia: Falecimento

Gu

Gu

De acordo com o portal G1, Gu, um dos integrantes do grupo de pagode Swing e Simpatia, foi morto a tiros na Rua Paulo, no bairro Vila Emil, em Mesquita, na Baixada Fluminense, por volta das 22h30 de 26.05.2017:

Gu, como era conhecido José Nicolau, estava em frente a uma choperia de sua propriedade quando um carro com um homem passou e disparou pelo menos nove tiros na direção dele, segundo informações iniciais da assessora do grupo, Elaine Ximenes.

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O crítico musical Mauro Ferreira fala sobre o grupo:

Grupo fluminense de pagode que está em evidência na mídia ao longo deste sábado por conta do assassinato do percussionista e vocalista Gu na noite de ontem, 26 de maio de 2017, Swing & Simpatia é um dos muitos descendentes do Raça Negra no mundo do samba. Grupo paulistano projetado a partir de 1990 com um samba que misturava o baticum percussivo do gênero com o toque dos teclados, o Raça Negra criou um tipo de pagode que proliferou ao longo da década de 1990. Swing & Simpatia é fruto desse gênero genérico de samba, mais distante das tradições centenárias do ritmo.

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Márcio Proença (1943-2017)

Márcio Proença

Márcio Proença

De acordo com a coluna do critico Mauro Ferreira, o compositor fluminense Marcio Proença, parceiro de nomes como Aldir Blanc e Paulo César Pinheiro, faleceu em 21.05.2017:

Márcio Proença (14 de novembro de 1943 – 21 de maio de 2017) saiu de cena na primeira hora da madrugada de hoje em Nitéroi (RJ), cidade onde nasceu há 73 anos e da qual nunca quis se afastar. Vítima de complicações decorrentes de leucemia, Proença deixa obra autoral reverenciada no meio artístico. Mesmo sem ter emplacado sucessos populares, o compositor foi gravado e respeitado por quem entende de música, casos de cantoras exigentes ao selecionar repertório, como Beth Carvalho, Leny Andrade e Nana Caymmi.

Foi na voz de Beth, a propósito, que o samba Cabrocha da mangueira, parceria de Proença com Paulo César Pinheiro, chegou ao disco em 1991, no álbum Intérprete, sendo regravado três anos depois por Leny, outra cantora bamba. A mesma Beth Carvalho lançara em 1989 a canção romântica Ziguezagueou, composta por Proença com os parceiros Cláudio Cartier e Marco Aurélio.

Outra voz-grife da música brasileira, Nana Caymmi gravou com Proença em 1984 a composição Águas partidas (Márcio Proença, Marco Aurélio e Paulo Emílio), em registro feito para Eterno diálogo, álbum do compositor que também foi cantor e deixou discos como Márcio Proença (1981), Facho de luz (2004) e Retrato cantado (2014). E por falar em Nana, ela gravaria Outra tarde e Marca da paixão, parcerias de Proença com Marco Aurélio, nos álbuns Alma serena (1996) e Desejo (2001), respectivamente.

A trajetória musical de Márcio Proença começou na década de 1960, quando, ainda estudante, conheceu Gonzaguinha (1945 – 1991) e Paulo Emílio, compositores com os quais iria formar o Movimento Artístico Universitário (MAU) no desabrochar da década de 1970. Ainda nos anos 1970, Proença entrou para o coro da banda do cantor Roberto Carlos, a convite do maestro Eduardo Lages, com quem atuara no Quarteto Forma, grupo vocal dos anos 1960.

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Elza Lakschevitz: Falecimento

Morreu, no Rio em 20.05.2017, a pianista, maestrina e professora Elza Lakschevitz Assunção:

Elza marcou seu nome no cenário musical carioca, com o Coro Infantil do Theatro Municipal, além de suas atividades no campo da música sacra. Elza sofria, há 17 anos, de mal de Alzheimer.

