Zeca Bahia: Falecimento

Zeca Bahia (José Ramos Santos) faleceu em 06.02.2018 em Bom Jesus da Lapa, Bahia. O velório será na casa de familiares e o enterro em 07.02.2018 às 16h. Zeca deixa cinco filhos.

Post de uma de suas filhas no Facebook:

A família havia desmentido a morte em 28.01.2018, que infelizmente aconteceu em 06.02.2018.

Zeca Bahia

Zeca Bahia

Zeca Bahia é compositor e cantor baiano de Bom Jesus da Lapa, autor de musicas de grande sucesso como “Porto Solidão”, interpretada pelo cantor Jessé e “Ave Coração”, interpretação de Fagner.

Em 1979, a canção “Ave Coração” (Zeca Bahia e Clodo Ferreira) foi consagrada na voz de Raimundo Fagner e gravada no LP “Beleza”, um dos títulos da vasta discografia de Fagner. Com versão em espanhol por Ferreira Gullar, “Ave Corazon” foi lançada por Fagner na Espanha.

Em 1980, no Festival MPB Shell da Rede Globo, “Porto Solidão” (Zeca Bahia e Ginko) ganhou o prêmio de melhor intérprete na voz do inesquecível Jessé, que imortalizou a obra. Escolhida pela imprensa nacional entre as cem mais belas canções do século, vendeu na época mais de 3 milhões de cópias. Foi gravada também por Altemar Dutra, Daniel e teve mais de cem regravações, em 43 países. Segundo pesquisas, a música imortal “Porto Solidão” foi ouvida e cantada por milhões de pessoas, permanecendo com ótima aceitação até os dias atuais.

Seu recente CD “O outro lado da moeda” inclui canções inéditas e outras consagradas, como “Porto Solidão”, “Ave Coração”, “Velho Demais”, “Estrela”.

Fonte:
https://www.letras.com.br/biografia/zeca-bahia

“Porto Solidão” na voz de seu intérprete definitivo, Jessé, falecido precocemente em março de 1993:

Como curiosidade, “Porto Solidão” foi relembrada no programa “Domingão do Faustão” de 04.02.2018, poucos dias antes do falecimento de Zeca Bahia, em homenagem a Jessé no quadro “Ding Dong”.

“Ave Coração” na voz de Fagner:

Anúncios

Mestre Vieira (1934-2018)

Mestre Vieira

Mestre Vieira

De acordo com o JC Online, faleceu na manhã de 02.02.2018, aos 83 anos, Mestre Vieira, nome artístico de Joaquim de Lima Vieira, na UPA de Barcarena, região norte do Pará. Considerado o pai da guitarrada, o músico lutava contra um câncer desde 2016 e morreu devido a complicações causadas pela doença:

Segundo postagem em sua página no Facebook, apesar de enfrentar a doença desde 2016, o artista apresentou melhoras no ano passado, tendo feito algumas apresentações no segundo semestre. “Mas em novembro em
complicações de uma anemia aguda seu quadro foi agravando e ele voltou
a sentir muitas dores. Vinha recebendo cuidado médicos em casa e nesta quinta feira, 1, pela manhã, foi internado às pressas em Barcarena, em leito na UPA, na Vila dos Cabanos. Agora pela manhã não resistiu”, dizia o texto.

Leia mais clicando aqui.

No Globo Online:

Mestre Vieira era chamado de “pai e rei da guitarrada”, ritmo que o tornou conhecido no Brasil e no exterior. Com mais de 15 discos gravados, Vieira era citado como influência por artistas mais recentes da cena paraense, como Gaby Amarantos, Lia Sophia, Gang do Eletro e Jaloo.

O governo municipal disse que vai garantir “total apoio” à família de
Vieira para que sejam feitas homenagens de despedida ao músico.

Na década de 70, Vieira misturou os ritmos da lambada, cumbia, merengue, jovem guarda e ritmos caribenhos com as bases de guitarra. Nascia assim a guitarrada.

Ele começou tocando cavaquinho e também se dedicou a ritmos como brega, baião, samba e choro.

Nelson Tolipan: Falecimento

O radialista Nelson Tolipan faleceu, aos 81 anos, na noite de 28.01.2018, em casa, de infarto do miocárdio:

Nelson Tolipan era o “homem-jazz” da Rádio MEC/EBC. Ingressou na produção radiofônica ainda muito jovem. Colecionador e apreciador da música americana, se aperfeiçoou na língua inglesa, tornando-se professor e produtor. Era pai da jornalista Heloisa Tolipan.

Enterro às 16h30min de 29.01.2018 no cemitério São João Batista.

