Lizzie Bravo (1951-2021)

Lizzie Bravo

Faleceu em 04.10.2021, de um infarto fulminante, a querida Lizzie Bravo, de acordo com informações do perfil oficial da cantora Joyce Moreno e posteriormente confirmadas pela família. Autora do livro “Do Rio a Abbey Road”, lançado em 2015, Lizzie ficou amplamente conhecida por ter gravado em uma das faixas de um dos discos dos Beatles, “Across the Universe”.

Lizzie Bravo também foi esposa do saudoso cantor e compositor Zé Rodrix e era mãe da cantora Marya Bravo:

Em suas próprias palavras, em seu site oficial:

Meu nome é Elizabeth, sou carioca; virei Lizzie depois de ouvir o John cantando “Dizzy Miss Lizzy”. Sou fã dos Beatles desde 1964. Em fevereiro de 1967 fui para Londres com minha amiga Denise. A viagem foi nosso presente de 15 anos. O que meus pais não sabiam é que eu não pretendia voltar…

Vi os quatro Beatles no mesmo dia que cheguei, e passei a frequentar o lado de fora dos estúdios da EMI em Abbey Road todos os dias, vendo-os com muita frequência.

Lizzie Bravo e John Lennon

Pouco menos de um ano depois, Paul saiu de dentro dos estúdios numa noite de fevereiro de 1968, e perguntou se alguma de nós conseguia sustentar uma nota aguda. Eu disse que conseguia e levei minha amiga inglesa Gayleen comigo. Passamos umas duas horas nos estúdios com os quatro Beatles, produzidas por George Martin, e cantamos vocais para a música “Across the Universe”. Dividimos o microfone com John e Paul, alternadamente.

Nos anos 80 / Em setembro de 2021 (fotos do Instagram de Lizzie Bravo)

Anos depois, meu então marido Zé Rodrix me eternizou como “a esperança de óculos” na música “Casa no Campo”.

Site oficial:
https://www.lizziebravo.com/

No livro “Do Rio a Abbey Road”:

“Voltei pro Rio no final de outubro de 1969, fui morar com minha mãe e trabalhar como secretária no Centro. Da Swinging London para a Av. Rio Branco — baita choque cultural!

Zé Rodrix e eu nos conhecemos em março de 1970, num ensaio do show do Bituca (Milton Nascimento) com o Som Imaginário no Teatro Opinião, e casamos em dezembro do mesmo ano, com Bituca como meu padrinho.

Lizzie Bravo e Zé Rodrix

Eu estava grávida de oito meses quando cantei “Casa no Campo” no Festival Internacional da Canção no Maracanãzinho — sua música mais conhecida, que fala de mim como a “esperança de óculos” e de um “filho de cuca legal”, nossa filha Marya, que nasceu no final de outubro de 1971. (…)”

Leia também:
O dia em que eu cantei com os Beatles

Lizzie Bravo, Zé Rodrix e Marya Bravo

Perfil de Lizzie nas redes sociais, onde ela publicava diariamente fotos e notícias sobre os Beatles e suas palestras pelo Brasil:
https://web.facebook.com/bravolizzie

Charge de Tiago Albuquerque

Algumas das fotos que Lizzie tirou durante sua viagem e que estão contidas em seu livro:

Update 05.10.2021, 11h45 – No portal G1, em matéria de Mauro Ferreira:

A carioca Elizabeth Villas Boas Bravo (27 de maio de 1951 – 4 de outubro de 2021) foi muito mais do que uma garota que amou os Beatles, em especial John Lennon (1940 – 1980). Até porque ela foi a única garota brasileira que gravou com os Beatles, em proeza realizada aos 17 anos.

No dia desse feito histórico, 4 de fevereiro de 1968, Elizabeth já era Lizzie – nome que adotara em 1965 ao ouvir Lennon cantar Dizzy, Miss Lizzy (Larry Williams, 1958) no quinto álbum dos Beatles, Help! (1965) – e estava há quase um ano em Londres, onde chegara em 17 de fevereiro de 1967.

Foram tantos dias à porta do estúdio Abbey Road que, naquele mítico dia 4, domingo de frio em Londres, Lizzie estava dentro do prédio que abrigava o estúdio ao lado de outras poucas beatlemaníacas, quando Paul McCartney perguntou se alguma delas sustentava nota aguda.

Lizzie sustentava a tal nota e foi assim que, juntamente com amiga inglesa, fez um dos vocais que encorparam a gravação de Across the universe (John Lennon e Paul McCartney, 1968), música inicialmente arquivada pelos Beatles que somente ganhou o mundo dois anos após o registro original ao ser apresentada no álbum Let it be, editado em maio de 1970.

Lizzie cantou com John, com Paul e se eternizou na história da música pop pela aventura narrada em detalhes no livro Do Rio a Abbey Road (2015), esgotado em 2017 e com ampliada segunda edição programada para este ano de 2021, além de ainda inédita edição em inglês.

Leia a matéria completa clicando aqui.

De Joyce Moreno:

No portal Beatles Brasil:

Temos a dolorosa missão de divulgar uma notícia muito triste: Lizzie Bravo, a nossa querida Lizzie Bravo, a esperança de óculos, faleceu nesta segunda feira, 04 de Outubro de 2021, no Rio de Janeiro. (…) Trata-se de uma perda irreparável, não apenas para a Beatlemania Nacional, mas também para a MPB, já que Lizzie Bravo tem muita importância em tudo que você imaginar na boa música brasileira moderna, como explica o músico e jornalista Edu Henning:

“Fomos privilegiados em conviver com a Lizzie. Muitos vão lembrar dela como sendo ‘a brasileira que cantou com os Beatles’. Mas, Lizzie atou como fotógrafa de um período riquíssimo da música brasileira (registrando momentos importantes da história de grandes nomes da música feita no Brasil). Foi também uma grande backing vocal de estúdio (participando de emblemáticos discos da MPB). E excursionou pelo Brasil e pelo mundo como vocalista de sensacionais cantores brasileiros. Trabalhou com grandes artistas e participou de magníficos projetos.

Leia a matéria completa clicando aqui.

Família, amigos… incluindo Joyce, Milton Nascimento, River Phoenix…

O faleciemento de Lizzie Bravo repercutiu nas redes sociais, inclusive lá fora e nos perfis dos fãs de Lennon e Paul. Muitas manifestações lindas. Siga em paz, Lizzie!

Homenagem de Milton Nascimento:

Upadate 11.10.2021 – Sobre a missa de sétimo dia:

Sebastião Tapajós (1943-2021)

Sebastião Tapajós

O grande músico Sebastião Tapajós, de 78 anos, faleceu na noite de 02.09.2021 em um hospital particular na cidade de Santarém, no oeste paraense. Segundo informações do repórter Bena Santana, da Rádio Clube de Santarém, Sebastião estava prestes a receber alta médica após uma cirurgia, porém acabou apresentando complicações e acabou vindo a falecer. No Portal G1:

A morte de Sebastião Tapajós deixa uma grande lacuna no meio artístico, mas sua contribuição musical será lembrada por esta e as próximas gerações.