O funeral acontecerá em 21.05.2017:

IGREJA BATISTA ITACURUÇÁ – 13h
Praça Barão de Corumbá, 49, Tijuca – Rio

CEMITÉRIO SÃO FRANCISCO XAVIER –
15h (Cemitério do Cajú)
Rua Monsenhor Manuel Gomes, 155, S. Cristóvão – Rio

Kid Vinil (1955-2017)

A noticia do falecimento do músico Kid Vinil foi dada por seu amigo Luiz Thunderbird no Twitter:

No Globo Online:

Antonio Carlos Senefonte, 62 anos, teve uma parada cardiorrespiratória após fazer show em um clube de Conselheiro Lafaiete (MG) na noite de 15 de abril. A morte foi causada por complicações de um edema.

Paulista de Cedral, Kid Vinil teve grande sucesso nos anos 1980 à frente do grupo Magazine, emplacando hits que aproximaram o rock brasileiro do gosto e da linguagem popular. O país se divertiu com a crônica urbana de “Sou Boy”, embarcou no romantismo adolescente de “Tic Tic Nervoso”, e aprovou sua interpretação de “Comeu”, de Caetano Veloso, tema de abertura da novela “A gata comeu”, da TV Globo, em 1985.

Antes do estouro, porém, Kid já era reconhecido como agitador da cena punk e new wave de São Paulo, atuando como cantor do grupo punk/rockabilly Verminose. A popularidade do Magazine arrefeceu no fim dos anos 80, mas Kid seguiu brilhando como comunicador no rádio e na TV. Fez fãs e “discípulos” por onde passou, pelo carisma e pelo conhecimento enciclopédico de rock que generosamente distribuía a ouvintes e espectadores.

Nos anos 2000, atuou também como executivo de gravadora e como DJ. Retomou as atividades do Magazine e, a partir de 2005, levou em frente o Kid Vinil Xperience. Dono de uma coleção gigantesca de discos (cerca de 10 mil CDs e 10 mil vinis), ele permaneceu até os últimos dias antenado com a produção do rock internacional, que apresentava com entusiasmo de garoto em seu programa de rádio pela 89 FM de São Paulo.

No Wikipedia:

Kid Vinil era o nome artístico de Antônio Carlos Senefonte (Cedral, 10 de março de 1955 – 19 de maio de 2017), que ficou famoso no rock brasileiro dos anos 80. Foi um cantor, radialista, compositor, apresentador de televisão e jornalista. Foi vocalista do Verminose, Magazine, Kid Vinil e os Heróis do Brasil e Kid Vinil Xperience.

(…) Também foi um dos maiores incentivadores do início do movimento punk paulista, organizando shows e tocando músicas de bandas de punk rock e pós-punk em seu programa de rádio.

Site oficial:
http://www.kidvinil.com.br

No site Metropoles:

Kid Vinil, músico, jornalista e radialista, morreu nesta sexta (19/5), aos 62 anos, em São Paulo. O falecimento foi comunicado pelo amigo e radialista Luiz Thunderbird, via Twitter. Ele estava internado há cerca de um mês na UTI do Hospital da Luz, após passar mal em um show realizado em Minas Gerais.

Chris Cornell (1964-2017)

Chris Cornell

Chris Cornell

De acordo com o portal G1, o músico Chris Cornell, vocalista do Soundgarden e mais tarde do Audioslave, morreu na noite de 17.05.2017 aos 52 anos em Detroit, conforme informou a imprensa dos Estados Unidos e a agência Associated Press (AP):

A causa da morte do músico não foi informada. A família pediu privacidade, segundo a mídia norte-americana.

(…) “You know my name”, tema do filme de James Bond Casino Royale foi um dos grandes sucessos do cantor.

Nascido e criado em Seattle, Cornell foi um dos principais arquitetos do movimento grunge, formando o Soundgarden ao lado do guitarrista Kim Thyail e do baixista Hiro Yamamoto, em 1984.

Depois, Cornell formou o supergrupo Audioslave, com Tom Morello de Rage Against The Machine, Tim Commerford e Brad Wilk. Em 2007, se concentrou em carreira solo antes de se reagrupar com Soundgarden, em 2010.

