XXXTentacion (1998-2018)

XXXTentacion

XXXTentacion

De acordo com o portal R7, o rapper XXXTentacion não resistiu aos tiros que levou na tarde de 18.06.2018 em Miami, nos Estados Unidos:

A informação foi divulgada pelo site de notícias de celebridades TMZ e atribuída ao delegado que acompanha o caso.

Ele estava em uma loja de Miami, nos Estados Unidos, comprando uma moto quando foi abordado por dois homens, sendo que um dos suspeitos atirou contra ele. Eles estariam usando capuz e o atirador usava uma máscara vermelha. Testemunhas relatam que foram vários disparos. Na sequência, eles fugiram em um Dodge Journey preto com rodas escuras.

O músico foi levado para o hospital, mas não resistiu ao ataque.

Leia mais clicando aqui. XXXTentacion é o nome artístico de Jahseh Dwayne Onfroy.

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Gleides Xavier: Falecimento

Gleides Xavier

Gleides Xavier

De acordo com o site do UOL Entretenimento, radialista Gleides Xavier, que era conhecida por apresentar o programa “Roda de Samba” na 105 FM (105,1) morreu em São Paulo, aos 50 anos. A Rádio confirmou em nota a informação, no começo da manhã de 17.05.2018:

“É com imenso pesar que nós, da 105 FM, comunicamos a perda da nossa querida Gleides Xavier. Ela estava internada a aproximadamente 30 dias tratando de uma grave infecção causada por uma pneumonia”, diz o comunicado.

“Infelizmente ela não resistiu e faleceu nesta madrugada”, completa a nota. A jornalista e comunicadora era uma das principais apresentadoras da 105FM e se destacou pelo enfoque e seus conhecimentos em samba, comandando o “Roda de Samba” e o “Conexão 105FM”.

Leia mais clicando aqui.

De acordo com a rádio, o velório acontece a partir das 9h desta quinta, no Memorial Parque Paulista. O processo de cremação está marcado para as 15h.

Gleides trabalhou nas rádios 105 FM, Bandeirantes, América e Iguatemi. Na TV, foi repórter nos programas “Domingo da Gente” e “Note e Anote”, da Record, e foi jurada do quadro “Concurso Nacional de Pagode”, no “Show da Gente”, apresentado pelo SBT.

Gleides Xavier

Gleides Xavier

Zé Guilherme Amaral: Falecimento

Faleceu em 10.05.2018 o músico paraibano Zé Guilherme Amaral. Após sofrer um infarto, ele foi atendido no Hospital da cidade de Alhandra, no Litoral Sul paraibano, mas não resistiu.

Zé Guilherme foi integrante da banda Cabruêra e componente de uma banda de forró de um acampamento do MST. No Facebook:

O artista paraibano José Guilherme Amaral faleceu hoje na cidade de Alhandra vítima de um infarto. Zé Guilherme, como era conhecido, foi um artista completo, ator, músico, cantor e compositor. Integrou importantes projetos culturais ao longo de sua vida, entre eles foi integrante da Banda Cabruêra, na sua formação inicial, da Orquestra Sinfônica da Paraíba e do grupo Sertão Teatro. Recentemente tinha se integrado ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, e estava acampado junto com mais de 450 famílias na luta pela reforma agrária na cidade de Alhandra. No acampamento Dom José Maria Pires vinha desenvolvendo trabalho com música junto a jovens do acampamento.

A arte, a luta e o povo seguem levando suas sementes para o futuro de terra dividida e tempos de alegrias que virão.

Zé Guilherme no filme Rebento

Zé Guilherme no filme Rebento

Maurane (1960-2018)

Maurane

Maurane

De acordo com o portal G1, a cantora belga Maurane faleceu em 07.05.2018 em Bruxelas aos 57 anos:

A morte de Maurane é uma perda lamentada por diversas personalidades na Bélgica e na França.

A artista, cujo nome real era Claudine Luypaerts, acabara de retornar aos palcos após uma pausa de dois anos e preparava um álbum consagrado à obra do compatriota Jacques Brel.

“Uma artista comprometida nos deixou esta noite, Maurane, uma cantora fora do comum, uma voz inspiradora, uma personalidade atrativa”, escreveu no Twitter o primeiro-ministro belga, Charles Michel.

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Paulo Russo (1950-2018)

Paulo Russo

Paulo Russo

De acordo com Globo Online, faleceu em 20.04.2018 o contrabaixista Paulo Russo:

Ao longo de mais de 50 anos de carreira, Paulo tocou e gravou com grandes artistas da música popular brasileira e internacional, entre os quais Edu Lobo, Hermeto Pascoal, Luiz Eça, Victor Assis Brasil, Hélio Delmiro, Paulo Moura, Nana Caymmi, Toquinho e Ivan Lins, além de Pat Metheny, Tony Williams, Liza Minnelli, Lucho Gatica e muitos outros.

Russo, que iria fazer 68 anos na próxima sexta-feira, passou mal em sua casa, em Saquarema, na Região dos Lagos do Rio de Janeiro, onde vivia com a mulher, a violoncelista Aleska Russo – filha do produtor musical e pesquisador Almir Chediak -, com quem se apresentava no Bass&Cello Duo. A causa da morte ainda não foi divulgada.

