Laudir de Oliveira (1940-2017)

Laudir de Oliveira

Laudir de Oliveira

Faleceu em 17.09.2017 o grande percussionista Laudir de Oliveira:

Integrou por quatro anos a banda de Sérgio Mendes, a Brasil 66, por um acaso do destino: o percussionista da banda havia sofrido um acidente, cortou a mão com um copo na véspera de uma turnê, e Laudir então foi convocado, tendo permanecido na banda por quatro anos, até gravar com o Grupo Chicago, que acabou por admití-lo como membro oficial por oito anos. Com eles, recebeu um Grammy em 1976.

Leia mais clicando aqui. Laudir morreu por volta das 17h fazendo o que mais gostava: tocando.

Update 20h55 – No Globo Online:

Laudir morreu na tarde deste domingo, enquanto fazia uma apresentação num palco montado na Praça Ramos Figueira, no bairro de Olaria, Zona Norte do Rio.

De acordo com relatos de pessoas que acompanhavam o show “A Paulo Moura com Carinho”, um tributo ao famoso saxofonista e clarinetista, o percussionista teria desmaiado ainda no palco, e mesmo socorrido, não teria resistido a um infarto fulminante — no palco, Laudir estava acompanhado dos músicos Zé da Velha, Jovi Joviniano, Daniela Spielmann, entre outros.

Ao longo de mais de 50 anos de carreira, Laudir tocou ao vivo e em estúdio com alguns dos maiores ícones nacionais e internacionais da música, como Jackson Five, Wayne Shorter, Nina Simone, assim como acompanhou o guitarrista Santana no Rock in Rio II.

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Wilson das Neves (1936-2017)

Wilson das Neves

Wilson das Neves

De acordo com o portal Uai, o grande músico carioca Wilson das Neves, de 81 anos, morreu na noite de 26.08.2017 em um hospital da Ilha do Governador, no Rio de Janeiro:

Ele estava internado e lutava contra um câncer há alguns anos.

Wilson foi figura importante para a MPB, especialmente o samba, como compositor e instrumentista em seus mais de 50 anos dedicados à música. Ao longo de sua carreira participou de mais de 600 gravações com todos os maiores nomes da MPB.

Leia mais clicando aqui.

No Facebook:

No site Carnavalesco:

No Império Serrano, Wilson das Neves desfilou à frente da bateria Sinfônica do Samba. Desde 2004, ele era padrinho da bateria da escola da Serrinha. Em 2017, ele foi enredo da Tupy de Brás de Pina com o título “O Dom de Wilson das Neves”.

Ano passado, em entrevista ao jornal O Globo, Wilson das Neves contou como surgiu a paixão pela bateria. “Quando o baterista estava distraído, eu tocava de leve o tambor com a minha mão. Uma, duas, três vezes, até levar uma baquetada. Ele reclamava: “Não mexe no meu ganha-pão, menino!”. Eu pensava: “Eu sei fazer aquilo, só não sei como…”. O nome dele era Suruba, não me pergunte por quê. Hoje, só me resta dizer: obrigado, Suruba”.

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No Dicionário Cravo Albin:
http://dicionariompb.com.br/wilson-das-neves

No Wikipédia:

Estudou música com Joaquim Naegele e logo depois com Darci Barbosa. Aos 14 anos, através do ritmista Edgar Nunes Rocca, o “Bituca”, tocou na Escola Flor do Ritmo, no bairro do Méier. Anos mais tarde, deu começo à sua carreira de baterista na orquestra de Permínio Gonçalves.

Entre 1957 e 1968, Wilson das Neves acompanhou a pianista Carolina Cardoso de Menezes, foi membro do Conjunto de Ubirajara Silva, estreou como músico de estúdio na Copacabana Discos, se integrou em conjuntos como o de Steve Bernard e o de Ed Lincoln. Tocou com o flautista Copinha, com o pianista Eumir Deodato no conjunto Os Catedráticos, e com Eumir e Durval Ferreira no grupo Os Gatos. Fez parte da orquestra de Astor Silva, da orquestra da TV Globo e da orquestra da TV Tupi de São Paulo, liderada pelo maestro Cipó. Em 1965, participou da gravação do disco Coisas do mastro e compositor Moacir Santos, tocando bateria em todas as faixas do álbum. Além disso, gravou com Elza Soares, o disco Elza Soares – Baterista: Wilson das Neves e formou seu conjunto, registrando o LP Juventude 2000.

Em 1969 gravou pela Polydor seu segundo disco, Som Quente É o das Neves e, no ano seguinte, o LP Samba Tropi – Até aí morreu Neves, desta vez pelo selo Elenco/Philips. Estes dois trabalhos tiveram arranjos de Erlon Chaves. Desse período até 1973, acompanhou artistas como Elis Regina, Egberto Gismonti, Wilson Simonal, Elizeth Cardoso, Roberto Carlos, Francis Hime, Taiguara e Sérgio Sampaio.

Em 1975 participou da gravação dos discos Lugar Comum, do músico João Donato; e Meu Primeiro Amor, da cantora Nara Leão; no ano seguinte, tocou timbales no clássico África Brasil, de Jorge Ben.