Update – No Globo Online:

Maior especialista em jazz no Brasil, formado em filosofia e em inglês, esse carioca filho de imigrantes poloneses se apaixonou pelo gênero quando ganhou, em 1958, uma bolsa para estudar na Universidade de Midville, na Pennsylvania, Estados Unidos. Nunca mais deixou de viver o jazz em sua essência, construindo ao longo da vida uma discoteca invejável: mais de 30 mil títulos somente em LPs.

Foi professor de inglês, diretor de curso de idiomas e falava mais quatro línguas, mas foi no rádio que formou gerações de apreciadores do jazz. A princípio nas rádios Mayrink Veiga e Nacional e depois na Rádio MEC, onde estreou em 1985, manteve programas semanais onde apresentava clássicos e novidades.

— Ele era o maior expert vivo do Brasil em jazz — conta a filha Heloisa, jornalista. – Estava muito bem aos 81 anos, apesar de ter colocado vários stents e pontes de safena, fazendo planos para retomar o programa em nova temporada. Foi um homem da era de ouro, como Jorge Guinle

Tolipan fez o prefácio do livro “Jazz Panorama”, de Guinle. Segundo o radialista Jota Carlos, Nelson “era o último remanescente do jazz no rádio”. O compositor Guinga vai além:

— Eu me tornei músico por causa do Nelson Tolipan. O programa dele era uma aula de jazz. Compus duas músicas ouvindo o programa dele, “Ellingtoniana” e “Par constante”. Uma grande perda.

Casado com a professora Heloisa Araújo, Tolipan deixa duas filhas: além da jornalista Heloisa, a designer Vilma.

Edwin Hawkins (1943-2018)

Edwin Hawkins

Edwin Hawkins

De acordo com o portal G1, Edwin Hawkins, cantor conhecido pela música “Oh, happy day”, morreu aos 74 anos nos EUA, segundo informou a agência de notícias Associated Press:

Ele morreu na segunda-feira [15.01.2018], em sua casa em Pleasanton, na Califórnia. O músico sofria de câncer no pâncreas.

O grupo vocal liderado pelo músico, chamado The Edwin Hawkins Singers, virou sucesso mundial em 1969 com a música “Oh, happy day”.

A canção é adaptada de um hino gospel tradicional nos EUA, com arranjos de Edwin Hawkins. A gravação ganhou um Grammy no ano seguinte.

Leia mais clicando aqui.

Dolores O’Riordan (1971-2018)

Dolores O'Riordan

Dolores O’Riordan

De acordo com o portal G1, a cantora irlandesa Dolores O’Riordan, do Cranberries, morreu aos 46 anos:

O grupo vendeu mais de 40 milhões de discos.

A banda divulgou uma nota dizendo que os integrantes “estão devastados por ouvir as notícias” e pediram privacidade “nesta hora muito difícil”.

Não há mais informações sobre a morte. O corpo foi encontrado em Londres, onde o Cranberries participaria de uma gravação.

Dolores Mary Eileen O’Riordan Burton nasceu em Ballybricken, na Irlanda, em 1971, a mais nova de sete filhos. Ela tinha transtorno bipolar.

Leia mais clicando aqui.

Eddie Clarke (1950-2018)

Eddie Clarke

Eddie Clarke

De acordo com o site do JB, o ex-guitarrista da banda Motörhead Eddie Clark morreu aos 67 anos:

O músico estava internado em um hospital, onde tratava de pneumonia. A banda anunciou a morte do guitarrista pelo Facebook, ontem.

Os outros membros do grupo lamentaram o falecimento. Phil Campbell, atual guitarrista, disse que estava “chocado” com a notícia e que o músico será lembrado como uma “verdadeira estrela do rock”. Já Mikkey Dee, antigo baterista da banda, lamenta a morte “do último dos three amigos”.

Leia mais clicando aqui.

Ruy Faria (1937-2018)

A notícia do falecimento de Ruy Faria foi publicada no Facebook:

Cynara (amiga/parceira de muitos anos), João, Irene e Francisco comunicam aos amigos e fãs, o falecimento do cantor Ruy Faria, nessa tarde de 5ª feira, dia 11/01/18.
Pedimos a todos que elevem os seus pensamentos para um homem que valorizou a alegria de viver, o bom humor, a amizade e principalmente a criatividade.
Vamos lembrá-lo sempre com esses requisitos que eram a sua marca.

(…)

Update – O velório será em 12.01.2018, no São João Batista, às 14h, capela 9, com sepultamento às 16h.