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Almir Guineto (1946-2017)

Almir Guineto

Almir Guineto

O samba brasileiro está mais triste. De acordo com o portal G1, o cantor e compositor Almir Guineto morreu, aos 70 anos, na manhã de 05.05.2017 no Rio após complicações de problemas renais crônicos e diabetes:

Um dos fundadores do Fundo de Quintal, ele estava em tratamento no Hospital Clementino Fraga Filho, da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

A família do cantor agradeceu pelas orações e o carinho de todos os fãs e admiradores através de uma rede social. As informações sobre o velório e o sepultamento ainda não foram divulga

Nos últimos 15 meses, Almir Guineto lutava contra problemas renais crônicos, o que o impossibilitou de assumir compromissos em shows e apresentações.

Nascido e criado no Morro do Salgueiro, na Zona Norte do Rio, Almir Guineto teve contato direto com o samba desde a infância, já que havia vários músicos em sua família. Seu pai Iraci de Souza Serra era violonista e integrava o grupo Fina Flor do Samba; sua mãe Nair de Souza, conhecida como “Dona Fia”, era costureira e uma das principais figuras da Acadêmicos do Salgueiro; seu irmão Francisco de Souza Serra, conhecido como Chiquinho, foi um dos fundadores dos “Originais do Samba”.

Almir Guineto

Almir Guineto

Na década de 1970, Almir já era mestre de bateria e um dos diretores da Salgueiro e fazia parte do grupo de compositores que freqüentavam o Bloco Carnavalesco Cacique de Ramos. Nessa época, Almir inovou o samba ao introduzir o banjo adaptado com um braço de cavaquinho. O instrumento híbrido foi adotado por vários grupos de samba.

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Bruce Hampton (1947-2017)

Bruce Hampton

Bruce Hampton

De acordo com o UOL, o músico americano Bruce Hampton, um dos grandes nomes do blues de Atlanta, passou mal e desmaiou no palco durante show de comemoração dos seus 70 anos, de 01 para 02.05.2017, no Fox Theatre, na cidade onde se consagrou. Ele foi resgatado e levado ao hospital, mas acabou morrendo horas depois:

A tragédia ocorreu já na reta final do show. Bruce estava tocando Turn On Your Lovelight como parte do bis, quando subitamente caiu no palco. A banda continuou tocando, achando se tratar de um ato performático por parte do músico. Ao perceber que ele não se mexia, a apresentação foi pausada e ele foi resgatado. Seu aniversário de 70 anos foi no domingo (30).

Hampton era conhecido como o ˜vovô da jam session de Atlanta˜. O show de celebração de seu aniversário teve quatro horas de duração e contou com nomes como John Popper, Oliver Wood, o ex-guitarrista do R.E.M Peter Buck e Derek Trucks e Susan Tedeschi, da banda Tedeschi Trucks Band.

A notícia foi encontrada aqui.

Belchior (1946-2017)

Ilustração: Marcos Paulo Drummond

Ilustração: Marcos Paulo Drummond

“Você não sente nem vê
Mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo,
Que uma nova mudança em breve vai acontecer.
E o que há algum tempo era novo, jovem,
Hoje é antigo, e precisamos todos, rejuvenescer.

Nunca mais meu pai falou:
– She’s leaving home!
E meteu o pé na estrada, like a Rolling Stones.
Nunca mais você buscou sua menina
Para correr no seu carro (loucura, chiclete e som).
Nunca mais você saiu à rua em grupo ou reunido
O dedo em V, cabelo ao vento, amor e flor, que é do cartaz.
No presente a mente, o corpo é diferente,
E o passado é uma roupa que não nos serve mais.
No presente a mente, o corpo é diferente,
E o passado é uma roupa que não nos serve mais.

(REFRÃO) – 2x
Você não sente nem vê
Mas eu não posso deixar de dizer, meu amigo,
Que uma nova mudança em breve vai acontecer.
E o que há algum tempo era novo, jovem,
Hoje é antigo, e precisamos todos, rejuvenescer.

Como Poe, poeta louco americano, eu pergunto ao passarinho:
– Black Bird, o que se faz?
Raven, rever, raven, rever, raven.
Black Bird me responde:
– Tudo já ficou atrás.
Raven, rever, raven, rever, raven.
Assum Preto me responde:
– O passado nunca mais.”