Mais em
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Wilson_das_Neves

Update 27.08.2017 – Texto de Mauro Ferreira:
Baterista que cantava, Wilson das Neves sai de cena no Rio aos 81 anos

John Abercrombie (1944-2017)

De acordo com o Jornal de Notícias de Portugal, o guitarrista norte-americano John Abercrombie, apontado como uma “das lendas do jazz contemporâneo”, morreu em 22.08.2017 aos 72 anos, em Cortland, no Estado de Nova Iorque:

“Com profunda tristeza, a sua família anuncia que o lendário guitarrista de jazz John Abercrombie faleceu na tarde de 22 de agosto”, lê-se na página do músico na rede social Facebook.

John Abercrombie

John Abercrombie

“A família aprecia as demonstrações de carinho e apoio e, respeitosamente, pede privacidade neste momento difícil”, lê-se na breve declaração.

A notícia foi encontrada aqui.

Zabé da Loca (1924-2017)

Zabé da Loca

Zabé da Loca

De acordo com o portal G1, a artista pifeira Zabé da Loca morreu na manhã de 05.08.2017 na Comunidade Santa Catarina, na zona rural de Monteiro, no Cariri da Paraíba:

As primeira informações repassadas pela família são de que Zabé estava com 93 anos de idade e morreu em casa de morte natural. Nos últimos anos, Zabé lutava contra a doença de alzheimer.

Ainda segundo a família, o corpo da pifeira será velado em casa durante toda a manhã deste sábado. Já à tarde, o velório acontecerá no Memorial Zabé da Loca, no Sítio Tungão, Fazenda Santa Catarina, a partir das 13h.

Haverá velório também no domingo (6) no Centro Cultural de Monteiro, às 7h. O sepultamento será às 10h, no cemitério municipal de Monteiro.

A Prefeitura de Monteiro decretou luto.

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Por Mauro Ferreira:

Exímia tocada de pífano, flauta típica da música nordestina, Isabel Marques da Silva (Buíque / PE, 12 de janeiro de 1924 – Monteiro / PB, 5 de Agosto de 2017) sai de cena na manhã de hoje, aos 93 anos, com o devido reconhecimento pelo talento de instrumentista. Vítima da doença batizada como Mal de Alzheimer, Isabel foi (re)conhecida com o nome artístico de Zabé da Loca.

Contudo, para que o som da instrumentista ecoasse além das fronteiras da Paraíba, foi preciso que Zabé saísse da loca, ou seja, da gruta cavernosa em que se abrigou por longos 25 anos com a família. Embora tenha nascido em Pernambuco, no município de Buíque (PE), foi na Paraíba, para onde migrou na adolescência, que Zabé fez fama local no manejo do pífano que aprendeu a tocar com um irmão, aos 10 anos.

Descoberta em 2003, aos 79 anos, gravou naquele ano o primeiro álbum com composições de lavra própria, Canto do semi-árido, recebido com curiosidade no universo musical brasileiro por conta da trajetória lendária da vida da artista. Quatro anos depois, em 2007, Zabé gravou o segundo disco, Bom todo, lançado em 2008, ano em que recebeu do Ministério da Cultura a Ordem do Mérito Cultural.

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Luiz Melodia (1951-2017)

Luiz Melodia

Luiz Melodia

De acordo com o portal G1, o cantor, compositor e músico carioca Luiz Melodia morreu, na manhã de 04.08.2017, no Rio:

Aos 66 anos, o cantor lutava contra um câncer que atacou a medula óssea. Ele morreu durante esta madrugada, por volta das 5h.

A informação foi confirmada ao colunista musical do G1 por Renato Piau, guitarrista que tocou com Melodia, após ligação para a família do artista. Melodia chegou a fazer um transplante de medula óssea e resistiu ao procedimento, mas não vinha respondendo bem à quimioterapia. O câncer voltou e o estado de saúde de Melodia se agravou bastante nesta quinta-feira (3). O artista estava internado no hospital Quinta D’Or.

Luiz Carlos dos Santos nasceu em 7 de janeiro de 1951 no Morro do Estácio, no Rio de Janeiro.

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Velório: sexta, 04.08.2017, a partir das 18h na quadra da Estácio de Sá.
Sepultamento: sábado, 05.08.2017, 10h, Cemitério do Catumbi.

Luiz Melodia

Leia mais sobre a carreira de
https://cinemagia.wordpress.com/2017/08/04/luiz-melodia-1951-2017/

No Correio 24Horas, sobre a doença do cantor:

O tratamento começou em julho do ano passado, mas em março deste ano Melodia precisou ser internado no Hospital Quinta D’Or, no Rio de Janeiro.

Na época, a assessoria do artista informou que o tratamento de quimioterapia feito no hospital “resultou em uma baixa glicemia e acidez sanguínea”. “Por esse motivo ele se encontra internado no CTI. Luiz permanecerá internado para que as sessões de quimioterapia sejam realizadas com maior segurança e na sequência fará um autotransplante de medula, que é o único tratamento com resultado efetivo”, dizia o comunicado. Em maio, ele foi submetido ao transplante e no fim de junho pôde voltar para casa. A recuperação do artista vinha se dando de forma progressiva, segundo amigos e familiares.