Abaixo, o post com o texto acima:

No site oficial:

Nascido no dia 31 de Julho de 1937, no Município de Cambuci, no Rio de Janeiro, Ruy Alexandre Faria é um cantor, compositor e produtor musical. Filho de Enedina Alexandre Faria, que tocava piano e Octávio Faria, segundo pistom de uma banda, iniciou suas atividades musicais como crooner do “Boêmios do Ritmo”, um conjunto de baile de Santo Antônio de Pádua (RJ). Em Niterói, com Gerardo, Gilberto Peruzinho formou o Trio Alvorada, cover do Trio Irakitan e atuou como músico, cantor e ator no Centro Popular de Cultura (CPC) da União Nacional dos Estudantes (UNE), ao lado de Carlos Vereza, João das Neves e Oduvaldo Viana Filho, entre outros.

Em 1964, integrou o Conjunto do CPC, um embrião do que viria a ser o MPB-4, que em 1965 por força do golpe militar de 64, virou profissional, em São Paulo. Formou então um dos principais grupos musicais da MPB, ao lado de Magro, Miltinho e Aquiles e fez parte do MPB-4 até o ano de 2004

Paralelamente ao seu trabalho com o MPB-4, Ruy gravou, com produção e direção próprias, o álbum solo “Amigo é pra essas coisas”, remasterizado e relançado em CD pela gravadora Velas. Fez shows individuais em várias cidades cantando músicas do disco.

Atuou como diretor artístico e produtor musical de um disco de Roberto Nascimento e do LP “Pronta pra consumo”, de Cynara, do Quarteto em Cy, com quem foi casado e teve três filhos: João, Irene e Francisco.

Leia mais clicando aqui:
http://www.ruyfaria.com

Leia também:
CYB4 – Um Novo Quarteto Vocal

No Wikipedia:

Integrou o grupo MPB-4 entre os anos de 1964 e 2004. (…) Em 2004, saiu do grupo após desentendimentos com Miltinho (Milton Lima dos Santos Filho), pois não concordava que ele assumisse a dianteira nos assuntos empresariais do grupo:

http://www.ruyfaria.com/a-minha-saida-do-mpb4/

Em seguida, foi substituído por Dalmo Medeiros, que ocupa atualmente sua posição vocal.

Ruy Faria

Ruy Faria

Em 2005, lançou em parceria com Carlinhos Vergueiro o disco “Só pra Chatear”, com excelentes arranjos musicais e entrosamento entre os dois músicos. A marca vocal de Ruy continua vigorosa neste trabalho.

Em 2007, após 43 anos de formado pela Universidade Federal Fluminense – UFF, Ruy Faria conseguiu emitir seu registro como advogado pela Ordem dos Advogados do Brasil – OAB, seccional do Rio de Janeiro. Atua em um dos conceituados escritórios na cidade.

O grupo se manifestou oficialmente:

Mais homenagens:

Jim Burns: Falecimento

Jim Burns

Jim Burns

De acordo com o site Tenho Mais Discos Que Amigos, Jim Burns, o co-criador do icônico programa de shows acústicos MTV Unplugged, faleceu aos 65 anos de idade:

Embora a causa oficial da morte não tenha sido confirmada, Burns havia sido hospitalizado após ser atropelado por um táxi em Manhattan no último sábado. Uma pessoa próxima à família do produtor confirmou sua morte para a Billboard.

A série Unplugged foi criada em 1989 e, ao longo das últimas décadas, contou com diversos shows lendários de bandas e artistas como Eric Clapton, Nirvana, Pearl Jam, Alice In Chains e muitos outros.

Leia mais clicando aqui.

Chiquito Braga: Falecimento

Chiquito Braga

Chiquito Braga

De acordo com o Globo Online, morreu na tarde de 22.12.2017, às 16h, de infarto agudo do miocárdio, no Hospital Miguel Couto, o violonista Chiquito Braga. Ele tinha 81 anos e estava internado há uma semana, com pneumonia e insuficiência cardíaca:

Nascido em Belo Horizonte, Chiquito desenvolveu uma técnica de violão, com elementos do jazz e da música clássica, e novas formas de organizar acordes, que teve grande influência sobre os músicos do Clube da Esquina, em especial o violonista e guitarrista Toninho Horta, seu discípulo. No dia 17 de janeiro, o violonista faria no Rio, no Teatro Riachuelo, um espetáculo com o violonista argentino Luis Salinas e o baixista chileno Christian Gálvez que nunca havia sido apresentado no Brasil.

Leia mais clicando aqui.

No Dicionário Cravo Albin:
http://dicionariompb.com.br/chiquito-braga

Barbeirinho do Jacarezinho (1950-2017)

De acordo com o Globo Online, faleceu em 15.12.2017 o compositor
Barbeirinho do Jacarezinho — autor de sucessos de Zeca Pagodinho (“Caviar”, com Luiz Grande e Marcos Diniz) e Bezerra da Silva (“Sequestraram minha sogra”, com Rodi do Jacarezinho e Sarabanda):

O artista, que também era presidente da Escola de Samba Unidos do Jacarezinho, sofreu um traumatismo craniano decorrente de uma queda em casa.

