Jon Hendricks (1921-2017)

Jon Hendricks

Jon Hendricks

O jazz está de luto. Faleceu Jon Hendricks em 22.11.2017:

Jon Hendricks, a jazz singer and songwriter who became famous in the 1950s with the vocal trio Lambert, Hendricks & Ross by putting lyrics to well-known jazz instrumentals and turning them into vocal tours de force, died on Wednesday in Manhattan. He was 96.

His death, in a hospital, was confirmed by his daughter Aria Hendricks.

Although he was a gifted vocal improviser in his own right, Mr. Hendricks was best known for adding words to the improvisations of others.

He took pieces recorded by jazz ensembles like the Count Basie Orchestra and the Horace Silver Quintet and, using their titles as points of departure, created intricate narratives and tongue-in-cheek philosophical treatises that matched both the melody lines and the serpentine contours of the instrumental solos, note for note and inflection for inflection.

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Marcos Axé: Falecimento

De acordo com o site JC Online, morreu em 19.11.2017 o músico Marcos Axé, percussionista da banda do cantor Otto:

Segundo Pácua, músico e amigo do percussionista, Marcos teve uma parada cardíaca na madrugada, enquanto dormia, e veio a óbito. Ele se apresentaria hoje no encerramento do Festival Mimo.

Além do cantor Otto, Marcos tocou e fi produtor de outras bandas, como Lamento Negro, Via Sat, Baião de Dois, Nação Zumbi, Orquestra do Sucesso e Bloco Nação Mulamba.

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Malcolm Young (1953-2017)

Malcolm Young

Malcolm Young

De acordo com portal G1, Malcolm Young, guitarrista do AC/DC, morreu aos 64 anos:

A banda australiana divulgou neste sábado (18) um comunicado sobre a morte do músico.

Em 2014, após 40 anos no AC/DC, Malcolm deixou a banda por sofrer de demência e outros problemas de saúde.

“Malcolm, ao lado de Angus, era o fundador e criador do AC/DC. Com grande dedicação e comprometimento ele era uma das forças por trás da banda. Como guitarrista, compositor e visionário ele foi perfeccionista e um homem único”, disse a banda.

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Ricardo Bueno: Falecimento

De acordo com a Folha Online, o ex-vocalista da banda Dominó Ricardo Bueno morreu, aos 40 anos, na manhã de 16.11.2017 em São Paulo:

A Secretaria Municipal de Saúde de São Paulo afirmou que o cantor foi internado no dia 7 de novembro em decorrência de um problema odontológico no hospital Ermelino Matarazzo, na zona leste.

Ricardo Bueno

Ricardo Bueno

Segundo a pasta, Bueno morreu em decorrência de septicemia causada por um abcesso odontogênico.

Ricardo Bueno, cujo sobrenome era Phalamesca, participou do Dominó em 1995.

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Manuca Almeida (1963-2017)

Manuca Almeida

Manuca Almeida

Faleceu em 11.11.2017 o músico Emmanuel Gama de Sousa Almeida, mais conhecido como Manuca Almeida. Morreu em São Paulo, onde estava fazendo o tratamento de um câncer. No Dicionário Cravo Albin:

Em 2000, compôs, com Alexandre Leão, a música “Vou pro Barradão”, homenagem ao clube de futebol Vitória, de Salvador, incluída no CD “Vitória 100 anos de glória”.

No mesmo ano, a música “Esperando na janela”, parceria sua com Targino Godim e Raimundinho do Acordeom, gravada por Gilberto Gil ,foi incluída na trilha sonora do filme “Eu, tu, eles”, dirigido por Andrucha Waddington e estrelado por Regina Casé, tornando-se um sucesso nacional, e até internacional.
Em 2001, a música recebeu o prêmio Grammy Latino, na categoria Melhor Música Brasileira.