Afastado dos palcos desde então, Melodia ainda viveu outro drama enquanto esteve internado. Sua casa no Rio de Janeiro foi assaltada em maio, no mesmo dia da realização do transplante. Quatro bandidos renderam o filho dele e um amigo e ainda levaram parte do acervo do artista.

Em entrevista ao jornal Extra na época, a esposa do músico, Jane Reis, se mostrou desolada com a perda. “Tinha tudo nesse computador. Os 40 anos de carreira de Luiz Melodia estavam inteiros lá: a biografia em inglês, todos os releases, do “Pérola Negra” até hoje, parte da passagem dele pela Europa, além de toda a discografia e de todas as músicas. O acervo inteiro se perdeu. Acho que vai dar para recuperar, mas vai ser um inferno. Prefiro nem ficar tão irritada agora, por conta da situação médica do meu marido”, contou.

O último trabalho do cantor, Zerima, foi lançado em 2014 e apresentado em Salvador em janeiro de 2015. Na época, Melodia foi nomeado cidadão soteropolitano, e já tinha quase três anos sem fazer shows na capital baiana.

Luiz Melodia

No Extra:

Acostumado desde os 8 anos a ser arrastado pelo pai, músico amador, para as rodas boêmias da região, ele cresceu sem se prender exclusivamente à tradição local de samba, seresta e choro. A partir dos gostos paterno e materno, aprendeu a curtir boleros de Anísio Silva, o samba dor-de-cotovelo de Lupicínio Rodrigues e a música nordestina de Gonzagão e Jackson do Pandeiro.

Mas a janela para o mundo se abriu mesmo com programas como “Hoje é dia de rock”, que Jair de Taumaturgo comandava na Rádio Mayrink Veiga desde o fim dos anos 50. Aos poucos, o menino que sonhava em ser ponta-direita do Vasco foi tragado pelo iê-iê-iê da vizinhança (a rua Haddock Lobo, reduto da Jovem Guarda, começa no Largo do Estácio) e montou conjuntos semiprofissionais para embalar bailinhos nas comunidades da área. Houve Os Instantâneos e Os Filhos do Sol, que tocavam tudo que fosse necessário para animar uma festa, com inglês de puro embromation.

Melodia também freqüentou programas de calouros, com relativo sucesso: na rádio Mauá, ficou em primeiro lugar em um concurso com sua interpretação de “Rosita” (de Francisco Lara e Jovenil Santos), faixa do LP “Roberto Carlos Canta Para a Juventude”, de 1965.

Leia a matéria completa clicando aqui.

Luiz de França: Falecimento

De acordo com o site do jornal O Dia, morreu em 28.07.2017 aos 71 anos o radialista Luiz de França em casa, na Tijuca, Zona Norte do Rio:

Ele teve uma parada cardiorrespiratória. De acordo com a família, ele deixou o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, após uma insuficiência respiratória.

Luiz de França trabalhou na Rádio Globo durante 28 anos. Na empresa, ele ficou conhecido por ter sido comunicador. Ele será enterrado neste sábado, às 13h, em Barbacena, Minas Gerais, cidade onde nasceu.

A nota foi encontrada aqui.

Guaracy 7 Cordas: Falecimento

Guaracy 7 Cordas

Guaracy 7 Cordas

De acordo com o Globo Online, morreu em 27.07.2017, aos 78 anos, Guaracy de Castro, o Guaracy 7 Cordas, músico da Velha Guarda da Portela e membro do Conselho Deliberativo da escola:

O sambista, que estava internado há duas semanas no Hospital Quinta D’Or, em São Cristovão, lutava contra um câncer. A família ainda não divulgou informações sobre velório e enterro.

Nascido na comunidade da Boca do Mato, na Zona Norte, logo cedo aprendeu a tocar instrumentos de corda. Iniciou a carreira em programas de rádio e participou de diversos conjuntos regionais. Começou tocando banjo, passou sucessivamente ao cavaquinho, ao violão de 6 cordas e por fim ao violão de 7 cordas, por sugestão de Jacob do Bandolim, como detalha o livro “A Velha Guarda da Portela”, de João Baptista M. Vargens e Carlos Monte.

Muito amigo de Candeia e Martinho da Viola (companheiro desde a época da Boca do Mato), acompanhou nomes como Elza Soares, Bezerra da Silva e Dona Ivone Lara, entre outros. Entrou para a Velha Guarda Show em 1994, em substituição a Jorge do Violão, a convite de Osmar do Cavaco. Chegou, ainda, a ter canções de sua autoria gravadas por Elza Soares e Núbia Lafayette.

Leia mais clicando aqui.

Chester Bennington (1976-2017)

Chester Bennington

Chester Bennington

De acordo com o portal G1, Chester Bennington, vocalista da banda de rock Linkin Park, morreu aos 41 anos, segundo informou uma fonte policial em 20.07.2017 à agência Associated Press. Segundo o site TMZ, o músico cometeu suicídio em uma residência privada em Palos Verdes Estates, na Califórnia (EUA):

O cantor teria se enforcado no local. Seu corpo foi encontrado nesta quinta, pouco antes das 9h locais, de acordo com o TMZ. Chester era casado e tinha seis filhos.