Instrumentista, compositor e arranjador, Paulo Sérgio Russo de Souza ganhou um violão de presente do pai aos 11 anos, e aprendeu a tocá-lo sozinho. Mais tarde tornou-se professor, tendo lecionado em diferentes conservatórios e universidades como as federais do Rio de Janeiro, Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Minas Gerais, Amazonas, Pará e de Pernambuco.

Iniciou a carreira artística com apenas 16 anos de idade, como integrante da orquestra do saxofonista e maestro Zito Rigui, com a qual gravou seu primeiro LP, em 1969.

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Avicii (1989-2018)

Avicii

Avicii

De acordo com o UOL, o DJ e produtor musical sueco Tim Bergling, mais conhecido como Avicii, morreu na tarde de 20.04.2018, aos 28 anos. Ele foi encontrado morto em Omã, país da península Arábica:

A informação foi confirmada pelo representante do artista: “É com profundo pesar que anunciamos a perda de Tim Bergling, também conhecido como Avicii. Ele foi encontrado morto em Muscat, Omã, na tarde desta sexta-feira, 20 de abril. A família está arrasada e pedimos a todos para respeitar a privacidade deles nesta hora difícil. Nenhuma declaração adicional será dada”.

Leia mais clicando aqui. O DJ começou a carreira em 2006, mas lançou o primeiro álbum em 2011, reunindo seus principais singles. Com “True”, seu segundo álbum, alcançou o topo das paradas e se tornou colaborador assíduo de produções diversas, de Madonna a Coldplay.

Julia Porto (1978-2018)

A atriz, comediante, cantora e dubladora Julia Porto (Júlia Marques Porto Calil de Almeida) faleceu em 20.04.2018 às 00:40h, em decorrência de um câncer. Ela tinha 39 anos.

Júlia Porto

Júlia Porto

O velório será sábado, dia 21 de abril, a partir das 8h, na Capela 4 do Memorial do Carmo, no Caju. O corpo será cremado às 14 horas.

Entre inúmeros trabalhos, Julia participou de “A Noviça Rebelde”, em 2008, e de “Um Violinista no Telhado”, entre outros.

Relembrando Julia:

Mestre Afonso, do Maracatu Leão Coroado: Falecimento

Mestre Afonso

Mestre Afonso

De acordo com o portal G1, o mestre do mais antigo maracatu do Brasil morreu na noite de 15.04.2018, em Olinda, no Grande Recife:

Afonso Gomes de Aguiar Filho, o Mestre Afonso, tinha 70 anos, e passou mal em uma festa no Terreiro de São João, comandado por ele, na mesma cidade. Desde 1996, Afonso era a figura principal do Maracatu Leão Coroado, fundado em 1863. 

De acordo com Luciano Borges, diretor do Museu do Mamulengo em Olinda, responsável por pesquisas sobre Mestre Afonso, o velório está sendo realizado desde o início da manhã desta segunda-feira (16), no Terreiro de São João, em Águas Compridas. O enterro ocorreu na tarde desta segunda, no cemitério do mesmo bairro.

Leia mais clicando aqui.

Os rituais de despedida do representante do Maracatu Leão Coroado, falecido na noite do domingo (15), ocorreram no Terreiro de São João, em Águas Compridas, em Olinda. (Veja vídeo acima)

Na saída do caixão, um cortejo de amigos e parentes do Mestre Afonso seguiu pelas ruas do bairro com homenagens da família do Mestre Salustiano, ícone da cultura de Olinda, e do Maracatu Piaba de Ouro. Ao som de tambores e alfaias, pessoas próximas ao mestre e admiradores de maracatu se despediram do representante do maracatu fundado em 1863 e considerado patrimônio vivo de Pernambuco. Leia mais aqui.

Dona Ivone Lara (1921-2018)

Dona Ivone Lara

Dona Ivone Lara

Dona Ivone Lara se foi. Ela foi internada há duas semanas no CTI da Coordenação de Emergência Regional (CER), no Leblon, conforme adiantou a coluna Marina Caruso, do jornal O Globo, em 16.04.2018. A cantora lutou contra uma infecção renal, com complicações causadas pela idade. A artista completou 97 anos em 13.04.2018, já em estado grave. Faleceu na madrugada de 17.04.2018, para tristeza de seus fãs…

Yvonne Lara da Costa, mais conhecida como Dona Ivone Lara (Rio de Janeiro, 13 de abril de 1921 – Rio de Janeiro, 17 de abril de 2018) foi uma cantora e compositora brasileira, é a matriarca do samba, também chamada de A Rainha do Samba.

Dona Ivone Lara nasceu em 13 de abril de 1921, na Rua Voluntários da Pátria, em Botafogo, Zona Sul do Rio de Janeiro. Dona Ivone foi a primeira filha da união entre a costureira Emerentina Bento da Silva e José da Silva Lara.