Desde que foi confirmada a morte do violonista, dezenas de manifestações de pesar estão sendo compartilhadas nas desdes sociais.

Os muitos feitos pela arte instrumental renderam várias homenagens.a Sebastião Tapajós, uma delas em novembro de 2013, com a cerimônia de outorga das insígnias de Doutor Honoris Causa ao músico santareno, concedidas pela Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa). A solenidade foi promovida pelo Conselho Universitário Pro Tempore da Universidade.

Em 2018, um grupo de amigos realizou um tributo no auditório da Casa da Cultura, em Santarém, com o tema “Santarém do Tapajós: rio abaixo rio acima”. Na ocasião, foi assinada a lei municipal que concedeu pensão vitalícia ao violonista.

Leia mais clicando aqui.

Leia mais sobre o músico no Dicionário Cravo Albin:

https://dicionariompb.com.br/sebastiao-tapajos/biografia

O corpo deverá ser velado no plenário Benedito Magalhães da Câmara de Vereadores de Santarém.

Sebastião Tapajós

Nota do Presidente da Câmara Municipal de Santarém:

NOTA DE PESAR

A Câmara Municipal de Santarém vem de público manifestar pesar pelo falecimento do violonista Sebastião Pena Marcião, o Sebastião Tapajós, ocorrido neste sábado, 02 de outubro de 2021.

Dessa forma, o legislativo santareno reconhece o talento e o valor desse artista para a cultura santarena, que, com seu trabalho, levou o nome da Pérola do Tapajós para vários continentes.

E foi em terras mocorongas que Sebastião Tapajós escolheu para viver seus últimos dias, ficando a gratidão do nosso povo.

Ao mesmo tempo, os vereadores santarenos se solidarizam com familiares e amigos desse grande artista.

Ronan Liberal Júnior
Presidente da Câmara Municipal de Santarém

Sebastião Tapajós

A Câmara Municipal de Santarém divulgou nota de pesar comunicando o falecimento:

O mestre guitarrista Sebastião Tapajós, batizado de Sebastião Pena Marcião, literalmente fez seu nome depois de adotar o nome de seu amado rio. Renomado tanto pela técnica fenomenal quanto pela erudição, Tapajós criou uma vertente do violão brasileiro que combina o clássico e o popular com o folclore regional da Amazônia. Suas numerosas composições , produto de uma carreira que dura mais de 60 anos, são regravadas incessantemente em todo o mundo (com algumas dessas versões apresentadas neste site). Seus 90 álbuns, incluindo composições próprias e interpretação de clássicos, permanecem em demanda internacional, vendidos em seus formatos originais e em compilações encontradas na Internet. A projeção global de Sebastião Tapajós chamou a atenção para a cultura brasileira, a região amazônica e particularmente para o estado do Pará, ao qual ele dedica especial deferência. Seu nome é uma homenagem ao rio e à terra de onde ele saiu para obter aclamação mundial, e o lugar para onde ele voltou e vivia até hoje: o Rio Tapajós.

No Perfil Portal Oeste do Paraná:

Sebastião Pena Marcião (Alenquer, Pará, 16 de abril de 1943 – 02 de outubro de 2021) era violonista e compositor brasileiro.

Nascido em Alenquer mudou-se para Santarém ainda pequeno. Começou ainda criança a estudar violão. Em 1964, foi estudar na Europa. Formou-se pelo Conservatório Nacional de Música de Lisboa, em Portugal. Na Espanha, estudou guitarra com Emilio Pujol e cursou o Instituto de Cultura Hispânica. Realizou recitais nesses dois países. Regressando ao Brasil, recebeu a cadeira de violão clássico do Conservatório Carlos Gomes de Belém, onde lecionou até julho de 1967.

Ao longo de sua carreira, o artista já tocou com nomes conhecidos da MPB como Hermeto Pascoal, Jane Duboc, Zimbo Trio, Waldir Azevedo, Paulo Moura, Sivuca, Maurício Einhorn e Joel do Bandolim, e internacionais como Gerry Mulligan, Astor Piazzolla, Oscar Peterson e Paquito D’Rivera.

Em 1998 compôs a trilha sonora do longa-metragem paraense Lendas Amazônicas.

(…) Em abril de 2017 foi criado o Instituto Sebastião Tapajós com o intuito de divulgar e sistematizar a produção musical de Sebastião Tapajós. O endereço do sítio web é

http://www.istapajos.org.br/

Homenagem de Nilson Chaves:

“Perdi um amigo
Perdi um irmão
Perdi um mestre
Perdi um coração

Tenho a tristeza dessa perda
Mas tenho a gratidão da sua luz
Acho que agora sua música
Encantará muito.mais jesus

Sinto uma tristeza profunda
A dor de mim e dos seus
Meu parceiro de palco agora toca
Seu violão de luz a lado de Deus

Até mais Sebastião
Até mais grande tapajós
Tua música agora é eterna
Brilhando dentro de nós”

Leandro Almeida: Falecimento

Leandro Almeida

De acordo com o Globo Online, Leandro Almeida, compositor mangueirense, morreu na madrugada de 29.09.2021 aos 48 anos:

Ele foi vítima de morreu de um câncer de pulmão que descobriu em julho.

Dioni Leandro Gomes de Almeida era um dos autores da composição escolhida para o carnaval 2022, ao lado de Moacyr Luz, Pedro Terra e Bruno Souza.

A final do samba-enredo foi nesta terça-feira (28), mas Leandro, já hospitalizado, não pôde ir.

“Desejamos muita luz para que ele siga sua caminhada e aos familiares, parceiros e amigos. Desejamos muita força e fé, com a certeza de que ele permanecerá sempre presente em seus corações”, disse a escola.

A notícia foi encontrada aqui.

Lonnie Smith (1942-2021)

Lonnie Smith

De acordo com o site Ritmo e Batidas, de Portugal, a Blue Note Records confirmou, em comunicado em 29.09.2021, o falecimento de Dr. Lonnie Smith, um dos mais celebrados mestres do Hammond B3 e um verdadeiro pilar do que ficou conhecido como “soul jazz”:

“É com pesar que a Blue Note Records anuncia a morte de Dr. Lonnie Smith, lenda do Hammond B3 e NEA Jazz Master. Smith morreu hoje na sua casa em Fort Lauderdale, Flórida. Tinha 79 anos. A sua morte foi confirmada pela sua manager, Holly Case. A causa foi fibrose pulmonar”.

“Doc era um génio musical, dono de um groove fundo e funky e um espírito jovial”, afirmou Don Was, presidente da Blue Note. Lonnie Smith começou a fazer-se ouvir em discos em meados dos anos 60, quando contava apenas 24 anos e foi chamado a gravar com gente como o saxofonista tenor Red Holloway ou o guitarrista George Benson em cujo quarteto Smith passou a ter um importante papel. A primeira gravação de Lonnie Smith para a Blue Note aconteceu na mesma altura, quando o seu órgão Hammond ajudou o saxofonista Lou Donaldson a ter um hit com “Alligator Boogaloo”. A sua própria carreira como líder começou no psicadélico ano de 1967 com o clássico Finger Lickin’ Good, álbum editado na Columbia que incluía covers de temas como ”Jeannine” de George Benson ou do hit “My Babe” que Willie Dixon escreveu para Little Walter em 1955.