Bennington lutou por anos contra drogas e álcool. Ele disse em uma entrevista no ano passado que já havia pensado em suicídio porque foi abusado quando criança, por um homem mais velho.

Ainda conforme o TMZ, o músico era muito próximo de Chris Cornell, vocalista do Soundgarden e do Audioslave, que morreu em maio – também em um suicídio por enforcamento, segundo médicos legistas.

O Linkin Park teve seu auge no início dos anos 2000, com os álbuns “Hybrid theory” e “Meteora”. Na época, o grupo emplacou seu rock alternativo, com influência de rap e metal, em paradas de sucessos, com músicas como “Faint”, “In the end”, “Crawling” e “Numb”.

Leia a matéria completa clicando aqui.

Cantando com Chris Cornell:

Barbara Weldens: Falecimento

De acordo com o portal G1, a cantora francesa Barbara Weldens morreu durante o concerto que realizava na igreja de Goudron, na França, durante o Festival Léo Ferré, em 19.07.2017:

Segundo apurações da rádio Europe1, Barbara teria morrido eletrocutada. Um inquérito para a investigação do caso foi aberto.

Ainda de acordo com informações da rádio, Barbara sofreu uma parada cardíaca e não houve tempo para a equipe médica prestar socorro quando chegou ao local.

Barbara Weldens

Barbara Weldens

Barbara Weldens tinha 35 anos e, em 2016, recebeu venceu o concurso de jovens talentos no Festival l Jacques Brel além do prêmio de revelação pela Academia Charles Cros.

No início de fevereiro, a cantora havia lançado se primeiro álbum, intitulado “Le grand H de l’homme”.

A notícia foi encontrada aqui.

Mais sobre a carreira da artista:
http://www.barbara-weldens.com

Sergio Roberto de Oliveira (1970-2017)

Sergio Roberto de Oliveira

Lutando contra um câncer no pâncreas desde fevereiro de 2016, faleceu em 19 de julho de 2017, às 02:40h, o compositor e produtor carioca Sergio Roberto de Oliveira, aos 46 anos, diretor da A CASA Discos, gravadora especializada em música erudita contemporânea, fundada em 1998, tendo lançado mais de 30 CDs. O velório será no Memorial do Carmo, a partir das 16h deste 19.07.2017, até a cremação, que será feita amanhã, às 13h, no mesmo local:

Duas vezes indicado ao Grammy Latino (2011 na categoria “Melhor Composição Clássica Contemporânea” e 2012 pelo CD “Prelúdio 21 –Quartetos de Cordas” no qual atuou como produtor e compositor), Sergio Roberto de Oliveira vinha participando decisivamente no cenário musical brasileiro e internacional e continuou produzindo e compondo até o fim da vida. Sua ópera Na Boca do Cão, com interpretação da soprano e atriz Gabriela Geluda e direção de Bruce Gomlevsky, foi sua última obra escrita e segue em cartaz no Centro Cultural Banco do Brasil até o dia 30 de julho de 2017:

http://culturabancodobrasil.com.br/portal/na-boca-cao/

Mesmo bastante debilitado, produziu os discos “Trio Paineiras interpreta Compositores de Hoje” – no qual participa com sua música “Paineiras” e que chega ao mercado neste mês de julho – e o CD de estreia do Harmonitango, com lançamento previsto para outubro de 2017.

Desde sua primeira indicação ao Grammy Latino, em 2011, Sergio Roberto de Oliveira se dedicou intensamente na difusão de sua obra e da música de concerto carioca. Produziu e lançou inúmeros títulos neste segmento, como os CDs do Quinteto Lorenzo Fernandez, Trio Capitu, os dois do Duo Santoro, Cristiano Alves, Ayran Nicodemo, Ricardo Tacuchian, The Biedermeiers, Duo Bretas-Kevorkian, GNU, Orquestra Sinfônica Nacional, escrevendo obras para a maioria destes.

Publicada nos EUA, Inglaterra e Alemanha, sua música já foi executada em 8 países, tendo sido convidado com frequência para palestras sobre sua obra no Brasil e no exterior. No campo da música para cinema, lançou em 2014 o curta “Ao Mar”, e compôs a trilha para os filmes “Alla Prima” e “A Dívida”, sendo indicado com o último no Festival Internacional de Cinema de Madri na categoria “Melhor Música para filme” e no International Filmmaker Festival of World Cinema de Milão na categoria “Melhor Trilha Sonora”. Seu grupo de compositores, Prelúdio 21, é um dos mais ativos do mundo e tem tido destaque no cenário da música contemporânea brasileira, atuando há 17 temporadas ininterruptas. Oliveira era ainda membro do grupo de compositores Vox Novus, baseado em Nova York, e da Academia Latina de Artes e Ciência da Gravação.