Paralelamente ao trabalho, ambos tinham intensa vida musical: ele era violonista de sete cordas e desfilava no Bloco dos Africanos; ela era ótima cantora e emprestava sua voz de soprano a ranchos carnavalescos tradicionais do Rio de Janeiro, como o Flor do Abacate e o Ameno Resedá – nos quais Seu José também se apresentava. Formada em Enfermagem, com especialização em Terapia Ocupacional, foi uma profissional na área até se aposentar em 1977.

Leia mais no Wikipedia:
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Dona_Ivone_Lara

Dona Ivone especializou-se em Terapia Ocupacional, dedicando-se a trabalhos em hospitais psiquiátricos, tendo trabalhado no Serviço Nacional de Doenças Mentais, com a doutora Nise da Silveira.

Em 1965 ingressou na Ala de Compositores do Império Serrano e compôs, com Silas de Oliveira e Bacalhau, o clássico “Os cinco bailes tradicionais da história do Rio” ou “Os cincos bailes da corte”.

Site oficial:
http://www.donaivonelara.com.br

A confirmação da morte:

No “Esquenta” em 2015:
https://globoplay.globo.com/v/4019182/

Sonho Meu, de Ivone Lara com seu grande parceiro Delcio Carvalho, foi gravada por Bethânia e Gal Costa no disco Álibi, de 1978.

Sonho Meu, de Ivone Lara com seu grande parceiro Delcio Carvalho, foi gravada por Bethânia e Gal Costa no disco Álibi, de 1978.

Roger Kedy: Falecimento

Roger Kedy

Roger Kedy

De acordo com o Globo Online, faleceu em 14.04.2018 em Libreville, no Gabão, o cantor e guitarrista Roger Kedy, do Obina Shok, grupo montado em Brasília no começo dos anos 1980:

Composto por músicos africanos (como o gabonês Roger e o senegalês Jean Pierre Senghor) e brasileiros, o Obina lançou seu primeiro LP (“Obina Shok”) em 1986 e despontou com a canção “Vida”, na qual contou com as participações nos vocais de Gilberto Gil e Gal Costa. Mãe de dois filhos de cantor, a brasileira Rita Andrade conta que, segundo informações da família na África, o músico teria sofrido um AVC fatal.

Numa época em que a música pop africana ganhava destaque mundial com o disco “Graceland”, de Paul Simon, o Obina Shok começou sua caminhada com uma fita demo, cheia de balanço africano, caribenho e brasileiro. Nela, estava a canção “Lambarene”, que começou a ser tocada, no Rio, pela rádio Fluminense FM. Shows em palcos cariocas, como o do Parque Lage e Circo Voador sedimentaram a fama do Obina, que foi então contratado pela gravadora RCA. “Obina Shok” trouxe o sucesso “Vida” e “Africaner brother bound”, canção contra o apartheid.

Leia mais clicando aqui.

Nira Guerreira, a Rainha do Arrocha: Falecimento

Nira Guerreira

Nira Guerreira

De acordo com o portal R7, morreu na tarde de 09.04.2018, no Hospital Aristides Maltez, em Salvador, a cantora Nira Guerreira, conhecida como Rainha do Arrocha:

A informação foi confirmada ao R7 e à RecordTV Itapoan pela família da artista.

A causa da morte foi um câncer de mama contra o qual a cantora lutava nos últimos anos.

Nira tinha mais de 35 anos de carreira e teve sucessos gravados por diversos nomes da Música Popular Brasileira. Nascida no bairro de Marechal Rondon, a artista ganhou fama cantando seresta e depois arrocha, ritmo no qual foi precursora.

A cantora conquistou o título de Rainha do Arrocha antes mesmo da cantora Nara Costa. Ganhou ainda mais sucesso após participar do programa de calouros Vacilou, Dançou, na TV Itapoan, onde fui escolhida como a melhor da semana, mês e ano. Seu primeiro CD foi lançado em 2001 pela gravadora Pato Discos.

Ainda não há informação sobre o velório do corpo da artista.

A nota foi encontrada clicando aqui.

Nira Guerreira

Nira Guerreira

André Negão Rodrigues: Falecimento

O baixista André Rodrigues foi atropelado na manhã de 01.04.2018 quando andava de bicicleta no Aterro do Flamengo, próximo ao Monumento aos Pracinhas. No Globo Online:

Colegas ciclistas que testemunharam o acidente contam que o veículo que o atropelou fugiu sem prestar socorro. André foi levado consciente ao Souza Aguiar, sofreu três paradas cardíacas e não resistiu.

O baixista — que também era arquiteto — tinha 50 anos e era um instrumentista reconhecido no meio musical. Ao longo de sua carreira, tocou com artistas como Lulu Santos, Marina Lima, Vanessa da Mata, Roberta Sá, Sandra de Sá, Claudinho e Buchecha, Jesuton, Hyldon, Isabella Taviani e Fernanda Abreu.

Ciclista que pedalava diariamente, André já tinha sofrido um atropelamento na Barra da Tijuca, em 2006. Na ocasião, fraturou um braço e teve que se afastar temporariamente dos palcos — estava em turnê com Lulu na época.

André deixa mulher e três filhos. Ainda não há informação a respeito do velório e do enterro do músico.