Lonnie Smith

A longa ligação de Lonnie Smith à Blue Note começou depois em 1969 com o álbum Think! em que o organista liderou um ensemble que incluía músicos como o trompetista Lee Morgan ou o guitarrista Melvin Sparks. Nos álbuns seguintes – Turning Point (1969), Move Your Hand (1970) ou Drives (1970) -, Smith teve ao seu lado outros gigantes como o baterista Idris Muhhamad, os saxofonistas Bennie Maupin, Rudy Jones e Dave Hubbard tendo oferecido a sua visão de clássicos como “Eleanor Rigby” dos Beatles, “Sunshine Superman” de Donovan ou “Spinning Wheel” dos Blood, Sweat & Tears.

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Henrique Annes (1946-2021)

De acordo com o portal G1, o violonista e compositor Henrique Annes morreu em 20.09.2021 aos 75 anos:

De acordo com familiares, ele sofreu uma parada cardíaca quando estava sendo levado para uma cirurgia, no Hospital Santa Terezinha, na Iputinga, na Zona Oeste do Recife.

Henrique Annes

O violonista atuou em sinfônicas e orquestras de câmara no exterior e no Brasil. Foi professor no Conservatório Pernambucano de Música, por quase 40 anos. Também integrou a Orquestra de Cordas Dedilhadas de Pernambuco e a Orquestra Armorial.

Em 2019, Henrique Annes lançou um DVD sobre os 50 anos de carreira, contados a partir da estreia em gravações, ao lado de Canhoto da Paraíba, com quem foi para o estúdio pela primeira vez.

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Estevão Maya-Maya (1943-2021)

Estevão Maya-Maya

De acordo com o site da Marie Claire, o maestro, cantor, compositor, escritor e professor Estevão Maya-Maya morreu na manhã de 17.09.2021, aos 78 anos, em São Paulo, por complicações da covid-19:

A notícia foi compartilhada nas redes sociais por sua filha, Naila Maia. “Meu querido pai nos deixou hoje de manhã”, escreveu ela, que vive na Inglaterra. “Por motivos óbvios, não estarei presente, mas se algum de vocês que o conheceu quiser se despedir, aqui estão os detalhes do velório”, publicou.

Estevão figura entre os grandes nomes da cultura brasileira, com mais de 50 anos de atividade na música, teatro e literatura. Com talento para as artes desde pequeno, nasceu no Maranhão e aos 19 anos iniciou os estudos artíticos. Se bacharelou na Escola de Música e Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e partiu para o Rio de Janeiro em plena década de 60, se envolvendo com a militância que resistia à ditadura militar.

Nos anos 80 se destacou com o coral de homens negros Cantafro. Já conceituado na música popular e erudita, se aventurou na litatura, se tornando um autor publicado. No teatro, esteve nas primeiras montagens brasileiras de musicais como Jesus Cristo Superstar e Hair.

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Leia mais sobre Estevão clicando aqui:
http://www.omenelick2ato.com/musicalidades/maya-maya

Marcelo Reis: Falecimento

De acordo com o Globo Online, morreu em 11.09.2021 em decorrência de complicações causadas pela Covid-19, o jornalista e ativista Marcelo de Jesus Reis. Candomblecista, ele foi defensor das causas de igualdade racial e grande entusiasta do carnaval, chegando a ser Rei Momo da Rio em 2005:

Marcelo era descrito pelos amigos como uma pessoa muito alegre e extrovertida. Participava ativamente da rotina do Renascença Clube, onde era querido por todos.

Marcelo Reis

Em postagem do Renascença nas redes, Marcelo foi descrito como “amante da soul music, salgueirense e militante ardoroso”. Nos comentários da publicação, muitos amigos lamentaram a perda do jornalista.

Marcelo Reis

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No Metropoles:

Há uma semana ele estava internado no Hospital Casa Evangélico, na Tijuca.

Ex-diretor Escola de Teatro Martins Pena, Marcelo era defensor das causas de igualdade racial, religiosa e grande entusiasta do carnaval.

Post da Faetec no Facebook:

Faetec informa, com profunda tristeza, a perda do ex-diretor da Escola Técnica Estadual de Teatro, Marcelo Reis. Com mais de 20 anos dedicados à fundação, o educador era conhecido por seu livre trânsito pelas unidades de carreiras artísticas. A sua trajetória na Fundação é marcada por relevantes e brilhantes atuações à frente das escolas Luis Carlos Ripper, Paulo Falcão e Martins Pena, além de ter sido responsável pela reestruturação do Teatro Abdias Nascimento, localizado no Campus da Faetec Quintino.

Formado em Jornalismo, com importantes passagens por veículos de comunicação, Marcelo Reis possuía extenso currículo profissional. Músico, bailarino, produtor cultural e ator, a sua carreira na arte e educação sempre buscou a troca de saberes e reflexões. Empenhou-se a encaminhar diversos alunos ao mercado de trabalho, para atuar em áreas como teatro, televisão e carnaval.

Amante do samba e pesquisador da área, foi diretor de escola de samba e, em 2005, eleito Rei Momo do Carnaval fluminense. Uma voz ativa na militância em defesa do movimento negro. Já foi comentarista de rádio do Carnaval do Rio de Janeiro e Mestre de Cerimônias do Governo do Estado. Um homem apaixonado pela vida, pela cultura do país e por sua religião. Sempre à disposição para ajudar, será lembrado por sua alegria e seu sorriso constante.

Em nome de toda a comunidade acadêmica, a Faetec se solidariza com familiares e amigos, que neste momento de dor e tristeza, sofrem com a despedida.

Do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RJ:

NOTA DE PESAR PELA MORTE DO JORNALISTA MARCELO REIS

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (SJPMRJ) lamenta a morte do jornalista e fotógrafo Marcelo Reis, 54, ocorrida neste sábado, 11/09, vítima da Covid-19. Reis trabalhou em diversas redações no Rio de Janeiro, entre elas, o Jornal dos Sports.

Marcelo Reis

Amante do carnaval, era presença constante na cobertura dos desfiles das escolas de samba cariocas e chegou a ser eleito Rei Momo do Carnaval em 2005. Ativista do movimento negro, era também músico, bailarino, produtor cultural e ator. Deixou um legado construído por 20 anos de atuação na Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec). Lá, foi diretor das Escolas Martins Pena, Luis Carlos Ripper e Paulo Falcão, além de ter sido o responsável pela reestruturação do Teatro Abdias do Nascimento, no Campus da Faetec de Quintino, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

Marcelo Reis era também um dos parceiros da Cojira-Rio, a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial do Rio de Janeiro, vinculada ao SJPMRJ.