Velha Roupa Colorida
(Belchior)

Belchior

Belchior

De acordo com o site do jornal O Povo, o cantor e compositor Belchior morreu na noite de 29.04.2017, em Santa Cruz do Rio Grande do Sul, aos 70 anos:

Familiares confirmaram o falecimento, entretanto, a causa ainda é desconhecida. O corpo deve ser trazido para o Ceará ainda hoje. O sepultamento deve ocorrer em Sobral.

A nota foi encontrada aqui.

O site Cultura ao Minuto diz que foi em 30.04.2017:

Em nota, o governador do Ceará, Camilo Santana, informou que decretou luto oficial de três dias no estado.

“O povo cearense enaltece sua história, agradece imensamente por tudo que fez e pelo legado que deixa para a arte do nosso Ceará. Que Deus conforte a família, amigos e fãs de Belchior”, escreveu em post no Facebook.

Leia mais clicando aqui.

A nota no Estadão diz que foi “na madrugada deste domingo, 30”, em Santa Cruz, no Rio Grande do Sul:

A família do artista já comunicou o governo do Ceará e pediu ajuda para realizar o translado do corpo para a cidade de Sobral, no Ceará, onde ele nasceu e será enterrado.

O governo do Ceará decretou luto de três dias no Estado pela morte de Belchior.

No Wikipedia:

Belchior (Sobral, 26 de outubro de 1946 – Santa Cruz do Sul, 30 de abril de 2017), foi um dos primeiros cantores de MPB do nordeste brasileiro a fazer sucesso nacional, em meados da década de 1970.

Leia mais sobre o falecimento de Belchior clicando aqui.

Jerry Adriani (1947-2017)

Jerry Adriani

Jerry Adriani

De acordo com o portal G1, o cantor Jerry Adriani, ídolo da Jovem Guarda, morreu às 15h30 de 23.04.2017, aos 70 anos, no Rio:

Ele enfrentava um câncer e estava internado no Hospital Vitória, na Barra da Tijuca, Zona Oeste.

A família confirmou a morte do artista ao G1, mas ainda não deu informações sobre horário e local do velório e do enterro. Recentemente, Jerry Adriani havia sofrido uma trombose em uma das pernas.

Ícone da Jovem Guarda, Jair Alves de Souza nasceu em 29 do janeiro de 1947, no bairro do Brás, em São Paulo.

Adotou o nome artístico de Jerry Adriani quando começou sua carreira como cantor, em 1964. O primeiro disco foi “Italianíssimo”, quando cantava músicas em italiano, algo que seguiu fazendo em toda a carreira.

Em 1965, o cantor passou a gravar em português, com músicas reunidas no disco “Um grande amor”.

Também na década de 1960, Jerry virou apresentador do programa “Excelsior a Go Go”, da TV Excelsior. O programa coapresentado por Luiz Aguiar era um musical com apresentações de artistas como Os Vips, Os Incríveis e Cidinha Santos.

Outro programa musical que ele comandou foi “A grande parada”, no ar pela TV Tupi em 1967 e 1968. Ele era um dos apresentadores ao lado de Neyde Aparecida, Zélia Hoffmann, Betty Faria e Marilia Pera.

Além da TV, Jerry se aventurou pelo cinema. Ele cantou e atuou em “Essa gatinha a minha” (com Peri Ribeiro e Anik Malvil); “Jerry, A grande parada”; e “Jerry em busca do tesouro” (com Neyde Aparecida e os Pequenos Cantores da Guanabara).

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Por Mauro Ferreira:

Jerry Adriani sai hoje de cena, aos 70 anos, já imortalizado como o bom rapaz para sempre associado à Jovem Guarda.

Por ironia, quem fez sucesso na era das jovens tardes dominicais com uma música chamada “O bom rapaz” foi Wanderley Cardoso, concorrente de Jerry no mercado pop que se abriu no Brasil ao longo dos anos 1960. A rigor, Jair Alves de Souza (29 de janeiro de 1947 – 23 de abril de 2017) surgiu para valer em 1964, um ano antes da explosão da Jovem Guarda, em 1965. Na pré-história do pop nacional, o artista, logo rebatizado Jerry Adriani, foi a voz brasileira das canções italianas que ganhavam o mundo naquela época com letras de tons sentimentais como a alma brasileira.