No Facebook:

Carlos Eduardo Miranda (1962-2018)

Miranda

Miranda

De acordo com o site do TV Fama, o produtor musical Carlos Eduardo Miranda faleceu aos 56 anos em 22.03.2018 após um mal súbito. Era casado com Isabel Hammes, cantora e preparadora vocal. Miranda, como era mais conhecido, morreu após sofrer um mal súbito (*) em sua casa, localizada em Sâo Paulo, um dia após seu aniversário:

Ele estava em casa, em São Paulo, com a esposa e com a filha quando passou mal. A informação foi dada pelo TV Fama que conversou com Arnaldo Sacomani, amigo próximo do artista, que confirmou a informação.

Miranda ficou conhecido por ser jurado de vários programas de calouro como “Ídolos”, “Astros” e “Qual é o Seu Talento?”.

A nota foi encontrada aqui.

(*) Segundo o amigo André Forastieri em artigo na Folha, na virada de ano “Miranda estava de cama direto, só saía para ir ao médico e fazer exames”:

Trabalhamos juntos nas revistas Bizz e Set, de música e cinema, as grandes paixões do Miranda. Depois eu o ajudei a inventar um selo, e ele me ajudou a inventar uma revista, e fomos nos ajudando a viver vida afora. Ele virou “o” Miranda, que todos os artistas iniciantes queriam conhecer, e depois jurado de TV. Não dava mais para andar na rua com o cara. Os meninos fazendo malabarismos nos cruzamentos vinham pedir autógrafo. Seguia tratando igual o famoso e o mendigo, o milionário e o roqueirinho do interior que vinha humilde lhe entregar uma demo.

Eu sou de poucos amigos. Miranda tinha muitos e vivia por aí, pela cidade, pelo país. Até porque tratava todo mundo como amigo, e tratava todo mundo de “velhinho”, como seu ídolo, o Pernalonga. Nos afastamos sem nunca nos afastar. Nos gostávamos muito e nos víamos uma, duas vezes por ano. Nosso contato era por telefone, pela internet, toda semana. Falávamos do que amigos falam; falávamos merda. Nossas conversas sempre escorregavam para filmes, discos, quadrinhos —Miranda enciclopédico e onívoro, sempre com dicas sensacionais, sempre sem a menor afetação.

Quase na virada do ano, Miranda me ligou e papeamos um tempão; ele estava preocupado com um amigo em comum. Não me contou que estava doente. Soube dias depois que Miranda estava de cama direto, só saía para ir ao médico e fazer exames. Liguei xingando, como não me conta nada? Ele me explicou que sabia que o meu pai estava mal de saúde e não queria encher mais minha cabeça.

Adiei, adiei nosso encontro. Quando meu pai baixou no hospital de novo, em janeiro, fui numa padaria ao lado tomar um café e achei um boneco que era a cara do Miranda. Um Homem-Borracha pirata, tosco, dez reais. Comprei e me prometi ir levar para o amigo, que meu pai chamava de “Mujique”, porque parecia um bárbaro russo 25 anos atrás, quando era cabeludo.

Leia a matéria completa clicando aqui.

No Wikipedia:

Na década de 1990, com os selos Banguela Records e Excelente, lançou nomes como Raimundos. Como produtor musical lançou, entre outros grupos, Skank, O Rappa, Virgulóides, Blues Etílicos, Cordel do Fogo Encantado, Cansei de Ser Sexy, Móveis Coloniais de Acaju, MQN, Mundo Livre SA e o primeiro disco da Graforréia Xilarmônica, Coisa de Louco II e também criou e dirigiu o site Trama Virtual, que é um projeto de distribuição online de artistas independentes por MP3. Antes disso, como jornalista da área de música, Miranda trabalhou para a revista Bizz. Ainda em Porto Alegre, Miranda teve forte atuação no cenário musical da capital gaúcha.

Miranda

Miranda

Tecladista e compositor, fez parte de pelo menos dois grupos locais que alcançaram expressão nos anos 1980, como Taranatiriça, Atahualpa Y Us Panquis e Urubu Rei. Nos anos 1990 fez parte da banda de Rock experimental Aristóteles de Ananias Jr.

No site da revista Quem:

O Skank foi o primeiro grupo a lamentar a perda de Miranda. “O grande Carlos Eduardo Miranda foi uma figura seminal na nossa história. Foi ele quem chamou a atenção da imprensa do eixo Rio-SP sobre um quarteto que vinha de Minas Gerais e misturava reggae, pop, ska. Foi a chave que abriu a porta pro que viria depois”, dizia post feito no Instagram da banda, composta por Samuel Rosa, Henrique Portugal, Haroldo Ferretti e Lelo Zaneti.

“Ele teria ainda grande contribuição ao longo da nossa carreira, especialmente no disco Maquinarama. Estamos muito tristes com a notícia de seu falecimento. Que sua travessia seja tão leve e divertida quanto a vida que ele levou aqui. Nossos pensamentos estão com sua filhinha Agnes e sua companheira, Bel. Vá em paz, amigo”, ainda dizia o post do grupo mineiro.

Leia mais clicando aqui.