Barbeirinho do Jacarezinho (1950-2017)

Barbeirinho do Jacarezinho (1950-2017)

Filho de pai barbeiro e acordeonista, Carlos Roberto Ferreira César nasceu em 1950. Uma de suas primeiras músicas gravadas foi “Aperta o cinto”, por Bezerra da Silva. Mas seus maiores sucessos foram na voz de Zeca Pagodinho. Em 1992, o cantor gravou “Fiquei amarrado na sua blusinha” (parceria de Barbeirinho com Rodi). Depois, lançou outra da dupla (“Cabelo no pão careca”). “Dona encrenca” (com Marcos Diniz) e “Dona esponja” (com Luiz Grande e Marcos Diniz) foram outros sucessos de sua lavra.

Leia mais clicando aqui.

No Dicionário Cravo Albin:
http://dicionariompb.com.br/barbeirinho-do-jacarezinho

Kim Jong-hyun (1990-2017)

Kim Jong-hyun

Kim Jong-hyun

De acordo com a Folha, o principal vocalista da boy band sul-coreana SHINee, Kim Jong-hyun, morreu em 18.12.2017 após ser levado inconsciente para um hospital, segundo relatou a agência de notícias do país Yonhap, sem divulgar qualquer fonte para a informação:

Kim Jong-hyun foi encontrado em um apartamento alugado em Seul, capital da Coreia do Sul, informa a Yonhap. A suspeita é a de que o ídolo teen teria cometido suicídio.

Segundo a agência, o cantor teria enviado uma mensagem de despedida à sua irmã, que, então, acionou a polícia local.

O canal de notícias YTN relatou que o cantor havia dado entrada em uma residência alugada por duas noites e que foi encontrado inconsciente pela polícia. A Reuters informa que nenhuma confirmação da polícia estava disponível de imediato.

A notícia da morte do cantor causou comoção nas redes sociais. No Twitter, a hashtag #Jonghyun atingiu os trending topics mundiais e #Shinee alcançou o segundo lugar.

Leia mais clicando aqui.

Claudio Faria: Falecimento

Claudio Faria

Claudio Faria

De acordo com o portal Uai, faleceu na tarde de 17.12.2017 o músico mineiro Cláudio Faria, de 48 anos, que mais de 20 anos fazia parte da banda de Beto Guedes:

O artista estava internado desde o começo do mês e foi diagnosticado com toxoplasmose cerebral. A família chegou a fazer uma campanha para doação de sangue, mas, infelizmente, Cláudio acabou não resistindo.

Cantor, compositor, tecladista, arranjador e produtor, Cláudio Faria iniciou sua formação musical aos seis anos, com aulas particulares de piano lecionadas pelo professor Monteiro. A certeza de que a música seria parte essencial em sua vida veio na década de 1980, quando ingressou na Escola de Música da UFMG e na Fundação Clóvis Salgado, onde estudou violoncelo, percepção musical, harmonia, arranjo e orquestração.

Leia mais clicando aqui.

Velório em 18.12.2017, a partir das 10h no Bosque da Esperança. O enterro está marcado para as 10h de terça, 19.12.2017, no mesmo cemitério.

No Wikipedia:

A certeza de que a música seria parte essencial em sua vida veio na década de 1980, quando ingressou na Escola de Música da UFMG e na Fundação Clóvis Salgado, onde estudou violoncelo, percepção musical, harmonia, arranjo e orquestração. Cláudio Faria também já trabalhou ao lado de artistas como Cláudia Cimbleris, Flávio Venturini, Lô Borges, Paulinho Pedra Azul, Paulo Sérgio Santos (Uakti), Sá e Guarabira, Toninho Horta, entre outros – gravando em discos e participando de shows. Integrante da extinta banda Noivo da Lu, com a qual gravou dois discos, teve suas composições já gravadas por artistas consagrados.

A canção ‘Sob o sol do Rio’, de sua autoria, foi gravada por Flávio Venturini no disco “Porque não tínhamos bicibleta” e ‘Vem ver o Sol’, também composta por Cláudio, integra o disco “Em Algum Lugar”, de Beto Guedes. Em parceria com Claudia Cimbleris, lançou em 2006 o CD ‘Os sete raios’. Em 2007, Cláudio Faria prepara seu primeiro disco solo. Será um disco de canções compostas, interpretadas e produzidas pelo próprio artista. O álbum terá participações especiais de vários dos amigos e artistas com quem conviveu e trabalhou durante todos esses anos.

Gilberto Milfont (1922-2017)

Gilberto Milfont

Gilberto Milfont

De acordo com o GGN, Gilberto Milfont, cantor e compositor cearense, morreu em 13.12.2017:

Milfont estava internado em Botafogo e sua sobrinha, Denise Milfont confirmou a informação.