No mesmo ano, a sua música “Clareza”, gravada pela cantora Dionorina, foi escolhida, em eleição pela internet, como o melhor reggae nacional. Em seguida, teve as músicas “Tanto tempo”, “Eu não estava só” e “Moderno”, com Alexandre Leão, e “Minha Palavra”, “Eu não nasci de calça jeans” e “Alho no bolso”, com Alexandre Leão e Ivan Huol, gravadas por Alexandre Leão no CD “Minha palavra”, de produção independente.

Ainda em 2001, teve a sua música “Pop zen”, parceria com Alexandre Leão e Lalado, gravada por Ivete Sangalo.

No mesmo ano, o grupo baiano Lampirônicos, no CD “Que luz é essa?”, lançado pela Sony Music, gravou as músicas “Aboio nova era”, com Carlos Vilela, e “Pop zen”, com Alexandre Leão e Lalado.

Também em 2001, teve a música “Meu amor quem dera”, parceria com João Sereno e Targino Godim, gravada por Dominguinhos no CD “Lembrando de você”, lançado pela Sony Music.

Leia mais clicando aqui. Era casado com Lú Almeida, comunicadora e parceira inseparável, pai de 3 filhas.

Gamarra, do Galocantô: Falecimento

De acordo com matéria no jornal Extra, o cavaquinista do grupo de samba Galocantô, Pablo Amaral, também conhecido como Gamarra, morreu em 06.11.2017 durante uma partida de futebol em Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio:

O músico de 37 anos teve um enfarto fulminante enquanto jogava com os amigos. Após passar mal em campo, ele chegou a ser levado ao Hospital do Andaraí, na Zona Norte, mas não resistiu.

Gamarra

Gamarra

(…) O corpo de Pablo Gamarra será levado ao Instituto Médico Legal (IML) nesta terça-feira. Nesta quarta-feira, ele será velado, a partir do meio-dia, no Cemitério do Caju (São Francisco Xavier), Capela B, Zona Norte do Rio. O seputamento está marcado para às 16h30. Ele deixa uma filha de 4 anos.

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Elson do Forrogode (1942-2017)

Elson do Forrogode

Elson do Forrogode

De acordo com o blog de Mauro Ferreira, o cantor e compositor Elson do Forrogode faleceu hoje em 02.11.2017 na cidade do Rio de Janeiro, aos 75 anos, vítima de complicações decorrentes de diabetes e insuficiência renal. Velório (a partir das 7h) e enterro (marcado para as 12h) em 03.11.2017 no Cemitério do Caju, no Rio:

Em 1989, o cantor carioca Elson Cruz (20 de março de 1942 – 2 de novembro de 2017), conhecido como Elson do Forrogode, lançou um álbum chamado Alô Brasil (RGE). O país atendeu ao chamado do artista no título do disco e cantou uma das músicas do álbum, Talismã, um dos muitos sucessos emplacados na década de 1980 pela dupla hitmaker de compositores formada por Michael Sullivan e Paulo Massadas. Talismã se tornou uma das músicas mais tocadas no Brasil naquele ano de 1989 e virou o maior sucesso da carreira de Elson.

O nome artístico de Elson do Forrogode já anunciava a mistura sonora que o artista procurou emplacar a partir de 1987, promovendo no álbum Forrogode (1987) a fusão de forró – genérico gênero musical que designa vários ritmos nordestinos, dos quais o cantor sempre gostou – com o pagode que conquistara o Brasil a partir de 1985 e que gerou ídolos como Zeca Pagodinho. A rigor, a mistura não emplacou. Tanto que o maior sucesso de Elson, Talismã, era em essência uma canção de amor que o intérprete gravou com toque de samba.

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Fats Domino (1928-2017)

Fats Domino

Fats Domino

De acordo com o portal G1, o ntor e músico americano Fats Domino, considerado uma lenda do rock e influência de Elvis Presley e Beatles, morreu em 25.10.2017 aos 89 anos:

De acordo com o jornal britânico “The Guardian”, o artista morreu de causas naturais.
Um porta-voz do instituto médico legal de Nova Orleans, onde Domino nasceu, confirmou a morte, que mais cedo havia sido anunciada pela filha da lenda do rock em um canal de TV local. O músico morava em Harvey, cidade separada de Nova Orleans pelo rio Mississippi.
Ao longo de cinco décadas de carreira, famoso pelo seu estilo de tocar piano, Fats Domino vendeu mais de 65 milhões de discos.