Mais sobre Sergio Roberto:
http://www.sergiodeoliveira.com/biografia.php

Jorginho do Pandeiro (1930-2017)

Jorginho do Pandeiro

Jorginho do Pandeiro

De acordo com o site Hoje em Dia, faleceu em 06.07.2017 aos 86 anos o músico carioca Jorginho do Pandeiro, que fez parte do time de músicos das rádios Nacional e Mayrink Veiga, gravou com Canhoto e Jacob do Bandolim, e foi integrante do antológico conjunto Época de Ouro, substituindo Gilberto D’Ávila:

É irmão de um dos maiores violonistas do Brasil, Dino 7 Cordas, e também de Lino do Cavaquinho. Ao longo da sua carreira, trabalhou ao lado de artistas como Jacob do Bandolim, Chico Buarque, Silvio Caldas, Clara Nunes e Elizeth Cardoso.

A causa da morte não foi divulgada. Na internet, músicos lamentaram o falecimento.

Leia mais clicando aqui.

No site Radio Batuta:

Jorge José da Silva, o Jorginho do Pandeiro, reconhecido como um dos maiores nomes do instrumento na história da música brasileira, acompanhou Benedito Lacerda, Pixinguinha, Jacob do Bandolim, Dante Santoro e muitos outros. Até hoje faz parte do conjunto Época de Ouro, legenda do choro. Em várias formações de que participou, teve ao lado seu irmão Dino 7 Cordas. Como músico de estúdio, participou de centenas de gravações. Nesta entrevista a Cristiano Menezes, ele recorda sua trajetória e mostra as diferentes batidas de exímios pandeiristas, como João da Baiana, Russo do Pandeiro, Popeye e seu preferido, Risadinha. Termina, é claro, mostrando sua própria batida, cheia de balanço. Ele ainda é pai de outro grande pandeirista, Celsinho Silva, que há mais de 30 anos toca com Paulinho da Viola. Com este programa, a Batuta procura fazer jus à importância de Jorginho.

Fernando Ferraz Barbosa: Falecimento

Fernando Ferraz Barbosa

Fernando Ferraz Barbosa

De acordo com o UOL, o cantor sertanejo Fernando Ferraz Barbosa morreu na madrugada de 01.07.2017 em um acidente de carro na rodovia Alkindar Monteiro Junqueira, na altura de Itatiba, interior de São Paulo. Dois motociclistas envolvidos no ocorrido também não resistiram aos ferimentos e morreram:

Ao UOL, a Polícia Rodoviária Estadual revelou que o cantor, de 35 anos, trafegava em seu Hyundai i30 no km 27 da rodovia. Fernando invadiu a faixa contrária e bateu de frente com duas motos, uma Honda CG 125 e outra Pop 110. Ele morreu ainda no local.

O piloto e passageiro da CG também não resistiram. O outro piloto foi levado em estado grave à Santa Casa de Itatiba. Seu estado de saúde não foi informado.

Segundo a polícia, não há indícios de que Fernando estivesse sob o efeito de álcool.

O cantor fazia parte da dupla sertaneja Gusttavo Braga & Fernando, do interior paulista. Eles haviam lançado, no segundo semestre do ano passado, o single “Vou Te Pegar”.

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No portal G1:

Dois rapazes de 18 anos que estavam em uma das motos – Fernando Victor Uchoa e Wallacy Dias – não resistiram aos ferimentos e também morreram.

Os jovens foram velados no cemitério municipal e enterrados no cemitério Parque das Acácias, em Itatiba, no domingo. O piloto da outra motocicleta foi socorrido à Santa Casa de Itatiba e permanece internado no hospital. Segundo a instituição, o quadro é considerado estável.

O laudo que deve apontar as causas do acidente ainda não foi emitido.

Gusttavo Braga e Fernando

Gusttavo Braga e Fernando

Fernando formava dupla com Gusttavo há quase um ano e meio. Antes disso, os dois participavam de uma banda de country sertanejo. Os amigos ficaram distantes por 10 anos, até que em um churrasco resolveram voltar a cantar juntos. Segundo Gusttavo, o cantor gostava muito da dupla Bruno e Marrone.

“Ele já estava seguindo carreira solo há seis anos. Sempre mexemos com música, participamos do coral da igreja e nesse churrasco tivemos a ideia de formar a dupla. Fazíamos show pelo sul de Minas Gerais, pelo interior de São Paulo e também na capital. Tínhamos oito shows marcados para julho.”

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Gira, ex-Nação Zumbi: Falecimento

Gira

Gira

De acordo com a FolhaPE, a morte [em 13.06.2017] de José Givanildo Viana dos Santos, mais conhecido como Gira, que foi um dos responsáveis pela formação da percussão da Nação Zumbi, ocorreu devido a uma parada cardíaca enquanto estava internado Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico (HTCP). Segundo Carolina Khouri, da defensoria pública de Pernambuco, que atua no HCTP, Gira não deveria estar detido no local:

“Recebi a informação do falecimento dele. Como é de praxe, fui verificar quem era a pessoa e o que tinha acontecido. Descobri que fiz o pedido de desinternação dele em outubro do ano passado. O crime dele era de leve ameaça e a pena máxima é de seis meses. Não era necessário que ele continuasse lá. Ele podia receber atendimento em outro lugar”, diz a defensora.