Milfont tinha 95 anos e viveu seu auge, como cantor e compositor, na década de 1950. Gravou mais de 500 composições e, entre elas, algumas pérolas de Haroldo Lobo, como “Um falso amor”, “Batendo cabeça” e “Para seu governo”.

A nota foi encontrada aqui.

No Wikipedia:

Gilberto Milfont, nome artístico de João Milfont Rodrigues (*Lavras da Mangabeira, CE, 7 de novembro de 1922), é um cantor e compositor brasileiro. Grande cantor dos anos 50, deixou obras importantíssimas como “Um Falso Amor”, “Batendo Cabeça”,”Para Seu Governo”, e muitas outras marchinhas que viraram sucesso. Filho de José Fonseca Rodrigues (Primo Rodrigues), antigo tabelião público em Lavras, e de Maria Milfont Rodrigues. Com pouco mais de um ano, transferiu-se para Fortaleza, onde passou a infância e adolescência, com seus avós, e se iniciou na música como cantor e compositor. Em 1943, transferindo-se para o Maranhão, fez temporada na Rádio Timbira de São Luís, de onde saiu para a Rádio Tabajara de Natal, em 1944. Fez temporada na Rádio Clube de Recife e, em 1945, na Rádio Sociedade da Bahia. Aos 2 de janeiro de 1946, já no Rio de Janeiro, iniciou temporada na Rádio Mayrink Veiga, passando depois para a Rádio Tupi, e desta última para a Globo, fixando-se, já como profissional, na Rádio Nacional, na qual permaneceu de 1948 a 1978, quando ingressou na TV Educativa do Rio, com destaque para sua participação no Projeto Minerva.Autor de mais de 500 composições musicais, com participação em mais de 40 LPs, em 1947 apareceu seu primeiro sucesso de carnaval, “Meu Prazer”, da autoria de Haroldo Lobo e Milton de Oliveira. No ano seguinte, assim como em 1949 e 1950, ganhou sucessivos carnavais cariocas, com as músicas “Um Falso Amor”, “Batendo Cabeça” e “Pra Seu Governo”, todas da autoria de Haroldo Lobo.Aplaudido nos melhores palcos brasileiros, Gilberto Milfont gravou pela RGE, RCA, Chantecler, Continental, fez a série Cem Anos de Música Popular Brasileira e, no final dos anos 60, num concurso de âmbito nacional, foi sagrado o melhor seresteiro brasileiro.

Leia mais clicando aqui.

Johnny Hallyday (1943-2017)

Johnny Hallyday

Johnny Hallyday

De acordo com o portal Terra, morreu em 06.12.2017, aos 74 anos, Johnny Hallyday, ator e cantor e considerado o maior astro do rock francês na história:

O roqueiro enfrentava há anos um câncer no pulmão e havia sido internado nos últimos dias por conta de problemas respiratórios.

“Johnny Hallyday morreu. Escrevo essas palavras sem acreditar nisso. Mas, foi assim. O meu homem não está mais entre nós e ele nos deixou nesta noite assim como viveu toda a sua vida, com coragem e dignidade”, escreveu a esposa do artista, Laeticia Hallyday, na nota sobre o falecimento.

(…) O “Elvis Presley francês” também foi homenageado pelo presidente do país, Emmanuel Macron.

“Nós todos temos algo de Johnny. Nós não esqueceremos nem o nome, nem o rosto, nem a voz, sobretudo, nem as interpretações que, com um lirismo seco e sensível, pertencem hoje à história da música francesa. Ele fez entrar uma parte da América em nosso Pantheon nacional”, escreveu em nota o presidente.

Leia mais clicando aqui.

Sua última aparição em um palco ocorreu recentemente, durante uma apresentação com o Les Vieilles Canailles, junto aos seus amigos Jacques Dutronc e Eddy Mitchell.

No Correio Braziliense:

Hallyday gravou 50 álbuns e vendeu mais de 100 milhões de discos, encarnando uma imagem ‘bad boy’, com todos seus ingredientes. Ele tentou cometer suicídio em 1966, desmaiou no palco em 1986 e se casou cinco vezes, duas delas com a mesma mulher, Adeline Blondieau, a filha de um de seus amigos.

(…) Hallyday teve momentos de prestígio ao protagonizar filmes de diretores renomados como Jean-Luc Godard e Patrice Leconte.

Os aplausos também vieram em 2009 por sua interpretação de um assassino de aluguel aposentado que busca vingar a morte da família no thriller “Vengeance”, de Johnnie To. “Não sou tão estúpido como as pessoas pensam”, disse Hallyday em uma entrevista à AFP em 1998. “Acredito que esta visão pertence ao passado”.