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Leia também:
R.I.P. Fats Domino, New Orleans rhythm and blues legend has died at 89

Ataulpho Alves Junior (1943-2017)

Ataulpho Alves Júnior

Ataulpho Alves Júnior

O cantor Ataulpho Alves Júnior morreu de infarto, ao lado da sua esposa, no apartamento em que morava, no Rio de Janeiro, em 15.10.2017:

Nascido no Rio de Janeiro em 05 de agosto de 1943, era filho do compositor Ataulfo Alves de Souza, e herdou do pai o tradicional lenço branco que foi sua marca registrada. Seu grande sucesso, Os meninos da Mangueira, foi gravado em 1976.

Com 40 anos de carreira, gravou cerca de 20 discos. Ganhou inúmeros troféus e se apresentou em Portugal e na Espanha. Defensor da MPB, participou com grande sucesso de importantes programas de televisão e rádio.

A notícia foi encontrada aqui.

No Dicionário Cravo Albin:

No ano de 1973, teve sua música “A Mangueira é você” gravada por Moreira da Silva.

Em 1976, gravou seu primeiro grande sucesso, “Os meninos da Mangueira” (Rildo Hora e Sérgio Cabral). A música alcançou o 1º lugar nas paradas de sucesso da época, abrindo caminho para outros sucessos do cantor, como “Pedro sonhador” (Rildo Hora e Sérgio Cabral), “Canto de amor”, “A bela da tarde” (Rildo Hora e Sérgio Cabral), “Mais um samba de amor”, “Razão pra cantar”, “Emoções fortes” e “Paixão estilo antigo”.

Entre 1992 e 1993, excursionou pela Europa, apresentando-se em várias cidades. Voltou à Europa nos anos de 1996, 1997 e 1998, apresentando-se em várias casa noturnas como Casino Vilamoura (Algarve), Casino Solverde (Espanha), Ilha da Madeira, Expo-98, em Lisboa, Sevilla, Astúrias, Oviedo e em Granada.

Sergio Sá: Falecimento

Sergio Sá

Sergio Sá

De acordo com o portal G1, o compositor Sérgio Sá morreu na madrugada de 03.10.2017, em Fortaleza. O filho do artista publicou a mensagem no Facebook relatando que o pai sofreu um infarto:

“É com imensa tristeza que comunico o falecimento de meu pai Sérgio Sá durante esta madrugada. Sérgio que estava na casa de uma prima em Fortaleza, foi vítima de um rápido processo de infarto por volta das 2h30 e não resistiu e nos deixou com a eterna saudade. Meu pai sempre foi homem íntegro, sempre buscou grande excelência, produtor e compositor que deixou fortes marcas em nossa música e em minha vida, agora tornou-se a forte memória de alguém que nunca deixou de acreditar na força e sutileza do amor”.

Sérgio Sá tinha 64 anos e nasceu com catarata congênita. O artista tinha 48 anos de carreira e compôs mais de 350 canções, incluindo sucessos de Roberto Carlos, Simone Tim Maia, Fábio Junior, Chitãozinho e Xororó, entre outros. Na década de 1970, adotou o nome de Paul Bryan e lançou diversas baladas românticas.