O SJPMRJ e a Cojira-Rio se solidarizam com familiares e amigos.

Da escola de samba Estácio de Sá:

O G.R.E.S. Estácio de Sá lamenta profundamente o falecimento de Marcelo Reis.

Marcelo, além de torcedor declarado de nossa agremiação, foi Rei Momo em 2005 e, também, já foi nosso assessor de imprensa.

A família estaciana se solidariza com a família e amigos.

Siga em paz, Marcelo!

Da Escola de Teatro Martins Penna:

Roberto Carlos Segundo (1968-2021)

De acordo com a Rolling Stone, O produtor musical Roberto Carlos Segundo, também conhecido como Dudu Braga, filho do icônico cantor brasileiro Roberto Carlos, morreu em 08.09.2021, aos 52 anos, informação confirmada à Rolling Stone Brasil por familiares que estavam com ele no Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo (SP):

Braga descobriu um câncer no peritônio (membrana que reveste toda a parte interna do abdome) em setembro de 2021 e esteve em coma durante os últimos dias. Na tarde desta quarta, a Revista Quem, do Grupo Globo, confirmou como o produtor musical estava internado e o quadro era estável, mas irreversível, segundo informações da assessoria de imprensa de Braga.

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A nota do hospital:

“O Hospital Israelita Albert Einstein comunica, com pesar, o falecimento do senhor Roberto Carlos Braga II (Dudu Braga), às 14h21, em decorrência de um câncer. O paciente passou por uma série de internações para tratamento quimioterápico e cirurgia”, diz o boletim assinado por Dr. Fernando Maluf, oncologista do Hospital Israelita Albert Einstein e Dr. Miguel Cendoroglo Neto, Diretor-Superintendente Médico e Serviços Hospitalares do Hospital Israelita Albert Einstein.

Dudu Braga e Roberto Carlos

Dudu Braga e Roberto Carlos

Na Globo.com:

Ele enfrentava um câncer no peritônio (membrana que envolve a parede abdominal), desde setembro do ano passado.

Esta foi a terceira vez que Dudu ebfretou a doença depois de vencer duas batalhas contra o câncer de pâncreas em 2019.

Em entrevista para Quem, ele falou sobre o tratamento. “O meu câncer voltou ano passado, apareceram três pontinhos no peritônio. Fiz o tratamento, fiquei bem e voltou [o câncer] há um mês. Comecei a ter umas recidivas de ter que voltar para o hospital. O meu aparelho digestivo estava ficando inflamado com uma certa facilidade”, explicou ele, em conversa com Quem direto do Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, onde estava sendo tratado pelo oncologista Fernando Maluf.

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Os filhos de Roberto:

– Ana Paula (falecida em 2011), filha de Nice mas não de Roberto

– Segundinho (Dudu Braga, nome artístico de Roberto Carlos Segundo, falecido em 08.09.2021) era filho da Nice com Roberto

– Luciana, hoje com 51 anos, é filha da Nice com Roberto

– Rafael Carlos Torres Braga, hoje com 56 anos e o mais velho de todos, não é filho da Nice, é filho do cantor com Maria Lucila Torres, ex-modelo que faleceu pouco depois da confirmação da paternidade do filho com o artista quando Rafael tinha 24 anos

No site da Revista Quem:

Boninho, diretor:” Dudu você foi um guerreiro, lutou contra essa doença bravamente até o final. Vai deixar saudades. Fica em paz. Meus sentimentos a família e meu querido amigo Roberto Carlos.”

Estevan Ciccone, apresentador: “Que tristeza a morte de Dudu Braga. Era um cara sensacional. Deixa muita saudade.”

Roberta Miranda, cantora: “Meu amor eu sinto tantooo !! Por você, família @robertocarlosoficial tivemos sim momentos lindos !!! Gravamos juntos a música Quando , sorrimos.. Saber disto antes de uma live está sendo difícil.. Afinal vou cantar com este sentimento que está quebrando o meu coração. Valeska Braga, te amo, e você sabe disto!! Você é testemunha do nosso amor”

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No portal G1:

Dudu era casado com Valeska Braga e tinha uma filha de cinco anos chamada Laura, nome em homenagem à mãe de Roberto Carlos, eternizada na canção Lady Laura, uma das mais conhecidas do rei.

Dudu Braga ao lado da filha Laura, da esposa Valeska Braga e do pai

Ele também é pai de Giovanna, de 22 anos, e Gianpietro, de 17 anos, filhos de uma relação anterior do produtor.

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Outra filha do Rei Roberto Carlos faleceu em 2011:
Ana Paula Rossi Braga, filha do cantor Roberto Carlos: Falecimento

Josy Oliveira: Falecimento

Josy Oliveira

De acordo com o UOL, a cantora e psicóloga Josiane Belizário de Oliveira, mais conhecida como Josy Oliveira, que participou do “Big Brother Brasil 9”, morreu na madrugada de hoje, em São Paulo, aos 43 anos:

A informação foi confirmada pela página oficial dela no Instagram.

Em contato com o UOL, Jeanne Oliveira, irmã de Josy, disse que ela sofreu um aneurisma no início do ano e passou na última terça [31.08.2021] por uma cirurgia. Porém, Josy teve uma hemorragia durante o procedimento e não resistiu. A família autorizou a doação dos órgãos e o corpo dela será cremado em São Paulo, mas ainda sem confirmação da data.

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Sarah Harding (1981-2021)

De acordo com o site TV e Famosos, a cantora Sarah Harding, ex-integrante do Girls Aloud, morreu aos 39 anos em decorrência de um câncer de mama:

A notícia foi compartilhada no perfil oficial da cantora com uma mensagem de sua mãe, Marie.

Sarah Harding

“É com profundo pesar que hoje estou compartilhando a notícia de que minha linda filha Sarah infelizmente faleceu. Muitos de vocês souberam da batalha de Sarah contra o câncer e que ela lutou muito desde o diagnóstico até o último dia. Ela partiu pacificamente esta manhã”, escreveu.

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João Carlos Botezelli (1942-2021)

De acordo com o site O Tempo, o produtor musical João Carlos Botezelli, mais conhecido como Pelão, morreu no início da tarde de01.09.2021. Responsável por levar ao estúdio pela primeira vez gigantes do samba como Cartola e Adoniran Barbosa, ele tinha 78 anos, e teve um infarto:

Nascido em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, em outubro de 1942, Pelão marcou o nome na história da cultura brasileira quando, cansado da política, resolveu que faria uma revolução através da música. Na crença dele, gravar os sambistas do morro cantando suas próprias composições –muitas já bastante conhecidas nas vozes de outros intérpretes– seria sua maior contribuição.

Com essa ideia em mente, Pelão convenceu executivos de gravadoras de que gravar discos de gente como Cartola, mesmo já idoso, seria uma boa ideia. O compositor da Mangueira só entrou em estúdio para ser gravado em 1974, quando já tinha 65 anos, levado por Pelão.