Na coluna de Mauro Ferreira:

Talvez somente o amor genuíno pela música explique o fato de o produtor Carlos Eduardo Miranda (21 de março de 1962 – 22 de março de 2018) ter sido o responsável pelo lançamento do grupo brasiliense de rock Raimundos no mercado fonográfico através do selo Banguela, em 1994, e também o cara que deu forma ao primeiro elogiado álbum da cantora paraense de tecnobrega Gaby Amarantos, Treme (Som Livre), editado em 2012 no embalo da redescoberta dos sons de Belém (PA) pelo Brasil.

Leia mais sobre a morte de Miranda clicando aqui.

Fernando Borges: Falecimento

Fernando Borges

Fernando Borges

De acordo com o site TudoRadio, morreu em 07.03.2018, o radialista Fernando Borges. O profissional estava internado há alguns dias com quadro considerado grave e não resistiu aos tratamentos:

De acordo com as informações divulgadas na internet, Borges havia passado por uma cirurgia e seu estado de saúde era considerado grave. A morte foi causa por uma parada cardíaca enquanto estava internado.

Fernando Borges teve uma atuação marcante pela extinta 98 FM (*). Na emissora, Borges apresentou o programa Good Times 98 durante cerca de 23 anos, de 1985 a 2008.

Leia mais clicando aqui.

(*) A rádio 98 FM deixou de existir, com este nome, em 2008. Originalmente pertenceu ao Sistema Globo de Rádio, foi fundada em 1971 como Eldorado FM, primeira rádio FM do Rio de Janeiro. Foi renomeada para Eldopop FM em 1973, 98 FM em 1978 e posteriormente Beat98 em 2008. Em 2014, cedeu sua frequência para a Rádio Globo e migra para a internet, tornando-se a RadioBeat. Em 30 de dezembro de 2015, a rádio foi oficialmente extinta devido a reformulação do Sistema Globo de Radio.

Fernando Borges

Fernando Borges

Update 08.03.2018 – Sobre o sepultamento:

O radialista Fernando Borges foi sepultado na tarde chuvosa desta quinta-feira, no cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, Zona Norte do Rio de Janeiro.

(…) Diversos profissionais do meio Rádio carioca e paulistano que atuaram com Fernando Borges lamentaram a sua morte nas redes sociais.

O DJ, músico e produtor Victor Hugo Rangel, astro das noites cariocas, manifestou sua tristeza com a morte do amigo.

“Acabamos de perder um mestre da locução, um amigo, músico e uma pessoa de grande valor e coração. Na rádio 98 FM, nos deu muitas alegrias em ouvir suas tradições no programa Gootimes 98 o nome o qual deu a sua banda. Descanse em paz e continue brilhando como uma estrela”.

Leia mais clicando aqui.

O velório aconteceu em 08.03.2018 na capela 3 do Cemitério Jardim da Saudade em Sulacap. O sepultamento ocorreu às 15 horas.

Davi Lannes: Falecimento

Davi Lannes

Davi Lannes

De acordo com o jornal Extra, o baixista Davi Lannes, do Bloco AfroReggae, morreu eletrocutado na madrugada desta terça-feira, 06.03.2018, após um show na Lapa, Rio. De acordo com relaros de amigos, o rapaz ia para casa quando encostou num poste e recebeu uma descarga elétrica:

De acordo com relatos de amigos, após Davi cair, bandidos se aproximaram dele e levaram sua carteira. O corpo do músico foi levado para o Instituto Médico Legal (IML).

Leia mais clicando aqui.

Leia também:
Amigos fazem vaquinha para enterro de músico do AfroReggae morto após encostar em poste

Noël Devos (1929-2018)

Noël Devos

Noël Devos

O grande músico Noël Devos, o “Senhor Fagote”, faleceu em 03.03.2018. A despedida de Devos será na capela B do Cemitério do Caju (São Francisco Xavier), com velório a partir das 13:30h e sepultamento marcado para 15:30h de 04.03.2018.

No Wikipedia:

Noël Devos (Calais, 08 de outubro de 1929 — Rio de Janeiro, 3 de março de 2018) foi um dos mais importantes músicos do Brasil, tendo trabalhado e ensinado o fagote – instrumento de orquestra – desde 1952, quando veio da França, a convite da Orquestra Sinfônica Brasileira, representada pelo regente Eleazar de Carvalho e com o apoio institucional e material da UNESCO, em projeto à época coordenado pelo musicólogo Luis Heitor Correia de Azevedo.

Ainda nos anos 60 se naturalizou cidadão brasileiro, do que sempre se orgulhou.

Aqui no país desenvolveu importante carreira como músico de orquestra, solista, camerista e educador. Teve dezenas de obras para fagote a ele dedicadas, por inúmeros compositores relevantes, tendo tocado com os maiores regentes nacionais e internacionais, como Villa-Lobos, Eleazar de Carvalho, Isaac Karabtchevsky, Zubin Mehta, Alceo Bocchino , Daniel Barenboim , Victor Tevah e muitos outros.

Glauton Campello: Falecimento

Glauton Campello

Glauton Campello

Update 19h50
O velório do músico Glauton Campello foi adiado: a funerária informou que não será possível fazer o velório em 24.02.2018 devido à preparação do corpo. O velório será a partir das 8h de 25.02.2018 (domingo) no Memorial do Carmo. (informação de Cida Campello)

Depoimento de Ed Motta:

“Meu amigo que falta vou sentir de vc, de nossos papos, de suas observações sempre inteligentes, minha música nunca vai ser a mesma sem seus voicings. Aprendi e vou aprender eternamente com você.