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Tom Petty (1950-2017)

Tom Petty

Tom Petty

De acordo com o portal G1, o cantor americano Tom Petty, de 66 anos, morreu em 02.10.2017, após sofrer um ataque cardíaco no dia anterior, informa o site oficial do cantor, em nota assinada pelo porta-voz da família e empresário do artista, Tony Dimitriades:

O representante do músico confirmou que Petty morreu rodeado de amigos, familiares e companheiros da sua famosa banda The Heartbreakers por volta das 20h40 no horário local (0h40 desta terça-feira (3), no horário de Brasília). Leia a íntegra abaixo
O site “TMZ” informou que o músico estava inconsciente e sem respirar quando foi atendido, na noite do último domingo (1º), em sua residência em Malibu, na Califórnia. No entanto, os serviços de emergência foram capazes de recuperar a pulsação e o levaram para o Hospital Santa Monica.

Leia mais clicando aqui. Tom foi fundador, líder e vocalista da banda Tom Petty and the Heartbreakers. Também foi integrante do supergrupo Traveling Wilburys, na década de 80. Sua antiga banda se chamava Mudcrutch (1969-1975, 2008-2017).

Paulinho da Aba (1945-2017)

Paulinho da Aba

Paulinho da Aba

De acordo com o portal G1, Paulo Roberto Corrêa, o Paulinho Corrêa ou Paulinho da Aba, faleceu em 26.10.2017:

Paulinho foi um bamba do samba carioca que conseguiu projeção fora da roda quando Martinho da Vila gravou em 1984 o samba Na aba, composto por Paulo com Ney Silva e com Mestre Trambique (1945 – 2016). Lançado sem repercussão na voz de Bezerra da Silva (1927 – 2005) em 1982, o samba fez tanto sucesso com Martinho que Paulo Roberto Corrêa virou para sempre Paulinho da Aba. Martinho é de Vila Isabel, como era Paulo, o bamba que saiu de cena ontem, na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), aos 72 anos, em decorrência de AVC.

Contudo, antes de se projetar como compositor na aba de Martinho, Paulinho já era músico requisitado. Percussionista, logo aprendeu a manusear com maestria o pandeiro, instrumento que lhe tornou um craque dos palcos e dos estúdios. O toque desse pandeiro foi ouvido em discos e shows de cantores como Beth Carvalho, Clara Nunes (1942 – 1983), João Nogueira (1941 – 2000) e o próprio Martinho.

Há dois anos, em 2015, Paulinho da Aba lançou um tardio primeiro álbum solo, Onde o samba mora, disco no qual o criador deu voz às próprias criações. Foi um registro autoral de obra que inclui composições como O samba é a minha escola (1995), parceria com Mart’nália, Agrião e Claudio Jorge lançada pela filha de Martinho da Vila.

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Célia (1947-2017)

Célia

Célia

De acordo com o Estadão, a cantora Célia morreu, aos 70 anos, na noite de 29.09.2017, vítima de câncer, em São Paulo:

A informação foi dada pelo produtor Thiago Marques Luiz e, logo em seguida, pelo Facebook oficial da cantora. “É com imensa tristeza que informamos o falecimento da cantora Célia”, disse o comunicado na página. O velório será realizado no Cemitério do Araçá, neste sábado, 30, das 9h às 15h.

A notícia pode ser encontrada clicando aqui.

No Dicionário Cravo Albin:
http://dicionariompb.com.br/celia

Leia também:
Grande cantora de voz expressiva e grave, Célia sai de cena aos 70 anos

Matéria, também de Mauro Ferreira, de 08.09.2017:
Célia, cantora que fez no tempo soar a própria sílaba, festeja hoje 70 anos

Trecho da matéria:

Célia chega hoje aos 70 anos de vida com a voz grave que o país ouviu pela primeira vez em 1970, ano em que a cantora foi revelada no programa de TV Um instante, maestro!, comandado pelo controvertido apresentador Flávio Cavalcanti (1923 – 1986).

No embalo da projeção nacional pela TV, Célia iniciou promissora carreira fonográfica na primeira metade dos anos 1970, década em que lançou quatro álbuns pela extinta gravadora Continental, todos batizados com o nome da cantora. Os três primeiros, de 1971, 1972 e 1975, são especialmente relevantes. O primeiro trouxe regravação de Adeus, batucada (Synval Silva, 1935) que mostrou que Célia sabia pisar com firmeza no terreirão do samba. Habilidade confirmada em 1975 quando a cantora deu voz a outro samba antigo que seria, a partir de então, associado à voz de Célia: Onde estão os tamborins? (Pedro Caetano, 1946).