Leia mais clicando aqui.

Augusto Marzagão (1929-2017)

Augusto Marzagão

Augusto Marzagão

De acordo com o Globo Online, Augusto Marzagão, criador do Festival Internacional da Canção, faleceu na noite de 28.11.2017, no Hospital Lourenço Jorge, na Barra da Tijuca:

Segundo Mariana, uma das netas de Marzagão, ele tinha mal de Parkinson e foi internado com pneumonia há cerca de 15 dias. O quadro se agravou e tiveram que induzí-lo ao coma. Ele morreu por insuficiência respiratória.

Marzagão nasceu em 1929, na cidade de Barretos, em São Paulo. Foi casado com três mulheres e teve dez filhos. Ex-seminarista, ele foi morar na capital paulista aos 18 anos, onde trabalhou como caixa no bar Olimpicus e, depois, como repórter policial no extinto jornal “O Tempo”. Lá, conheceu Jânio Quadros, de quem foi secretário particular durante seu governo em São Paulo (1955-59).

Quando Jânio assumiu a Presidência da República, em janeiro de 1961, Marzagão foi nomeado como diretor de Relações Públicas do Instituto Brasileiro de Café (IBC). No cargo, seu primeiro ato foi contratar o jogador Pelé como garoto-propaganda do café brasileiro. Em uma de suas viagens ao exterior, principalmente a Milão, Marzagão fez amizade no meio artístico italiano e foi convidado para participar do júri do Festival de San Remo. Lá, ele teve a ideia de realizar em moldes diferentes dos demais festivais do mundo o I Festival Internacional da Canção no Brasil.

Leia mais clicando aqui.

No Wikipedia:

Marzagão é tido como sendo o grande responsável pela “mexicanização” da programação televisiva da emissora brasileira SBT (Sistema Brasileiro de Televisão); em 1982 ofereceu a Silvio Santos a novela mexicana “Os Ricos Também Choram” e posteriormente o seriado de televisão Chaves. Já em 1990, Silvio Santos mostrou para Marzagão as dificuldades que estava tendo com a programação de sua emissora e pediu sugestões, Augusto ofereceu então as novelas Carrossel e Rosa Selvagem.

(…) Seu filho, Omar Marzagão, começou a carreira também na Televisa, como produtor da novela Maria do Bairro.

Chico Salles (1951-2017)

Chico Salles

Chico Salles

Faleceu Francisco de Araújo Salles, o cantor, compositor e instrumentista paraibano conhecido no universo musical brasileiro como Chico Salles. No blog de Mauro Ferreira:

Para este artista que se definia com cantador, cordelista e violeiro, a estrada findou aos 66 anos de vida. No início da madrugada deste sábado, 25 de novembro de 2017, a família de Salles anunciou em redes sociais a morte do artista, vítima de insuficiência respiratória no Inca (Instituto Nacional do Câncer) do Rio de Janeiro (RJ), cidade para onde Salles migrou em 1970 e na qual morou nos últimos 47 anos, tendo recebido em 2008 o título de Cidadão Carioca.

A estrada da vida do artista começou na cidade natal de Souza (PB), situada no sertão da Paraíba. Em janeiro de 1968, Salles se mudou para Fortaleza (CE), cidade transitória na vida deste nordestino que, ao vir para o Rio, trouxe na bagagem o gosto pelos xotes, xaxados, cocos e baiões ouvidos no sertão paraibano. No Rio, Salles passou a ouvir e cultuar o samba. Tanto que o sexto dos sete álbuns da discografia do cantador, Sérgio samba Sampaio (2013), saiu há quatro anos com repertório dedicado aos sambas do cancioneiro do compositor capixaba Sérgio Sampaio (1947 – 1994) e gerou o primeiro e único DVD de Salles, lançado em julho deste ano de 2017.

Leia mais clicando aqui.

Jon Hendricks (1921-2017)

Jon Hendricks

Jon Hendricks

O jazz está de luto. Faleceu Jon Hendricks em 22.11.2017:

Jon Hendricks, a jazz singer and songwriter who became famous in the 1950s with the vocal trio Lambert, Hendricks & Ross by putting lyrics to well-known jazz instrumentals and turning them into vocal tours de force, died on Wednesday in Manhattan. He was 96.

His death, in a hospital, was confirmed by his daughter Aria Hendricks.

Although he was a gifted vocal improviser in his own right, Mr. Hendricks was best known for adding words to the improvisations of others.

He took pieces recorded by jazz ensembles like the Count Basie Orchestra and the Horace Silver Quintet and, using their titles as points of departure, created intricate narratives and tongue-in-cheek philosophical treatises that matched both the melody lines and the serpentine contours of the instrumental solos, note for note and inflection for inflection.