Meu disco novo tem participação intensa do grande Glauton Campello pianos num nível que não conheço, não conheço quem tenha tanta propriedade de voicing, e o mais importante: a escolha, saber escolhe as notas certas, instigantes.

Glauton como comentei, fora o músico extraordinário, era (é) um cara de uma lucidez rara.

Faz falta gente inteligente, faz falta amizade, faz falta música nesse padrão.

Eu te amo muito cara, sua música vou guardar na alma pra sempre.

Descanse em paz Glauton.”…

Update – Mauro Ferreira fala de Glauton:

Somente o fato de ter tocado em discos e/ou shows de Djavan e Ed Motta – dois artistas conhecidos pelo apurado ouvido musical e pelo rigor com que escolhem os músicos com quem gravam discos – já basta para atestar o talento do pianista, tecladista, compositor e arranjador carioca Glauton Campello (22 de junho de 1960 – 23 de fevereiro de 2018). A quatro meses de completar 58 anos, Campello saiu de cena na noite de ontem, na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), de causa não revelada, enlutando o universo pop brasileiro, no qual atuou desde a década de 1980.

Requisitado músico de estúdio, Campello tocou piano no ainda inédito álbum de músicas em inglês que Ed Motta vai lançar neste ano de 2018. Filho de mãe pianista, Campello foi instrumentista de requintada musicalidade. Sabia inclusive falar a língua do jazz, tendo sido influenciado pelo pianista norte-americano Herbie Hancock. Tal conhecimento de causa no exercício cotidiano do ofício fez com que Campello fosse respeitado por todos os músicos e cantores do Brasil com quem dividiu estúdios e palcos.

Leia o artigo completo clicando aqui.

Zeca Bahia: Falecimento

Zeca Bahia (José Ramos Santos) faleceu em 06.02.2018 em Bom Jesus da Lapa, Bahia. O velório será na casa de familiares e o enterro em 07.02.2018 às 16h. Zeca deixa cinco filhos.

Post de uma de suas filhas no Facebook:

A família havia desmentido a morte em 28.01.2018, que infelizmente aconteceu em 06.02.2018.

Zeca Bahia

Zeca Bahia

Zeca Bahia é compositor e cantor baiano de Bom Jesus da Lapa, autor de musicas de grande sucesso como “Porto Solidão”, interpretada pelo cantor Jessé e “Ave Coração”, interpretação de Fagner.

Em 1979, a canção “Ave Coração” (Zeca Bahia e Clodo Ferreira) foi consagrada na voz de Raimundo Fagner e gravada no LP “Beleza”, um dos títulos da vasta discografia de Fagner. Com versão em espanhol por Ferreira Gullar, “Ave Corazon” foi lançada por Fagner na Espanha.

Em 1980, no Festival MPB Shell da Rede Globo, “Porto Solidão” (Zeca Bahia e Ginko) ganhou o prêmio de melhor intérprete na voz do inesquecível Jessé, que imortalizou a obra. Escolhida pela imprensa nacional entre as cem mais belas canções do século, vendeu na época mais de 3 milhões de cópias. Foi gravada também por Altemar Dutra, Daniel e teve mais de cem regravações, em 43 países. Segundo pesquisas, a música imortal “Porto Solidão” foi ouvida e cantada por milhões de pessoas, permanecendo com ótima aceitação até os dias atuais.

Seu recente CD “O outro lado da moeda” inclui canções inéditas e outras consagradas, como “Porto Solidão”, “Ave Coração”, “Velho Demais”, “Estrela”.

Fonte:
https://www.letras.com.br/biografia/zeca-bahia

“Porto Solidão” na voz de seu intérprete definitivo, Jessé, falecido precocemente em março de 1993:

Como curiosidade, “Porto Solidão” foi relembrada no programa “Domingão do Faustão” de 04.02.2018, poucos dias antes do falecimento de Zeca Bahia, em homenagem a Jessé no quadro “Ding Dong”.

“Ave Coração” na voz de Fagner:

Mestre Vieira (1934-2018)

Mestre Vieira

Mestre Vieira

De acordo com o JC Online, faleceu na manhã de 02.02.2018, aos 83 anos, Mestre Vieira, nome artístico de Joaquim de Lima Vieira, na UPA de Barcarena, região norte do Pará. Considerado o pai da guitarrada, o músico lutava contra um câncer desde 2016 e morreu devido a complicações causadas pela doença:

Segundo postagem em sua página no Facebook, apesar de enfrentar a doença desde 2016, o artista apresentou melhoras no ano passado, tendo feito algumas apresentações no segundo semestre. “Mas em novembro em
complicações de uma anemia aguda seu quadro foi agravando e ele voltou
a sentir muitas dores. Vinha recebendo cuidado médicos em casa e nesta quinta feira, 1, pela manhã, foi internado às pressas em Barcarena, em leito na UPA, na Vila dos Cabanos. Agora pela manhã não resistiu”, dizia o texto.