Em entrevista à Folha de S. Paulo, Celso de Campos Júnior – autor do livro “A Revolução Pela Música”, sobre Pelão – lembra que o sambista já não acreditava que lançaria um álbum. “A Dona Zica [mulher de Cartola] falava que ele não pegava mais no violão. Chamavam ele para fazer show por mixaria, isso quando pagavam. Estava esperando o fim da vida.”

Além do álbum hoje clássico de Cartola, Pelão gravou obras de Nelson Cavaquinho, Carlos Cachaça, um tributo a Donga e Nelson Sargento, entre outros. Adoniran Barbosa, outro gravado em disco pela primeira vez por Pelão, chegou a dizer que o produtor era “o Pedro Álvares Cabral” da trajetória dele.

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Na Folha:
Morre Pelão, produtor que eternizou as vozes de Cartola e Adoniran Barbosa, aos 78

No Twitter:

Lee Scratch Perry (1936-2021)

Lee Perry

Ainda não saiu nota no Brasil. Um dos mestres do reggae, em matéria do The Guardian:

Lee “Scratch” Perry, whose pioneering work with roots reggae and dub opened up profound new depths in Jamaican music, has died aged 85.

Jamaican media reported the news that he died in hospital in Lucea, northern Jamaica. No cause of death has yet been given. Andrew Holness, the country’s prime minister, sent “deep condolences” to Perry’s family.

The loping tempos of his work established the roots reggae sound that Bob Marley made world famous, while his dub production, with its haunting use of space and echo, would have a profound influence on post-punk, hip-hop, dance music and other genres. Along with his gnomic pronouncements and mystical air, he became one of Jamaica’s most unusual and esteemed artists. Keith Richards once described him as “the Salvador Dalí of music. He’s a mystery. The world is his instrument. You just have to listen.”

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Lee Perry

Charlie Watts (1941-2021)

Charlie Watts

De acordo com o G1, Charlie Watts, baterista do Rolling Stones, morreu aos 80 anos. A informação foi confirmada por Bernard Doherty, agente do músico, em comunicado para a imprensa britânica em 24.08.2021:

Charlie passou por um procedimento cirúrgico recentemente. Na ocasião, sem detalhar o motivo da cirurgia, seu representante informou que ele ficaria fora da turnê da banda.

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O comunicado oficial:

Homenagens:

No site TSF:

Charlie Watts, baterista dos Rolling Stones, morreu esta terça-feira aos 80 anos, revelou Bernard Doherty, agente do artista, em comunicado.

“É com imensa tristeza que anunciamos a morte do nosso amado Charlie Watts. Faleceu pacificamente num hospital de Londres, esta terça-feira de manhã, rodeado pela família. Charlie era um marido, pai e avô acarinhado e também, como membro dos Rolling Stones, um dos maiores bateristas da sua geração. Pedimos gentilmente que a privacidade da família, membros da banda e amigos próximos seja respeitada neste momento difícil”, pode ler-se na nota.

Eric Wagner (1959-2021)

Eric Wagner

De acordo com o site WikiMetal, foi anunciado em 23.08.2021 que Eric Wagner, vocalista e membro fundador do grupo “Trouble”, faleceu por conta da COVID-19:

Mais cedo essa semana, o The Skull, projeto no qual Wagner atuava desde 2012, anunciou que alguns shows seriam adiados por conta de membros da banda que testaram positivos para o vírus. A maioria se recuperou, mas Eric foi hospitalizado com uma pneumonia. O músico tinha apenas 62 anos.

A notícia foi dada informalmente por seu filho mais velho, Luke Wagner, e confirmada pouco depois na página oficial do The Skull no Facebook. A banda lamentou o ocorrido e disse que fará um comunicado oficial quando souberem maiores detalhes.

Leia mais clicando aqui.

Mais sobre Eric:
https://en.wikipedia.org/wiki/Eric_Wagner

Chamon (1960-2021)

Chamon

Faleceu em 22.08.2021 o cantor Elias Chamon Filho, o Chamon. No Dicionário Cravo Albin:

Nascido em 08/04/1960 em Castelo, ES, Chamon iniciou a carreira artística na década de 1980, como integrante do grupo vocal Garganta Profunda, com o qual lançou os discos “Orquestra de Vozes Garganta Profunda”, em 1986, e “Yes, nós temos Braguinha, em 1987. Neste ano, participou dos shows de lançamento do LP “Yes, nós temos Braguinha”, ao lado do próprio compositor homenageado no disco. Também em 1987, participou de alguns espetáculos dedicados a levantar a memória da MPB, como “O cordão dos puxa-sacos”, escrito e dirigido por Ricardo Cravo Albin para a série “Carnavalesca”, da antiga Sala Sidney Miller, da Funarte. Nesse show, em que era perfilada quase toda a obra do compositor Roberto Martins, também em cena, exibiu-se ao lado do próprio homenageado e da cantora Marília Barbosa.

De 1989 a 1991, atuou em musicais no Palladium (SP), ao lado de Miele, Rosemary, Dercy Gonçalves e Toni Ramos, sob a direção de Aberlardo Figueiredo.

Retornando ao Rio, em 1991, participou, ao lado de Zeca Pagodinho, Gal Costa, Paulinho da Viola, Ney Matogrosso e D. Ivone Lara, entre outros, da gravação do CD em comemoração dos 80 anos de Mário Lago.

Em 1992, estreou o show “Meus velhos amigos”, cantando músicas de Herivelto Martins, Lamartine Babo, Braguinha, Roberto Martins, Alcyr Pires Vermelho e Mário Lago, entre outros compositores da chamada Época de Ouro da Música Popular Brasileira. Nesse mesmo ano, começou a viajar pelo Brasil, ao lado de Mário Lago, com o espetáculo “Histórias da Música”, totalizando mais de 500 apresentações. Era apresentado pelo compositor como “A voz que os anjos imitam quando querem cantar”.

Em 1996, gravou o CD “Me abraça”, produzido por Roberto Santana.

Chamon

Ao longo de sua trajetória artística, participou de gravações com Nelson Sargento, Noca da Portela, Velha Guarda da Mangueira, Chico Batera e Marvio Ciribelli. Em seus shows, dividiu o palco com vários artistas, como D. Ivone Lara, Moacyr Luz, João Nogueira, Zé Renato, Frejat, Lenine, Rolando Boldrin, Angela Maria, entre outros.

Como ator, integrou o elenco dos espetáculos “A Traviata”, sambópera de Augusto Boal e Marcos Leite, “Guerra dos sexos”, “O homem, a mulher e a aposta”, de Maria Helena Kúnher, e “A Missa dos Quilombos”, musical de Milton Nascimento e Pedro Tierra, dirigido Luis Fernando Lobo.