Assim como a voz de Célia, os tamborins ficaram mais escondidos nos anos 1980 e 1990, década refratária a cantoras associadas a uma MPB que já começava a ficar à margem do mercado. Célia, atualmente mais conhecida em São Paulo do que no resto do Brasil, gravou discos eventuais, mas amargou injusto ostracismo até retomar a carreira fonográfica com regularidade, na última década, sob a batuta do produtor Thiago Marques Luiz.

A página oficial da cantora no Facebook anunciava, em 10.09.2017, o lançamento para breve de um DVD:

Lucia Garofalo: Falecimento

De acordo com o Correio Braziliense, na noite de 23.09.2017, aos 72 anos, a jornalista e radialista Lucia Garofalo, diretora presidente da Brasília Super Rádio FM, após luta contra o câncer:

O comunicado foi transmitido em tom emocionado pela rádio na qual ela trabalhou por 37 anos, em nome da equipe e da família. “Esta voz, que diariamente, ao longo de 37 anos embalou e despertou o sono da capital do Brasil emudeceu-se”.

Lúcia Garofalo

Lúcia Garofalo

O velório será na segunda-feira (25/9), a partir das 8h, no Campo da Esperança, na capela 7. O enterro será às 11h30.

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Charles Bradley (1948-2017)

Charles Bradley

Charles Bradley

De acordo com o Globo Online, o cantor americano Charles Bradley, uma lenda do soul, morreu neste sábado aos 68 anos. Ele, que foi diagnosticado com um câncer no estômago no ano passado, se apresentaria no Rock in Rio, no palco Sunset, no dia 16. O show precisou ser cancelado pois a doença chegara ao fígado. Os substitutos foram os brasileiros Rael e Elza Soares:

A página oficial do cantor no Facebook confirmou a morte do artista.

“É com o coração pesado que anunciamos a passagem de Charles. O senhor Bradley era muito grato pelo carinho que estava recebendo de seus fãs, e esperava que sua mensagem de amor fosse lembrada e passada para as próximas gerações. Obrigado pelos pensamentos positivos e pelas orações durante este período difícil”, escreveu a equipe do cantor.

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Laudir de Oliveira (1940-2017)

Laudir de Oliveira

Laudir de Oliveira

Faleceu em 17.09.2017 o grande percussionista Laudir de Oliveira:

Integrou por quatro anos a banda de Sérgio Mendes, a Brasil 66, por um acaso do destino: o percussionista da banda havia sofrido um acidente, cortou a mão com um copo na véspera de uma turnê, e Laudir então foi convocado, tendo permanecido na banda por quatro anos, até gravar com o Grupo Chicago, que acabou por admití-lo como membro oficial por oito anos. Com eles, recebeu um Grammy em 1976.

Leia mais clicando aqui. Laudir morreu por volta das 17h fazendo o que mais gostava: tocando.

Update 20h55 – No Globo Online:

Laudir morreu na tarde deste domingo, enquanto fazia uma apresentação num palco montado na Praça Ramos Figueira, no bairro de Olaria, Zona Norte do Rio.

De acordo com relatos de pessoas que acompanhavam o show “A Paulo Moura com Carinho”, um tributo ao famoso saxofonista e clarinetista, o percussionista teria desmaiado ainda no palco, e mesmo socorrido, não teria resistido a um infarto fulminante — no palco, Laudir estava acompanhado dos músicos Zé da Velha, Jovi Joviniano, Daniela Spielmann, entre outros.

Ao longo de mais de 50 anos de carreira, Laudir tocou ao vivo e em estúdio com alguns dos maiores ícones nacionais e internacionais da música, como Jackson Five, Wayne Shorter, Nina Simone, assim como acompanhou o guitarrista Santana no Rock in Rio II.