Leia mais clicando aqui.

No Globo Online:

Mestre Vieira era chamado de “pai e rei da guitarrada”, ritmo que o tornou conhecido no Brasil e no exterior. Com mais de 15 discos gravados, Vieira era citado como influência por artistas mais recentes da cena paraense, como Gaby Amarantos, Lia Sophia, Gang do Eletro e Jaloo.

O governo municipal disse que vai garantir “total apoio” à família de
Vieira para que sejam feitas homenagens de despedida ao músico.

Na década de 70, Vieira misturou os ritmos da lambada, cumbia, merengue, jovem guarda e ritmos caribenhos com as bases de guitarra. Nascia assim a guitarrada.

Ele começou tocando cavaquinho e também se dedicou a ritmos como brega, baião, samba e choro.

Nelson Tolipan: Falecimento

O radialista Nelson Tolipan faleceu, aos 81 anos, na noite de 28.01.2018, em casa, de infarto do miocárdio:

Nelson Tolipan era o “homem-jazz” da Rádio MEC/EBC. Ingressou na produção radiofônica ainda muito jovem. Colecionador e apreciador da música americana, se aperfeiçoou na língua inglesa, tornando-se professor e produtor. Era pai da jornalista Heloisa Tolipan.

Enterro às 16h30min de 29.01.2018 no cemitério São João Batista.

Update – No Globo Online:

Maior especialista em jazz no Brasil, formado em filosofia e em inglês, esse carioca filho de imigrantes poloneses se apaixonou pelo gênero quando ganhou, em 1958, uma bolsa para estudar na Universidade de Midville, na Pennsylvania, Estados Unidos. Nunca mais deixou de viver o jazz em sua essência, construindo ao longo da vida uma discoteca invejável: mais de 30 mil títulos somente em LPs.

Foi professor de inglês, diretor de curso de idiomas e falava mais quatro línguas, mas foi no rádio que formou gerações de apreciadores do jazz. A princípio nas rádios Mayrink Veiga e Nacional e depois na Rádio MEC, onde estreou em 1985, manteve programas semanais onde apresentava clássicos e novidades.

— Ele era o maior expert vivo do Brasil em jazz — conta a filha Heloisa, jornalista. – Estava muito bem aos 81 anos, apesar de ter colocado vários stents e pontes de safena, fazendo planos para retomar o programa em nova temporada. Foi um homem da era de ouro, como Jorge Guinle

Tolipan fez o prefácio do livro “Jazz Panorama”, de Guinle. Segundo o radialista Jota Carlos, Nelson “era o último remanescente do jazz no rádio”. O compositor Guinga vai além:

— Eu me tornei músico por causa do Nelson Tolipan. O programa dele era uma aula de jazz. Compus duas músicas ouvindo o programa dele, “Ellingtoniana” e “Par constante”. Uma grande perda.

Casado com a professora Heloisa Araújo, Tolipan deixa duas filhas: além da jornalista Heloisa, a designer Vilma.

Edwin Hawkins (1943-2018)

Edwin Hawkins

Edwin Hawkins

De acordo com o portal G1, Edwin Hawkins, cantor conhecido pela música “Oh, happy day”, morreu aos 74 anos nos EUA, segundo informou a agência de notícias Associated Press:

Ele morreu na segunda-feira [15.01.2018], em sua casa em Pleasanton, na Califórnia. O músico sofria de câncer no pâncreas.

O grupo vocal liderado pelo músico, chamado The Edwin Hawkins Singers, virou sucesso mundial em 1969 com a música “Oh, happy day”.

A canção é adaptada de um hino gospel tradicional nos EUA, com arranjos de Edwin Hawkins. A gravação ganhou um Grammy no ano seguinte.

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Dolores O’Riordan (1971-2018)

Dolores O'Riordan

Dolores O’Riordan

De acordo com o portal G1, a cantora irlandesa Dolores O’Riordan, do Cranberries, morreu aos 46 anos:

O grupo vendeu mais de 40 milhões de discos.

A banda divulgou uma nota dizendo que os integrantes “estão devastados por ouvir as notícias” e pediram privacidade “nesta hora muito difícil”.

Não há mais informações sobre a morte. O corpo foi encontrado em Londres, onde o Cranberries participaria de uma gravação.

Dolores Mary Eileen O’Riordan Burton nasceu em Ballybricken, na Irlanda, em 1971, a mais nova de sete filhos. Ela tinha transtorno bipolar.

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Eddie Clarke (1950-2018)

Eddie Clarke

Eddie Clarke

De acordo com o site do JB, o ex-guitarrista da banda Motörhead Eddie Clark morreu aos 67 anos:

O músico estava internado em um hospital, onde tratava de pneumonia. A banda anunciou a morte do guitarrista pelo Facebook, ontem.

Os outros membros do grupo lamentaram o falecimento. Phil Campbell, atual guitarrista, disse que estava “chocado” com a notícia e que o músico será lembrado como uma “verdadeira estrela do rock”. Já Mikkey Dee, antigo baterista da banda, lamenta a morte “do último dos three amigos”.