Nascido no italianado bairro paulistano do Brás, Jerry cumpriu muito bem o papel de galã nessa fase inicial da carreira. Mas foi gravando em bom português sucessos como “Doce, doce amor” que ele se consolidou na indústria da música. Terminada a era de rebeldia romântica da Jovem Guarda, Jerry continuou transitando pela canção popular brasileira. A canção brega, no dicionário elitista da MPB. Nessa fase, fez conexões com um roqueiro ainda em início de carreira chamado Raul Seixas (1945-1989). Jerry, aliás, pretendia gravar neste ano de 2017 um disco com canções desta face pouco valorizada da obra de Raul, a quem apoiou no início da carreira.

Jerry escrevia também uma autobiografia, com a ajuda do pesquisador musical Marcelo Fróes. No livro, certamente falaria da semelhança vocal com Renato Russo (1960-1996), o mentor e vocalista da banda brasiliense Legião Urbana, projetada em escala nacional em 1985, quando o mercado de música pop já havia se consolidado no Brasil. Em vez de provocar rivalidade,os timbres similares criaram aura de simpatia entre os artistas, o que legitimou Jerry a gravar um álbum com versões em italiano dos maiores sucessos da banda de Russo. O disco “Forza sempre” saiu em 1999, já como uma homenagem póstuma a Russo e repôs Jerry nas paradas por um tempo.

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Allan Holdsworth (1946-2017)

Allan Holdsworth

Allan Holdsworth

O guitarrista Allan Holdsworth faleceu aos 70 anos:

Louise Holdsworth, filha de Allan Holdsworth, noticiou a morte do lendário guitarrista via facebook. “É com o coração pesado que informamos a todos a morte de nosso amado pai. Pedimos privacidade e tempo para que possamos superar a perda de nosso pai, avô, amigo e gênio da música” diz a nota, onde ela explica que os familiares e amigos próximos serão informados sobre o funeral e um memorial público será disponibilizado ao público, finalizando que todos estão em choque pela sua morte repentina e não tem palavras para descrever o sentimento de perda”. Allan estava com 70 anos de idade, e além da carreira solo, gravou disco com bandas como Tempest, Soft Machine, UK, Planet X e outros. Não foi informada a causa de sua morte.

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Wagner Carneiro Leão: Falecimento

Wagner Carneiro Leão

Wagner Carneiro Leão

O portal G1 o identificou como “atleta carioca”, mas Wagner Carneiro Leão era músico, maestro e regente. Ele morreu atingido por uma palmeira que caiu durante uma corrida de obstáculos:

A fatalidade aconteceu por volta das 10h30, neste sábado (18), em Morada da Barra, em Vila Velha, no Espírito Santo.

A organização do evento informou que o corredor foi socorrido por uma ambulância que estava no local, mas não resistiu e morreu no novo Hospital São Lucas, em Vitória.

Wagner estava na segunda bateria e no quinto obstáculo da prova King’s Race quando o acidente aconteceu. “É uma palmeira da natureza, que estava sendo utilizada como apoio para uma rede, onde o corredor precisava passar por cima”, diz a organização.

Sobre a dinâmica do acidente, a organização disse que não sabe informar se a árvore caiu na hora em que Leão passava pelo obstáculo. “A gente acredita que ele não tinha nem começado a transpor a rede. Todos os obstáculos foram testados, inclusive crianças e deficientes visuais participavam da corrida”, reforçou uma representante da organização do evento.

A organização disse que Wagner estava sozinho no obstáculo no momento da queda, mas que outras pessoas já tinham passado pelo local.

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Wagner Carneiro Leão, nascido em São João de Meriti, RJ, teve contato com a música aos 12 anos na Igreja, onde iniciou seu conhecimento musical. Trabalhou como pianista de corais nas igrejas e logo passou a regente de corais. Regeu corais adultos, de crianças e adolescentes e terceira idade. Coordenou por dez anos as atividades dos corais messiânicos junto com os regentes da Instituição. Fez oficinas de corais organizadas no Rio de Janeiro pelo Maestro Eduardo Lakschevitz, Crismarie Hackenberg, Patrícia Costa, entre outros. Participou de encontro de corais pelo Brasil e regeu os corais Amantes da Música, Escola de Música Arte Musical, INSS-RJ, INSS-NIT e SESCON.