Leia mais clicando aqui.

Marcos Axé: Falecimento

De acordo com o site JC Online, morreu em 19.11.2017 o músico Marcos Axé, percussionista da banda do cantor Otto:

Segundo Pácua, músico e amigo do percussionista, Marcos teve uma parada cardíaca na madrugada, enquanto dormia, e veio a óbito. Ele se apresentaria hoje no encerramento do Festival Mimo.

Além do cantor Otto, Marcos tocou e fi produtor de outras bandas, como Lamento Negro, Via Sat, Baião de Dois, Nação Zumbi, Orquestra do Sucesso e Bloco Nação Mulamba.

Leia mais clicando aqui.

Malcolm Young (1953-2017)

Malcolm Young

Malcolm Young

De acordo com portal G1, Malcolm Young, guitarrista do AC/DC, morreu aos 64 anos:

A banda australiana divulgou neste sábado (18) um comunicado sobre a morte do músico.

Em 2014, após 40 anos no AC/DC, Malcolm deixou a banda por sofrer de demência e outros problemas de saúde.

“Malcolm, ao lado de Angus, era o fundador e criador do AC/DC. Com grande dedicação e comprometimento ele era uma das forças por trás da banda. Como guitarrista, compositor e visionário ele foi perfeccionista e um homem único”, disse a banda.

Leia mais clicando aqui.

Ricardo Bueno: Falecimento

De acordo com a Folha Online, o ex-vocalista da banda Dominó Ricardo Bueno morreu, aos 40 anos, na manhã de 16.11.2017 em São Paulo:

A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo afirmou que o cantor foi internado no dia 7 de novembro em decorrência de um problema odontológico no hospital Ermelino Matarazzo, na zona leste.

Ricardo Bueno

Ricardo Bueno

Segundo a pasta, Bueno morreu em decorrência de septicemia causada por um abcesso odontogênico.

Ricardo Bueno, cujo sobrenome era Phalamesca, participou do Dominó em 1995.

Leia mais clicando aqui.

Manuca Almeida (1963-2017)

Manuca Almeida

Manuca Almeida

Faleceu em 11.11.2017 o músico Emmanuel Gama de Sousa Almeida, mais conhecido como Manuca Almeida. Morreu em São Paulo, onde estava fazendo o tratamento de um câncer. No Dicionário Cravo Albin:

Em 2000, compôs, com Alexandre Leão, a música “Vou pro Barradão”, homenagem ao clube de futebol Vitória, de Salvador, incluída no CD “Vitória 100 anos de glória”.

No mesmo ano, a música “Esperando na janela”, parceria sua com Targino Godim e Raimundinho do Acordeom, gravada por Gilberto Gil ,foi incluída na trilha sonora do filme “Eu, tu, eles”, dirigido por Andrucha Waddington e estrelado por Regina Casé, tornando-se um sucesso nacional, e até internacional.
Em 2001, a música recebeu o prêmio Grammy Latino, na categoria Melhor Música Brasileira.

No mesmo ano, a sua música “Clareza”, gravada pela cantora Dionorina, foi escolhida, em eleição pela internet, como o melhor reggae nacional. Em seguida, teve as músicas “Tanto tempo”, “Eu não estava só” e “Moderno”, com Alexandre Leão, e “Minha Palavra”, “Eu não nasci de calça jeans” e “Alho no bolso”, com Alexandre Leão e Ivan Huol, gravadas por Alexandre Leão no CD “Minha palavra”, de produção independente.

Ainda em 2001, teve a sua música “Pop zen”, parceria com Alexandre Leão e Lalado, gravada por Ivete Sangalo.

No mesmo ano, o grupo baiano Lampirônicos, no CD “Que luz é essa?”, lançado pela Sony Music, gravou as músicas “Aboio nova era”, com Carlos Vilela, e “Pop zen”, com Alexandre Leão e Lalado.

Também em 2001, teve a música “Meu amor quem dera”, parceria com João Sereno e Targino Godim, gravada por Dominguinhos no CD “Lembrando de você”, lançado pela Sony Music.

Leia mais clicando aqui. Era casado com Lú Almeida, comunicadora e parceira inseparável, pai de 3 filhas.

Gamarra, do Galocantô: Falecimento

De acordo com matéria no jornal Extra, o cavaquinista do grupo de samba Galocantô, Pablo Amaral, também conhecido como Gamarra, morreu em 06.11.2017 durante uma partida de futebol em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio:

O músico de 37 anos teve um enfarto fulminante enquanto jogava com os amigos. Após passar mal em campo, ele chegou a ser levado ao Hospital do Andaraí, na Zona Norte, mas não resistiu.