Wilson das Neves (1936-2017)

Wilson das Neves

Wilson das Neves

De acordo com o portal Uai, o grande músico carioca Wilson das Neves, de 81 anos, morreu na noite de 26.08.2017 em um hospital da Ilha do Governador, no Rio de Janeiro:

Ele estava internado e lutava contra um câncer há alguns anos.

Wilson foi figura importante para a MPB, especialmente o samba, como compositor e instrumentista em seus mais de 50 anos dedicados à música. Ao longo de sua carreira participou de mais de 600 gravações com todos os maiores nomes da MPB.

Leia mais clicando aqui.

No Facebook:

No site Carnavalesco:

No Império Serrano, Wilson das Neves desfilou à frente da bateria Sinfônica do Samba. Desde 2004, ele era padrinho da bateria da escola da Serrinha. Em 2017, ele foi enredo da Tupy de Brás de Pina com o título “O Dom de Wilson das Neves”.

Ano passado, em entrevista ao jornal O Globo, Wilson das Neves contou como surgiu a paixão pela bateria. “Quando o baterista estava distraído, eu tocava de leve o tambor com a minha mão. Uma, duas, três vezes, até levar uma baquetada. Ele reclamava: “Não mexe no meu ganha-pão, menino!”. Eu pensava: “Eu sei fazer aquilo, só não sei como…”. O nome dele era Suruba, não me pergunte por quê. Hoje, só me resta dizer: obrigado, Suruba”.

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No Dicionário Cravo Albin:
http://dicionariompb.com.br/wilson-das-neves

No Wikipédia:

Estudou música com Joaquim Naegele e logo depois com Darci Barbosa. Aos 14 anos, através do ritmista Edgar Nunes Rocca, o “Bituca”, tocou na Escola Flor do Ritmo, no bairro do Méier. Anos mais tarde, deu começo à sua carreira de baterista na orquestra de Permínio Gonçalves.

Entre 1957 e 1968, Wilson das Neves acompanhou a pianista Carolina Cardoso de Menezes, foi membro do Conjunto de Ubirajara Silva, estreou como músico de estúdio na Copacabana Discos, se integrou em conjuntos como o de Steve Bernard e o de Ed Lincoln. Tocou com o flautista Copinha, com o pianista Eumir Deodato no conjunto Os Catedráticos, e com Eumir e Durval Ferreira no grupo Os Gatos. Fez parte da orquestra de Astor Silva, da orquestra da TV Globo e da orquestra da TV Tupi de São Paulo, liderada pelo maestro Cipó. Em 1965, participou da gravação do disco Coisas do mastro e compositor Moacir Santos, tocando bateria em todas as faixas do álbum. Além disso, gravou com Elza Soares, o disco Elza Soares – Baterista: Wilson das Neves e formou seu conjunto, registrando o LP Juventude 2000.

Em 1969 gravou pela Polydor seu segundo disco, Som Quente É o das Neves e, no ano seguinte, o LP Samba Tropi – Até aí morreu Neves, desta vez pelo selo Elenco/Philips. Estes dois trabalhos tiveram arranjos de Erlon Chaves. Desse período até 1973, acompanhou artistas como Elis Regina, Egberto Gismonti, Wilson Simonal, Elizeth Cardoso, Roberto Carlos, Francis Hime, Taiguara e Sérgio Sampaio.

Em 1975 participou da gravação dos discos Lugar Comum, do músico João Donato; e Meu Primeiro Amor, da cantora Nara Leão; no ano seguinte, tocou timbales no clássico África Brasil, de Jorge Ben.

Mais em
https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Wilson_das_Neves

Update 27.08.2017 – Texto de Mauro Ferreira:
Baterista que cantava, Wilson das Neves sai de cena no Rio aos 81 anos

John Abercrombie (1944-2017)

De acordo com o Jornal de Notícias de Portugal, o guitarrista norte-americano John Abercrombie, apontado como uma “das lendas do jazz contemporâneo”, morreu em 22.08.2017 aos 72 anos, em Cortland, no Estado de Nova Iorque:

“Com profunda tristeza, a sua família anuncia que o lendário guitarrista de jazz John Abercrombie faleceu na tarde de 22 de agosto”, lê-se na página do músico na rede social Facebook.