Muitas homenagens em sua página oficial no Facebook:
https://m.facebook.com/wagnerleaomusico

Na Gazeta Online:

Wagner Carneiro Leão começou a correr há cerca de seis meses e se apaixonou pela atividade, de acordo com amigos.

Emocionados com a perda, os membros do coral de música popular brasileira “Amantes da Música”, do qual ele era maestro, contaram ao Gazeta Online que Wagner participava de corridas dentro e fora do Rio e até disputou a São Silvestre, em São Paulo, no final de 2016. “Tem uns seis meses que ele começou a correr. Antes se dedicava totalmente à música. Estava acima do peso e começou a correr para entrar em forma”, afirma a amiga e terapeuta holística, Celma Villela.

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Grupo Vocal Amantes da Música

Grupo Vocal Amantes da Música

Chucky Berry (1926-2017)

Chucky Berry

Chucky Berry

De acordo com o portal G1, o lendário músico Chuck Berry morreu neste sábado [18.03.2017] aos 90 anos no Missouri, informa a polícia local do condado de St. Charles:

O músico foi encontrado morto em sua casa já sem sinais vitais.

“O departamento de polícia do condado de St. Charles infelizmente tem de confirmar a morte de Charles Edward Anderson Berry Senior, melhor conhecido como o lendário músico Chuck Berry”, afirma a polícia, em nota. De acordo com os oficiais, a família pede “privacidade durante esse momento de perda”.

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No Wikipédia:

Chuck Berry, nome artístico de Charles Edward Anderson Berry (Saint Louis, 18 de outubro de 1926 – St. Charles, 18 de março de 2017), foi um compositor, cantor e guitarrista dos Estados Unidos. É apontado por muitos como um dos pioneiros do rock and roll. Apesar de ninguém poder garantir que criou o rock and roll sozinho, já que o estilo foi produto de um contexto do pós-guerra nos EUA e da mistura de jump blues e R&B que era feita por vários músicos afro-americanos até durante a época, Chuck Berry é considerado, e corretamente, um dos pioneiros do estilo justamente por ter feito a mistura funcionar.

De uma forma geral só se pode afirmar que o rock and roll foi criado pelos seus pioneiros, o que inclui vários músicos.

Chiquinho Vírgula: Falecimento

Chiquinho Vírgula

Chiquinho Vírgula

De acordo com o Globo Online, o cantor e compositor Chiquinho Vírgula, de 61 anos, morreu em 15.03.2017 vítima de um infarto, dentro de casa, no Cachambi, na Zona Norte do Rio. Ele é coautor de “Insensato destino” (com Maurício Lins e Acyr Marques), um dos maiores sucesso de Almir Guineto e que foi gravado por muitos outros artistas:

Carioca do Rio Comprido, Francisco Magalhães de Souza, o Chiquinho Vírgula, cresceu em Piedade. Foi lá que conheceu os caminhos para o Cacique de Ramos e a quadra do Império Serrano, suas portas de entrada para o mundo do samba. Em 1983, aos 28 anos, teve a sua primeira música gravada: “Fases de amor” (Com Marquinhos PQD e Fernando Piolho), no LP “Nos Pagodes da Vida”, do grupo Fundo de Quintal.

Por 19 anos, Chiquinho trabalhou na Financiadora de Estudos e Projetos do Ministério da Ciência e Tecnologia (Finep). Foi contínuo e auxiliar administrativo. Ele estava desempregado desde julho de 2016, quando deixou o posto de assistente operacional da Associação dos Servidores da Prefeitura do Rio de Janeiro (ASPRERJ). Os últimos dias de Chiquinho foram de preocupação. Enquanto tentava se aposentar, procurava emprego.

Sujeito pacato e muito ligado à família, ele buscava sua paz dentro de casa, na fé em Deus e num sonho antigo: Chiqunho estava gravando seu primeiro álbum.

Mas por volta das 6h de hoje, o compositor, pouco depois de se levantar da cama, sentiu fortes dores no peito, sofreu um infarto e morreu. O enterro deve acontecer na tarde de amanhã, mas ainda não se sabe em qual cemitério.

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