Homenageando o amigo com quem trabalhou durante mais de 10 anos, apresentou-se, em 2005, no Teatro Municipal de Niterói para gravar ao vivo um CD exclusivamente dedicado à obra de Mário Lago. A seu lado, a Velha Guarda da Mangueira, a atriz Bete Mendes e Mário Lago Filho, como convidados especiais, e ainda Marvio Ciribelli (arranjos e piano). No repertório, clássicos como “Amélia”, “Atire a primeira pedra” e “Aurora”, entre outras, além de três canções inéditas do compositor: “Põe mais água no feijão”, “Não tem mais jeito” (c/ Mário Lago Filho) e “Canção da presença”, esta última feita em homenagem ao próprio cantor.

Mais informações sobre a carreira de Chamon em

https://dicionariompb.com.br/chamon/dados-artisticos
https://br.linkedin.com/in/chamon-filho-26868940
https://pt.wikipedia.org/wiki/Chamon
https://www.facebook.com/chamon.filho

Texto de Jorge Chamon no Facebook:

Hoje faço uma reflexão que venho tentando fazer conversando com Deus, dos tempos de hoje de modo geral, pandemia e mortes em massa, pessoas que se vão em um piscar de olhos sem as vezes termos a oportunidade de despedida, e quando temos a oportunidade de nos despedirmos, a dor causada por essa demora traz consigo um sofrimento que chega a ser uma tortura. Mas e aí? O que faremos de diferente, como cuidaremos e amaremos uns aos outros para que vida seja mais leve e amor prevaleça mesmo no absurdo interminável da dor doença, da dor da partida?

Impossível não lembrar de Lico (Elias Chamon Filho Filho) que nos deixou ontem aos 63 anos, em um câncer devastador em apenas 10 meses, sem lembrar do Rafael Chamon (Rafael Martinez Chamon) seu irmão mais novo, que nos deixou em fevereiro de 2019, há apenas 1 ano e meio, com 58 anos, também vítima de um câncer destruidor com pouco mais ou menos que 10 meses. É muito cruel e muito rápido.

E não dá pra falar que essa família gigante, alegre pra caramba que ama estar juntos não tenha Fé suficiente pra que Deus nos dê uma chance. Aceitar e Agradcer os momentos juntos amarmos muito a cada segundo a cada um e dizer o quanto nós amamos, suportar as diferenças e relevar tudo que for necessário é mais importante, eu acho pelo menos, não sou Deus e nem tenho a menor vocação pra ser, relevar e cultivar esse amor sabendo que nada disso é uma questão de merecimento, a doença não escolhe o bonzinho ou o malzinho, o que teria feito a pobre criança que nasce com essas doenças e deficiências? Deus é Infinitamente bom e Justo? Cara, eu acredito que sim, e essas dores absurdas, transformam alguns seres humanos em heróis e estes hoje, eu quero homenagear em vida e a cada dia, dizendo que eu os amo muito.

@hannahchamon_ , @pechamon, @helenachamon, @VitorChamon e @larachamon e @liviachamon Chamon, por tudo que passaram e sofreram, e pelo que estão sofrendo dizendo que jamais estarão esquecidas e sempre poderão contar conosco, sempre!

Pai @chamoneto, te amo muito mesmo cara, @elineschamon Pinha, também te amo muito sua maluca, @doloreschamon te amo muito e Xinha @fatimachamon , te amo Xinha….a vida é assim, e quanto mais forte e juntos estivermos, mais fácil será.

No Facebook, uma das muitas homenagens:

Sobre a despedida:

Entrevista de 2016:

Paulo Rafael (1955-2021)

Paulo Rafael

De acordo com o portal G1, o músico pernambucano Paulo Rafael, referência da guitarra no país, morreu, aos 66 anos, em 23.08.2021:

Paulo fazia parte da banda de Alceu Valença e do Ave Sangria. Segundo parentes, Paulo estava internado e em tratamento de um câncer no Hospital Samaritano, no Rio de Janeiro, onde faleceu.

Natural de Caruaru, no Agreste pernambucano, o músico começou a carreira nos anos de 1970 no Recife, como integrante da banda Ave Sangria. O grupo produzia rock com raízes nordestinas e, há sete anos, retomaram as atividades e lançaram um novo disco.

O guitarrista teve uma parceria de mais de 40 anos com Alceu Valença, além de várias participações em projetos e como produtor de artistas consagrados, com Zé Ramalho, Geraldo Azevedo, Elba Ramalho e Lobão. Foi ele quem escreveu o arranjo da faixa “Vaca profana”, de Caetano Veloso, gravado por Gal Costa.

O músico deixou esposa, neta e filha. O velório foi marcado para o Cemitério da Penitência, a partir das 11h, com cremação prevista para as 13h15, no Rio de Janeiro.

Por meio de uma rede social, a cantora Elba Ramalho prestou homenagem ao guitarrista. “Amigo e parceiro musical em tantos momentos icônicos da música brasileira”, escreveu. Ela declarou, ainda, que vai sentir falta da “guitarra doce e pontual selada na obra de Alceu Valença, com quem você caminhou nas últimas décadas”.

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No site Radio Jornal:

Ave Sangria é um conjunto musical brasileiro de rock psicodélico, um dos principais expoentes da cena musical psicodélica pernambucana dos anos 1970.

Inicialmente chamado de Tamarineira Village (em referência ao Greenwich Village de Nova York e ao bairro da Zona Norte do Recife), o conjunto mudou de nome por sugestão de uma cigana que os integrantes conheceram no interior da Paraíba.

As últimas performances da Ave Sangria ocorreram em 1974. No entanto, em 2019, 45 anos após o lançamento do primeiro álbum, o grupo voltou ao mercado fonográfico com Vendavais, disco que contava com três integrantes da formação original: Almir, Marco Pólo e Paulo Rafael.

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No Diário de Pernambuco:

Natural de Caruaru, no Agreste pernambucano, Paulo Rafael começou sua carreira na década de 1970 em Recife com a banda Ave Sangria. Logo se tornou um dos principais instrumentistas do rock psicodélico local, no movimento contra-cultural conhecido como Udigrudi, e do gênero no país inteiro. Na época, a banda lançou apenas um disco homônimo, de 1974, que foi censurado pela ditadura. A sua sonoridade, porém, foi ganhando novos fãs a cada geração, levando o grupo a se reencontrar em 2014 para gravar um novo lançamento, intitulado Vendavais.

Paulo Rafael

Além da banda, Paulo também participou de outros projetos aclamados da cena psicodélica, como o álbum Paêbirú (1975), de Lula Côrtes e Zé Ramalho, e produziu álbuns solo como sua estreia Caruá (1976), com Zé da Flauta e Lenine (ainda percussionista na época). Contudo, a parceria mais famosa de sua carreira foi com o músico e cantor Alceu Valença, com o qual tocou e produziu vários dos seus discos. Os dois se conheceram em Olinda, enquanto Paulo tocava com o Ave na rua, em frente à Igreja da Misericórdia. Após mais alguns encontros, Alceu convenceu os pais de Paulo a deixarem ele viajar para o Rio de Janeiro para tocarem em um festival. Desde então, a troca de influências se tornou rotina entre os dois, Paulo trazendo a força da guitarra e do rock, e Alceu colocando a tradição violeira regional.