John Abercrombie

John Abercrombie

“A família aprecia as demonstrações de carinho e apoio e, respeitosamente, pede privacidade neste momento difícil”, lê-se na breve declaração.

A notícia foi encontrada aqui.

Zabé da Loca (1924-2017)

Zabé da Loca

Zabé da Loca

De acordo com o portal G1, a artista pifeira Zabé da Loca morreu na manhã de 05.08.2017 na Comunidade Santa Catarina, na zona rural de Monteiro, no Cariri da Paraíba:

As primeira informações repassadas pela família são de que Zabé estava com 93 anos de idade e morreu em casa de morte natural. Nos últimos anos, Zabé lutava contra a doença de alzheimer.

Ainda segundo a família, o corpo da pifeira será velado em casa durante toda a manhã deste sábado. Já à tarde, o velório acontecerá no Memorial Zabé da Loca, no Sítio Tungão, Fazenda Santa Catarina, a partir das 13h.

Haverá velório também no domingo (6) no Centro Cultural de Monteiro, às 7h. O sepultamento será às 10h, no cemitério municipal de Monteiro.

A Prefeitura de Monteiro decretou luto.

Leia mais clicando aqui.

Por Mauro Ferreira:

Exímia tocada de pífano, flauta típica da música nordestina, Isabel Marques da Silva (Buíque / PE, 12 de janeiro de 1924 – Monteiro / PB, 5 de Agosto de 2017) sai de cena na manhã de hoje, aos 93 anos, com o devido reconhecimento pelo talento de instrumentista. Vítima da doença batizada como Mal de Alzheimer, Isabel foi (re)conhecida com o nome artístico de Zabé da Loca.

Contudo, para que o som da instrumentista ecoasse além das fronteiras da Paraíba, foi preciso que Zabé saísse da loca, ou seja, da gruta cavernosa em que se abrigou por longos 25 anos com a família. Embora tenha nascido em Pernambuco, no município de Buíque (PE), foi na Paraíba, para onde migrou na adolescência, que Zabé fez fama local no manejo do pífano que aprendeu a tocar com um irmão, aos 10 anos.

Descoberta em 2003, aos 79 anos, gravou naquele ano o primeiro álbum com composições de lavra própria, Canto do semi-árido, recebido com curiosidade no universo musical brasileiro por conta da trajetória lendária da vida da artista. Quatro anos depois, em 2007, Zabé gravou o segundo disco, Bom todo, lançado em 2008, ano em que recebeu do Ministério da Cultura a Ordem do Mérito Cultural.

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Luiz Melodia (1951-2017)

Luiz Melodia

Luiz Melodia

De acordo com o portal G1, o cantor, compositor e músico carioca Luiz Melodia morreu, na manhã de 04.08.2017, no Rio:

Aos 66 anos, o cantor lutava contra um câncer que atacou a medula óssea. Ele morreu durante esta madrugada, por volta das 5h.

A informação foi confirmada ao colunista musical do G1 por Renato Piau, guitarrista que tocou com Melodia, após ligação para a família do artista. Melodia chegou a fazer um transplante de medula óssea e resistiu ao procedimento, mas não vinha respondendo bem à quimioterapia. O câncer voltou e o estado de saúde de Melodia se agravou bastante nesta quinta-feira (3). O artista estava internado no hospital Quinta D’Or.

Luiz Carlos dos Santos nasceu em 7 de janeiro de 1951 no Morro do Estácio, no Rio de Janeiro.

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Velório: sexta, 04.08.2017, a partir das 18h na quadra da Estácio de Sá.
Sepultamento: sábado, 05.08.2017, 10h, Cemitério do Catumbi.