“Fiz o pedido em outubro do ano passado e em janeiro deste ano um juiz expediu o alvará de soltura. Mas dentro dos documentos dele na unidade não havia esse alvará. Ele estava detido de forma abusiva e incorreta”, ressalta.

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Em outra reportagem do mesmo jornal:

(…) Renato Lins, um dos idealizadores do Movimento Manguebeat, contou à reportagem da Folha de Pernambuco que não estava muito próximo de Gira, mas sabia que ele estava passando por uma série de problemas psicológicos e financeiros nos últimos anos. Fato lamentável principalmente para alguém com tanto talento como Gira. “Ele fez parte da melhor seção rítmica da música brasileira das últimas décadas. Só mesmo quem tem o groove no sangue para tocar ali”, se derrete o jornalista.

O produtor Paulo André Pires também lamentou muito o falecimento do músico, com quem ele disse ter passado momentos incríveis. “Vivi com ele os melhores dias de nossas vidas. É triste. Ele morreu muito jovem, com pouco mais de 40 anos”, lamenta Paulo André, que recorda ainda o quanto Gira era um profissional dedicado. “Nos shows ele era muito esforçado; dava tudo de si”, comenta.

De origem humilde, Gira era de Peixinhos, em Olinda, e começou a tocar ainda no Lamento Negro, banda pré-Nação Zumbi. Três anos depois da morte de Chico Science, o percussionista saiu da banda, em 2000, e só mantinha contato com Gilmar Bolla 8. Assim como Gilmar, Gira brigava pelos direitos autorais com os outros ex-companheiros, e os acusava de ganharem mais do que eles pelas músicas.

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Vasco Mariz (1921-2017)

Vasco Mariz

Vasco Mariz

De acordo com o Globo Online, o musicólogo, diplomata, advogado, pesquisador e integrante da Academia Brasileira de Música (ABM) Vasco Mariz morreu na madrugada de 16.06.2017 no Hospital Samaritano, Zona Sul do Rio, de pneumonia, aos 96 anos:

Carioca, considerado uma unanimidade na vida cultural brasileira, Mariz ajudou vários artistas ao longo da carreira, é autor de uma das mais copiosas e importantes bibliografias do país e trabalhou intensamente na reorganização da ABM, nos anos 1990.

— Mariz foi uma figura fundamental na música brasileira — avalia o presidente da entidade, André Cardoso – Sua “História da Música Brasileira” é talvez a única panorâmica completa da produção brasileira, do período colonial à música contemporânea. E sua biografia de Villa-Lobos é referencial, traduzida em muitos idiomas.

Mariz ingressou na vida diplomática em 1945, depois de se formar em Direito na Universidade do Brasil (atual UFRJ), e serviu por 42 anos na carreira, chefiando divisões como a de Difusão Cultural e de Política, como embaixador no Equador em Israel, no Chipre, no Peru e na Alemanha Oriental e representante do Brasil na Organização dos Estados Americanos. Em todo lugar, tratava de promover a música e os músicos brasileiros. Em Berlim, seu último posto diplomático como embaixador, convenceu o maestro Kurt Masur a fazer em Leipzig, cidade de Bach, uma homenagem a Villa-Lobos, autor das Bachianas Brasileiras, no ano do seu centenário, 1987.

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Eliza Clivia (1979-2017)

De acordo com o portal G1, no início da tarde de 16.06.2017 a cantora paraibana Eliza Clivia, 36 anos, ex-vocalista da Banda Cavaleiros do Forró, e o marido o baterista Sérgio Ramos morreram em um acidente de trânsito no Centro de Aracaju, segundo o produtor da cantora Jailson Souza:

A cantora, que iniciou a carreira solo há quatro meses, estava em Aracaju para divulgar um show, que seria realizado na noite desta sexta-feira (16), e fazer entrevistas.

Eliza Clivia

Eliza Clivia

De acordo com Souza , ela e o marido estavam em um veículo que bateu em um ônibus nas esquinas das ruas Arauá e Maruim, quando retornavam de uma entrevista. Além do casal, outras três pessoas da equipe estavam no carro foram socorridas, com ferimentos leves, e encaminhadas a um hospital de Aracaju.

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Karl Franz Hummel: Falecimento

De acordo com o portal G1, Karl Franz Hummel, ex-guitarrista da banda Camisa de Vênus, morreu na manhã de 08.06.2017 às 05h50min. Houve uma falsa notícia de morte um dia antes, mas agora a informação foi confirmada pelo músico Eduardo Scott, que também integrou o grupo de rock:

Karl estava internado há cerca de 20 dias no Hospital das Clínicas, de Salvador. Segundo amigos e familiares, ele estava com o fígado comprometido e respirava por aparelhos.

Karl Franz Hummel

Karl Franz Hummel

O corpo do músico será enterrado no Cemitério Jardim da Saudade, em Salvador, às 16h. A informação foi confirmada pelo cemitério.