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Don Everly (1937-2021)

De acordo com a revista Monet, O roqueiro Don Everly, conhecido por fazer parte do Everly Brothers e membro do Hall da Fama do Rock and Roll, morreu aos 84 anos de idade em sua casa em Nashville. A causa da sua morte ainda não foi confirmada:

A informação foi confirmada por um representante da família em comunicado enviado ao jornal The Los Angeles Times. “Don viveu de acordo com o que sentia em seu coração. Don expressou seu apreço pela capacidade de viver seus sonhos com sua alma gêmea e esposa, Adele, e a compartilhar a música que o fez um Everly Brother”, destacou o porta-voz.

Nascido em 1937 em Kentucky, Don começou a escrever músicas com seu irmão ainda na adolescência, lançando seu primeiro álbum em 1957. A dupla atingiu as paradas de sucesso nos anos 1960 com hits como ‘Bye Bye Love’, ‘All I Have to Do Is Dream’ e ‘Problems’, além de outros grandes sucessos da época como ‘Wake Up Little Susie’ e ‘Crying in the Rain’.

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Mário Luiz Thompson (1945-2021)

Mário Luiz Thompson

De acordo com o site FarofaFa, morreu em 21.08.2021 em São Paulo, aos 76 anos, o maior fotógrafo da música ao vivo do País, Mário Luiz Thompson. Ao longo de quase 50 anos, Thompson registrou apresentações de artistas da MPB e astros internacionais de passagem pelo País:

Também é autor de fotos para capas de discos antológicos – é dele a foto na capa do primeiro disco do cantor Belchior (de quem era grande amigo), “Mote e Glosa” (1974).

O fotógrafo era diabético e teve Covid-19. Estava internado há um tempo, em recuperação, mas teve outra infecção e passou por diálise. Há 5 dias, teve uma parada cardíaca, mas continuou resistindo com medicamentos.

Thompson nasceu em 26 de abril de 1945 na cidade de São Paulo. Iniciou sua carreira em 1967, como jornalista da revista Veja. Nessa época, já fotografava shows de MPB como diletante, por prazer. Em 1973, uma declaração de Gilberto Gil motivou uma reviravolta em sua vida profissional: “Existem muitas maneiras de fazer música. Eu prefiro todas”. Foi quando ele se deu conta de que podia tratar apenas da música por meio da imagem. Tornou-se um dos fotógrafos mais requisitados do cenário musical brasileiro. Seu trabalho rendeu inúmeras capas de discos e um acervo de mais de 100.000 fotos, que hoje está sendo preservado e divulgado pelo Projeto Bem Te Vi MPB.

Para se ter uma ideia da abrangência de sua atuação, o perfil do fotógrafo no Instagram tem uma boa amostragem.

Mário Luiz Thompson

Seu acervo de fotos, que registra emergentes e veteranos com igual dedicação, guarda um dos inventários históricos mais ricos do desenvolvimento da música.

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De Gilberto Gil no Facebook:

No Globo Online:
Morre Mario Luiz Thompson, dono do maior acervo de imagens da MPB

Paulinho Carvalho: Falecimento

De acordo com o site Uai, morreu em 16.08.2021 aos 67 anos o contrabaixista mineiro Paulinho Carvalho, com anos de trabalho ao lado de Milton Nascimento, Lô Borges, Beto Guedes e Flavio Venturini:

A informação foi confirmada por amigos do músico – entre eles, o próprio Bituca e o lendário baixista Ivan Corrêa.

A causa do óbito não foi divulgada. 

“Além de um gigante no contrabaixo, Paulinho Carvalho, esse amigo que infelizmente nos deixou no dia hoje, foi um grande companheiro de estrada. Obrigado por tudo, Paulinho!”, escreveu Milton no Twitter. 

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Paulinho Carvalho

Sérgio Stamile: Falecimento

Sérgio Stamile

Em 10.08.2021 foi encontrado o corpo do publicitário, empresário e músico Sérgio José Coutinho Stamile, de 41 anos:

O corpo dele foi encontrado, por policiais militares do 23º BPM (Leblon), no Parque Garota de Ipanema, no Arpoador, na Zona Sul do Rio, na manhã desta terça-feira, dia 10. O rapaz, conhecido como Pirata do Arpoador, frequentava o local diariamente para meditar e apresentava lesões como se tivesse sido arrastado e pode ter sido jogado ou caído de uma pedra com altura aproximada de três metros. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da capital.

“Meu grande amor me deixou hoje. Estou com o coração partido. Queria tanto tempo juntos, mas agradeço todos os momentos que tivemos. O bem que você me fez, sua generosidade, sabedoria. Encontro de almas literalmente. Te amo para sempre, meu grande amor e todo seu enorme coração que você me permitiu senti-lo totalmente ficará sempre na minha alma”, escreveu a atriz Carla Daniel, namorada do músico.

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No Globo Online:

O corpo do homem encontrado, por policiais militares do 23º BPM (Leblon), no Parque Garota de Ipanema, no Arpoador, na Zona Sul do Rio, foi identificado por peritos legistas do Instituto Médico-Legal (IML) como sendo de Sérgio José Coutinho Stamile, de 41 anos. O publicitário, empresário e músico, conhecido como Pirata do Arpoador, frequentava o local diariamente para meditar. Ele apresentava lesões como se tivesse sido arrastado e pode ter caído ou sido jogado de uma pedra com altura aproximada de três metros. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da capital.

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MC Raposão: Falecimento

De acordo com o site do jornal Extra, morreu em 05.08.2021, aos 45 anos, Alexssandro da Fonseca, o MC Raposão:

Raposão era um dos autores do rap “Estrada da Posse” (“É que eu moro na Estrada da Posse. Digo para mundo que eu amo você…”), famoso hit dos anos 1990.

MC Raposão

Raposão estava internado num hospital em Vitória, no Espírito Santo, desde 18 de julho. Ele foi à cidade visitar a mãe e acabou passando mal e sendo levado para a unidade médica, onde fez uma bateria de exames.

Lá, o funkeiro descobriu um câncer no pâncreas em fase avançada. Amigos chegaram a organizar uma vaquinha para ajudar o cantor a retornar ao Rio e custear o tratamento, mas ele acabou não resistindo às complicações da doença.

O funkeiro estourou na década de 90 ao lado de André Luiz da Costa, o MC Coiote. Além de MC, Raposão também trabalhava como pintor. Ele deixa a mulher, cinco filhos e netos.

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José Ramos Tinhorão (1928-2021)

José Ramos Tinhorão

De acordo com o portal G1, o jornalista e crítico musical José Ramos Tinhorão, autor do livro “A Música Popular do Romance”, morreu aos 93 anos em 03.08.2021:

A informação foi confirmada pela Editora 34, que publicou os últimos livros do pesquisador. A causa da morte não foi divulgada.

Ele foi um dos maiores pesquisadores da música brasileira. Repórter e crítico de música sagaz, suas reportagens ajudam a entender e conceituar o que foi produzido nas últimas décadas.