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Ruy Faria (1937-2018)

A notícia do falecimento de Ruy Faria foi publicada no Facebook:

Cynara (amiga/parceira de muitos anos), João, Irene e Francisco comunicam aos amigos e fãs, o falecimento do cantor Ruy Faria, nessa tarde de 5ª feira, dia 11/01/18.
Pedimos a todos que elevem os seus pensamentos para um homem que valorizou a alegria de viver, o bom humor, a amizade e principalmente a criatividade.
Vamos lembrá-lo sempre com esses requisitos que eram a sua marca.

(…)

Update – O velório será em 12.01.2018, no São João Batista, às 14h, capela 9, com sepultamento às 16h.

Abaixo, o post com o texto acima:

No site oficial:

Nascido no dia 31 de Julho de 1937, no Município de Cambuci, no Rio de Janeiro, Ruy Alexandre Faria é um cantor, compositor e produtor musical. Filho de Enedina Alexandre Faria, que tocava piano e Octávio Faria, segundo pistom de uma banda, iniciou suas atividades musicais como crooner do “Boêmios do Ritmo”, um conjunto de baile de Santo Antônio de Pádua (RJ). Em Niterói, com Gerardo, Gilberto Peruzinho formou o Trio Alvorada, cover do Trio Irakitan e atuou como músico, cantor e ator no Centro Popular de Cultura (CPC) da União Nacional dos Estudantes (UNE), ao lado de Carlos Vereza, João das Neves e Oduvaldo Viana Filho, entre outros.

Em 1964, integrou o Conjunto do CPC, um embrião do que viria a ser o MPB-4, que em 1965 por força do golpe militar de 64, virou profissional, em São Paulo. Formou então um dos principais grupos musicais da MPB, ao lado de Magro, Miltinho e Aquiles e fez parte do MPB-4 até o ano de 2004

Paralelamente ao seu trabalho com o MPB-4, Ruy gravou, com produção e direção próprias, o álbum solo “Amigo é pra essas coisas”, remasterizado e relançado em CD pela gravadora Velas. Fez shows individuais em várias cidades cantando músicas do disco.

Atuou como diretor artístico e produtor musical de um disco de Roberto Nascimento e do LP “Pronta pra consumo”, de Cynara, do Quarteto em Cy, com quem foi casado e teve três filhos: João, Irene e Francisco.

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http://www.ruyfaria.com

Leia também:
CYB4 – Um Novo Quarteto Vocal

No Wikipedia:

Integrou o grupo MPB-4 entre os anos de 1964 e 2004. (…) Em 2004, saiu do grupo após desentendimentos com Miltinho (Milton Lima dos Santos Filho), pois não concordava que ele assumisse a dianteira nos assuntos empresariais do grupo:

http://www.ruyfaria.com/a-minha-saida-do-mpb4/

Em seguida, foi substituído por Dalmo Medeiros, que ocupa atualmente sua posição vocal.

Ruy Faria

Ruy Faria

Em 2005, lançou em parceria com Carlinhos Vergueiro o disco “Só pra Chatear”, com excelentes arranjos musicais e entrosamento entre os dois músicos. A marca vocal de Ruy continua vigorosa neste trabalho.

Em 2007, após 43 anos de formado pela Universidade Federal Fluminense – UFF, Ruy Faria conseguiu emitir seu registro como advogado pela Ordem dos Advogados do Brasil – OAB, seccional do Rio de Janeiro. Atua em um dos conceituados escritórios na cidade.

O grupo se manifestou oficialmente:

Mais homenagens:

Jim Burns: Falecimento

Jim Burns

Jim Burns

De acordo com o site Tenho Mais Discos Que Amigos, Jim Burns, o co-criador do icônico programa de shows acústicos MTV Unplugged, faleceu aos 65 anos de idade:

Embora a causa oficial da morte não tenha sido confirmada, Burns havia sido hospitalizado após ser atropelado por um táxi em Manhattan no último sábado. Uma pessoa próxima à família do produtor confirmou sua morte para a Billboard.

A série Unplugged foi criada em 1989 e, ao longo das últimas décadas, contou com diversos shows lendários de bandas e artistas como Eric Clapton, Nirvana, Pearl Jam, Alice In Chains e muitos outros.

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Chiquito Braga: Falecimento

Chiquito Braga

Chiquito Braga

De acordo com o Globo Online, morreu na tarde de 22.12.2017, às 16h, de infarto agudo do miocárdio, no Hospital Miguel Couto, o violonista Chiquito Braga. Ele tinha 81 anos e estava internado há uma semana, com pneumonia e insuficiência cardíaca:

Nascido em Belo Horizonte, Chiquito desenvolveu uma técnica de violão, com elementos do jazz e da música clássica, e novas formas de organizar acordes, que teve grande influência sobre os músicos do Clube da Esquina, em especial o violonista e guitarrista Toninho Horta, seu discípulo. No dia 17 de janeiro, o violonista faria no Rio, no Teatro Riachuelo, um espetáculo com o violonista argentino Luis Salinas e o baixista chileno Christian Gálvez que nunca havia sido apresentado no Brasil.

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No Dicionário Cravo Albin:
http://dicionariompb.com.br/chiquito-braga