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Barros de Alencar (1932-2017)

Barros de Alencar

Barros de Alencar

De acordo com o portal G1, o cantor, compositor e comunicador de rádio e TV Barros de Alencar morreu na madrugada de 05.06.2017 aos 84 anos:

Ele estava internado em um hospital no bairro da Mooca, em São Paulo. Segundo post feito por Virgínia Barros, irmã do radialista, no Facebook, o enterro acontece às 13h30, no cemitério Primavera em Guarulhos, Grande São Paulo.

Pela manhã, o radialista Kaká Siqueira, locutor da Tropical FM 107,9 – SP, afirmou que Barros entrou em coma no domingo (04). “Ele estava com o coração bem fraquinho”, afirmou Kaká, que relembrou ainda o período em que o amigo passou por problemas nas cordas vocais e precisou passar por uma cirurgia.

Cristóvão Barros de Alencar nasceu na Paraíba e iniciou sua carreira como radialista em Campina Grande, na Rádio Borborema. Na década de 1960, passou também pelas rádios Tupi, Record e América. Em 1966, lançou seu primeiro disco. Entre seus projetos musicais, gravou em 1975 uma versão em português de “Emmanuelle”, trilha do famoso filme homônimo da época.

cinemagia.wordpress.com

Ao longo dos anos, intercalou a carreira musical com seu reconhecido trabalho nas rádios.

A nota foi encontrada aqui.

Menudos no Barros de Alencar

Menudos no Barros de Alencar

Gregg Allman (1947-2017)

Gregg Allman

Gregg Allman

De acordo com o portal G1, Gregg Allman, um dos fundadores da banda The Allman Brothers Band, morreu em 27.05.2017 aos 69 anos:

Segundo comunicado em seu site oficial, o cantor, compositor e tecladista “morreu pacificamente em sua casa em Savannah, [no estado da] Georgia”, nos Estados Unidos.

A nota não esclarece a causa da morte, porém afirma que ele enfrentava “muitos problemas de saúde nos últimos anos”. Allman foi diagnosticado com hepatite C em 1999 e passou por um transplante de fígado em 2010.

Ele fundou a banda, responsável pela canção “Ramblin’ man” e outro sucessos do gênero que ficou conhecido como “southern rock”, com seu irmão Duane em 1969. Com diversas formações, o grupo se separou muitas vezes ao longo dos anos, mas se apresentou até 2014.

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Gu, do Swing e Simpatia: Falecimento

Gu

Gu

De acordo com o portal G1, Gu, um dos integrantes do grupo de pagode Swing e Simpatia, foi morto a tiros na Rua Paulo, no bairro Vila Emil, em Mesquita, na Baixada Fluminense, por volta das 22h30 de 26.05.2017:

Gu, como era conhecido José Nicolau, estava em frente a uma choperia de sua propriedade quando um carro com um homem passou e disparou pelo menos nove tiros na direção dele, segundo informações iniciais da assessora do grupo, Elaine Ximenes.

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O crítico musical Mauro Ferreira fala sobre o grupo:

Grupo fluminense de pagode que está em evidência na mídia ao longo deste sábado por conta do assassinato do percussionista e vocalista Gu na noite de ontem, 26 de maio de 2017, Swing & Simpatia é um dos muitos descendentes do Raça Negra no mundo do samba. Grupo paulistano projetado a partir de 1990 com um samba que misturava o baticum percussivo do gênero com o toque dos teclados, o Raça Negra criou um tipo de pagode que proliferou ao longo da década de 1990. Swing & Simpatia é fruto desse gênero genérico de samba, mais distante das tradições centenárias do ritmo.

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Márcio Proença (1943-2017)

Márcio Proença

Márcio Proença

De acordo com a coluna do critico Mauro Ferreira, o compositor fluminense Marcio Proença, parceiro de nomes como Aldir Blanc e Paulo César Pinheiro, faleceu em 21.05.2017:

Márcio Proença (14 de novembro de 1943 – 21 de maio de 2017) saiu de cena na primeira hora da madrugada de hoje em Nitéroi (RJ), cidade onde nasceu há 73 anos e da qual nunca quis se afastar. Vítima de complicações decorrentes de leucemia, Proença deixa obra autoral reverenciada no meio artístico. Mesmo sem ter emplacado sucessos populares, o compositor foi gravado e respeitado por quem entende de música, casos de cantoras exigentes ao selecionar repertório, como Beth Carvalho, Leny Andrade e Nana Caymmi.

Foi na voz de Beth, a propósito, que o samba Cabrocha da mangueira, parceria de Proença com Paulo César Pinheiro, chegou ao disco em 1991, no álbum Intérprete, sendo regravado três anos depois por Leny, outra cantora bamba. A mesma Beth Carvalho lançara em 1989 a canção romântica Ziguezagueou, composta por Proença com os parceiros Cláudio Cartier e Marco Aurélio.

Outra voz-grife da música brasileira, Nana Caymmi gravou com Proença em 1984 a composição Águas partidas (Márcio Proença, Marco Aurélio e Paulo Emílio), em registro feito para Eterno diálogo, álbum do compositor que também foi cantor e deixou discos como Márcio Proença (1981), Facho de luz (2004) e Retrato cantado (2014). E por falar em Nana, ela gravaria Outra tarde e Marca da paixão, parcerias de Proença com Marco Aurélio, nos álbuns Alma serena (1996) e Desejo (2001), respectivamente.