Exigente e polêmico, Tinhorão teve atritos com a turma da Bossa Nova e da MPB por defender que aquele tipo de música não era realmente brasileiro, segundo ele.

“A Bossa Nova tem ritmo de goteira e é puro jazz pasteurizado”, afirmou o pesquisador em um debate que o G1 participou na Flip de 2015.

Ele também se referiu a Tom Jobim como “um coitado” e disse que a música popular brasileira sempre fracassou no exterior.

Natural de Santos (SP), Tinhorão foi morar no Rio ainda criança e se formou em Direito e Jornalismo. Ele começou a atuar em veículos de comunicação no começo dos anos 50.

Tinhorão era um apelido entre os colegas de redação no Diário Carioca e passou a ser usado quando o chefe de redação, Pompeu de Souza, acrescentou na assinatura da sua primeira matéria publicada.

A partir do convite para escrever uma série sobre samba no Caderno B, suplemento do Jornal do Brasil, Tinhorão começa a pesquisar sobre a música popular em 1960.

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Tinhorão em 1966

Na Wikipedia:

Foi redator e colaborador dos Cadernos de Estudos Brasileiros e do Caderno B do Jornal do Brasil. Escrevendo neste periódico, entre os anos de 1975 a 1980, se envolveu em polêmicas com artistas da música popular brasileira, como Paulinho da Viola.

Durante sua vida reuniu cerca de seis mil discos de 78 rpm, que foram gravados e lançados comercialmente entre os anos de 1902 e 1964, e quatro mil LPs (long-plays ou discos de 33 rpm), com datas de lançamento entre 1960 e meados da década de 1990.

O acervo de Tinhorão foi comprado pelo Instituto Moreira Salles, que o digitalizou e o disponibiliza abertamente na internet.

Leia mais em
https://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Ramos_Tinhor%C3%A3o

Ruy Quaresma (1952-2021)

Ruy Quaresma

De acordo com o Globo Online, faleceu o músico carioca Ruy Quaresma em 06.07.2021, aos 69 anos, de câncer, em um hospital na Zona Oeste do Rio. O pianista Gilson Peranzetta e sua mulher, Eliana, deram a notícia aos amigos de Ruy, por rede social. Ruy era produtor e arranjador de artistas como Martinho da Vila e Beth Carvalho, além de compositor (em parcerias com Martinho, Jorge Aragão, Nei Lopes e Paulo César Pinheiro).

No Dicionário Cravo Albin:

Violonista, compositor, arranjador, maestro, regente e produtor musical. Multi-instrumentista. Começou na música aos 12 anos incentivado por seu pai e avô, músicos amadores, e ainda, por sua prima Lindaura Rosa (viúva de Noel Rosa), a qual acompanhava em festas familiares. Aprendeu as primeiras harmonias com o irmão Carlos Alberto. Estudou violão clássico com o Prof. Raimundo Menezes; teoria musical com a Profª. Maria Aparecida; harmonia e contraponto com o Prof. Sebastião Barros (K-Ximbinho); orquestração e regência com os maestros Radamés Gnatalli, Lírio Panicalli e Paulo Moura. Estreou como arranjador na Orquestra da TV GLOBO e na Orquestra da Rádio MEC em 1969. No ano de 2002 fundou a gravadora Fina Flor, também produtora e editora, produzindo e escrevendo arranjos para diversos CDs por ela lançados. Em 2010, fundou com amigos, o bar Lapinha, na Lapa, centro boêmio do Rio de Janeiro, onde se apresentaram vários artistas da MPB. No ano de 2013 ministrou curso de orquestração no Centro Cultural CulturArte, de Glamsbjerg, na Dinamarca.

Leia mais clicando aqui:
https://dicionariompb.com.br/ruy-quaresma

Kleber Oliveira (Klebinho): Falecimento

De acordo com o portal G1, o cantor sertanejo Kleber Oliveira, da dupla Kleber e Kaue, morreu em 05.07.2021 no Hospital Estadual de Américo Brasiliense (HEAB), onde estava internado com Covid-19:

Ele estava intubado desde maio.

Kleber, também conhecido como Klebinho, tinha 37 anos e era de Araraquara (SP). Desde 2011 fazia dupla com o cantor Kaue Tamburus, de Ribeirão Preto.

Kleber Oliveira

Ele deixa esposa e filha.

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Johnny Solinger (1965-2021)

Johnny Solinger

De acordo com o site da Rolling Stone, Johnny Solinger, ex-vocalista do Skid Row, morreu em 26.06.2021 aos 55 anos:

O cantor faleceu um mês após revelar diagnóstico de insuficiência hepática.

A notícia do falecimento de Johnny Solinger foi divulgada através das redes sociais do Skid Row. O cantor ocupou a posição de vocalista do grupo de hard rock entre 1999 e 2015, substituindo Sebastian Bach.

“Ficamos tristes ao ouvir a notícia sobre o nosso irmão Johnny Solinger. Os nossos pensamentos estão com à família, amigos e fãs dele hoje. Vá com Deus, Singo. Diga olá a Scrappy por nós”, escreveu o perfil da banda no Instagram.

Scrappy, a quem o grupo se referiu na mensagem é o avô de Johnny Solinger, homenageado no álbum solo do cantor, Scrappy Smith (2014).

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Djalma Dias (1938-2021)

Djalma Dias

No portal G1, o jornalista Mauro Ferreira fala sobre Djalma Dias, cantor e compositor que faleceu em 26.06.2021 aos 83 anos:

“Eu às vezes penso em fugir / E quero até desistir / Deixando tudo pra trás / É que eu me encontro perdido / Nas coisas que eu criei / E eu não sei”.

Esses versos de Capitão de indústria, música composta por Marcos Valle e Paulo Sérgio Valle para a trilha sonora da novela Selva de pedra (1972 / 1973), reverberaram em todo o Brasil na voz de Djalma Dias em gravação marcante feita para a trama que mobilizou o país há quase 50 anos, com arranjo do maestro Waltel Branco (1929 – 2018) e o piano do próprio Marcos Valle.

Na certidão de nascimento, Djalma Dias era o paulistano Moacir Batista Lucas (3 de março de 1938 – 24 de junho de 2021), grande cantor que saiu de cena na manhã de hoje, aos 83 anos, na cidade de São Paulo (SP). A morte do artista foi comunicada pela família em rede social sem ter a causa revelada.

Djalma Dias iniciou a carreira na década de 1960, mas viveu o apogeu artístico na primeira metade dos anos 1970. Apadrinhado por João Araújo (1935 – 2013), executivo da indústria fonográfica que comandava na época a gravadora Som Livre, Djalma Dias lançou por essa companhia os dois únicos álbuns da carreira, Destaque (1973) e Não faça drama… Caia no samba! (1974).

No álbum Destaque, Djalma Dias teve a primazia de lançar o então desconhecido Djavan como compositor, gravando a música Desgruda no LP editado em 1973. No álbum de 1974, o cantor gravou, em ritmo de samba-rock, composição da então debutante Leci Brandão, Nada sei de preconceito.

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