Gamarra

Gamarra

(…) O corpo de Pablo Gamarra será levado ao Instituto Médico Legal (IML) nesta terça-feira. Nesta quarta-feira, ele será velado, a partir do meio-dia, no Cemitério do Caju (São Francisco Xavier), Capela B, Zona Norte do Rio. O seputamento está marcado para às 16h30. Ele deixa uma filha de 4 anos.

Leia mais clicando aqui.

Elson do Forrogode (1942-2017)

Elson do Forrogode

Elson do Forrogode

De acordo com o blog de Mauro Ferreira, o cantor e compositor Elson do Forrogode faleceu hoje em 02.11.2017 na cidade do Rio de Janeiro, aos 75 anos, vítima de complicações decorrentes de diabetes e insuficiência renal. Velório (a partir das 7h) e enterro (marcado para as 12h) em 03.11.2017 no Cemitério do Caju, no Rio:

Em 1989, o cantor carioca Elson Cruz (20 de março de 1942 – 2 de novembro de 2017), conhecido como Elson do Forrogode, lançou um álbum chamado Alô Brasil (RGE). O país atendeu ao chamado do artista no título do disco e cantou uma das músicas do álbum, Talismã, um dos muitos sucessos emplacados na década de 1980 pela dupla hitmaker de compositores formada por Michael Sullivan e Paulo Massadas. Talismã se tornou uma das músicas mais tocadas no Brasil naquele ano de 1989 e virou o maior sucesso da carreira de Elson.

O nome artístico de Elson do Forrogode já anunciava a mistura sonora que o artista procurou emplacar a partir de 1987, promovendo no álbum Forrogode (1987) a fusão de forró – genérico gênero musical que designa vários ritmos nordestinos, dos quais o cantor sempre gostou – com o pagode que conquistara o Brasil a partir de 1985 e que gerou ídolos como Zeca Pagodinho. A rigor, a mistura não emplacou. Tanto que o maior sucesso de Elson, Talismã, era em essência uma canção de amor que o intérprete gravou com toque de samba.

Leia mais clicando aqui.

Fats Domino (1928-2017)

Fats Domino

Fats Domino

De acordo com o portal G1, o ntor e músico americano Fats Domino, considerado uma lenda do rock e influência de Elvis Presley e Beatles, morreu em 25.10.2017 aos 89 anos:

De acordo com o jornal britânico “The Guardian”, o artista morreu de causas naturais.
Um porta-voz do instituto médico legal de Nova Orleans, onde Domino nasceu, confirmou a morte, que mais cedo havia sido anunciada pela filha da lenda do rock em um canal de TV local. O músico morava em Harvey, cidade separada de Nova Orleans pelo rio Mississippi.
Ao longo de cinco décadas de carreira, famoso pelo seu estilo de tocar piano, Fats Domino vendeu mais de 65 milhões de discos.

Leia mais clicando aqui.

Leia também:
R.I.P. Fats Domino, New Orleans rhythm and blues legend has died at 89

Ataulpho Alves Junior (1943-2017)

Ataulpho Alves Júnior

Ataulpho Alves Júnior

O cantor Ataulpho Alves Júnior morreu de infarto, ao lado da sua esposa, no apartamento em que morava, no Rio de Janeiro, em 15.10.2017:

Nascido no Rio de Janeiro em 05 de agosto de 1943, era filho do compositor Ataulfo Alves de Souza, e herdou do pai o tradicional lenço branco que foi sua marca registrada. Seu grande sucesso, Os meninos da Mangueira, foi gravado em 1976.

Com 40 anos de carreira, gravou cerca de 20 discos. Ganhou inúmeros troféus e se apresentou em Portugal e na Espanha. Defensor da MPB, participou com grande sucesso de importantes programas de televisão e rádio.

A notícia foi encontrada aqui.

No Dicionário Cravo Albin:

No ano de 1973, teve sua música “A Mangueira é você” gravada por Moreira da Silva.

Em 1976, gravou seu primeiro grande sucesso, “Os meninos da Mangueira” (Rildo Hora e Sérgio Cabral). A música alcançou o 1º lugar nas paradas de sucesso da época, abrindo caminho para outros sucessos do cantor, como “Pedro sonhador” (Rildo Hora e Sérgio Cabral), “Canto de amor”, “A bela da tarde” (Rildo Hora e Sérgio Cabral), “Mais um samba de amor”, “Razão pra cantar”, “Emoções fortes” e “Paixão estilo antigo”.

Entre 1992 e 1993, excursionou pela Europa, apresentando-se em várias cidades. Voltou à Europa nos anos de 1996, 1997 e 1998, apresentando-se em várias casa noturnas como Casino Vilamoura (Algarve), Casino Solverde (Espanha), Ilha da Madeira, Expo-98, em Lisboa, Sevilla, Astúrias, Oviedo e em Granada.