A trajetória musical de Márcio Proença começou na década de 1960, quando, ainda estudante, conheceu Gonzaguinha (1945 – 1991) e Paulo Emílio, compositores com os quais iria formar o Movimento Artístico Universitário (MAU) no desabrochar da década de 1970. Ainda nos anos 1970, Proença entrou para o coro da banda do cantor Roberto Carlos, a convite do maestro Eduardo Lages, com quem atuara no Quarteto Forma, grupo vocal dos anos 1960.

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Elza Lakschevitz: Falecimento

Morreu, no Rio em 20.05.2017, a pianista, maestrina e professora Elza Lakschevitz Assunção:

Elza marcou seu nome no cenário musical carioca, com o Coro Infantil do Theatro Municipal, além de suas atividades no campo da música sacra. Elza sofria, há 17 anos, de mal de Alzheimer.

O funeral acontecerá em 21.05.2017:

IGREJA BATISTA ITACURUÇÁ – 13h
Praça Barão de Corumbá, 49, Tijuca – Rio

CEMITÉRIO SÃO FRANCISCO XAVIER –
15h (Cemitério do Cajú)
Rua Monsenhor Manuel Gomes, 155, S. Cristóvão – Rio

Kid Vinil (1955-2017)

A noticia do falecimento do músico Kid Vinil foi dada por seu amigo Luiz Thunderbird no Twitter:

No Globo Online:

Antonio Carlos Senefonte, 62 anos, teve uma parada cardiorrespiratória após fazer show em um clube de Conselheiro Lafaiete (MG) na noite de 15 de abril. A morte foi causada por complicações de um edema.

Paulista de Cedral, Kid Vinil teve grande sucesso nos anos 1980 à frente do grupo Magazine, emplacando hits que aproximaram o rock brasileiro do gosto e da linguagem popular. O país se divertiu com a crônica urbana de “Sou Boy”, embarcou no romantismo adolescente de “Tic Tic Nervoso”, e aprovou sua interpretação de “Comeu”, de Caetano Veloso, tema de abertura da novela “A gata comeu”, da TV Globo, em 1985.

Antes do estouro, porém, Kid já era reconhecido como agitador da cena punk e new wave de São Paulo, atuando como cantor do grupo punk/rockabilly Verminose. A popularidade do Magazine arrefeceu no fim dos anos 80, mas Kid seguiu brilhando como comunicador no rádio e na TV. Fez fãs e “discípulos” por onde passou, pelo carisma e pelo conhecimento enciclopédico de rock que generosamente distribuía a ouvintes e espectadores.

Nos anos 2000, atuou também como executivo de gravadora e como DJ. Retomou as atividades do Magazine e, a partir de 2005, levou em frente o Kid Vinil Xperience. Dono de uma coleção gigantesca de discos (cerca de 10 mil CDs e 10 mil vinis), ele permaneceu até os últimos dias antenado com a produção do rock internacional, que apresentava com entusiasmo de garoto em seu programa de rádio pela 89 FM de São Paulo.

No Wikipedia:

Kid Vinil era o nome artístico de Antônio Carlos Senefonte (Cedral, 10 de março de 1955 – 19 de maio de 2017), que ficou famoso no rock brasileiro dos anos 80. Foi um cantor, radialista, compositor, apresentador de televisão e jornalista. Foi vocalista do Verminose, Magazine, Kid Vinil e os Heróis do Brasil e Kid Vinil Xperience.

(…) Também foi um dos maiores incentivadores do início do movimento punk paulista, organizando shows e tocando músicas de bandas de punk rock e pós-punk em seu programa de rádio.

Site oficial:
http://www.kidvinil.com.br

No site Metropoles:

Kid Vinil, músico, jornalista e radialista, morreu nesta sexta (19/5), aos 62 anos, em São Paulo. O falecimento foi comunicado pelo amigo e radialista Luiz Thunderbird, via Twitter. Ele estava internado há cerca de um mês na UTI do Hospital da Luz, após passar mal em um show realizado em Minas Gerais.

Chris Cornell (1964-2017)

Chris Cornell

Chris Cornell

De acordo com o portal G1, o músico Chris Cornell, vocalista do Soundgarden e mais tarde do Audioslave, morreu na noite de 17.05.2017 aos 52 anos em Detroit, conforme informou a imprensa dos Estados Unidos e a agência Associated Press (AP):

A causa da morte do músico não foi informada. A família pediu privacidade, segundo a mídia norte-americana.

(…) “You know my name”, tema do filme de James Bond Casino Royale foi um dos grandes sucessos do cantor.

Nascido e criado em Seattle, Cornell foi um dos principais arquitetos do movimento grunge, formando o Soundgarden ao lado do guitarrista Kim Thyail e do baixista Hiro Yamamoto, em 1984.

Depois, Cornell formou o supergrupo Audioslave, com Tom Morello de Rage Against The Machine, Tim Commerford e Brad Wilk. Em 2007, se concentrou em carreira solo antes de se reagrupar com Soundgarden, em 2010.

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