Luiz Melodia

Leia mais sobre a carreira de
https://cinemagia.wordpress.com/2017/08/04/luiz-melodia-1951-2017/

No Correio 24Horas, sobre a doença do cantor:

O tratamento começou em julho do ano passado, mas em março deste ano Melodia precisou ser internado no Hospital Quinta D’Or, no Rio de Janeiro.

Na época, a assessoria do artista informou que o tratamento de quimioterapia feito no hospital “resultou em uma baixa glicemia e acidez sanguínea”. “Por esse motivo ele se encontra internado no CTI. Luiz permanecerá internado para que as sessões de quimioterapia sejam realizadas com maior segurança e na sequência fará um autotransplante de medula, que é o único tratamento com resultado efetivo”, dizia o comunicado. Em maio, ele foi submetido ao transplante e no fim de junho pôde voltar para casa. A recuperação do artista vinha se dando de forma progressiva, segundo amigos e familiares.

Afastado dos palcos desde então, Melodia ainda viveu outro drama enquanto esteve internado. Sua casa no Rio de Janeiro foi assaltada em maio, no mesmo dia da realização do transplante. Quatro bandidos renderam o filho dele e um amigo e ainda levaram parte do acervo do artista.

Em entrevista ao jornal Extra na época, a esposa do músico, Jane Reis, se mostrou desolada com a perda. “Tinha tudo nesse computador. Os 40 anos de carreira de Luiz Melodia estavam inteiros lá: a biografia em inglês, todos os releases, do “Pérola Negra” até hoje, parte da passagem dele pela Europa, além de toda a discografia e de todas as músicas. O acervo inteiro se perdeu. Acho que vai dar para recuperar, mas vai ser um inferno. Prefiro nem ficar tão irritada agora, por conta da situação médica do meu marido”, contou.

O último trabalho do cantor, Zerima, foi lançado em 2014 e apresentado em Salvador em janeiro de 2015. Na época, Melodia foi nomeado cidadão soteropolitano, e já tinha quase três anos sem fazer shows na capital baiana.

Luiz Melodia

No Extra:

Acostumado desde os 8 anos a ser arrastado pelo pai, músico amador, para as rodas boêmias da região, ele cresceu sem se prender exclusivamente à tradição local de samba, seresta e choro. A partir dos gostos paterno e materno, aprendeu a curtir boleros de Anísio Silva, o samba dor-de-cotovelo de Lupicínio Rodrigues e a música nordestina de Gonzagão e Jackson do Pandeiro.

Mas a janela para o mundo se abriu mesmo com programas como “Hoje é dia de rock”, que Jair de Taumaturgo comandava na Rádio Mayrink Veiga desde o fim dos anos 50. Aos poucos, o menino que sonhava em ser ponta-direita do Vasco foi tragado pelo iê-iê-iê da vizinhança (a rua Haddock Lobo, reduto da Jovem Guarda, começa no Largo do Estácio) e montou conjuntos semiprofissionais para embalar bailinhos nas comunidades da área. Houve Os Instantâneos e Os Filhos do Sol, que tocavam tudo que fosse necessário para animar uma festa, com inglês de puro embromation.

Melodia também freqüentou programas de calouros, com relativo sucesso: na rádio Mauá, ficou em primeiro lugar em um concurso com sua interpretação de “Rosita” (de Francisco Lara e Jovenil Santos), faixa do LP “Roberto Carlos Canta Para a Juventude”, de 1965.

Leia a matéria completa clicando aqui.

Luiz de França: Falecimento

De acordo com o site do jornal O Dia, morreu em 28.07.2017 aos 71 anos o radialista Luiz de França em casa, na Tijuca, Zona Norte do Rio:

Ele teve uma parada cardiorrespiratória. De acordo com a família, ele deixou o Hospital Estadual Getúlio Vargas, na Penha, após uma insuficiência respiratória.

Luiz de França trabalhou na Rádio Globo durante 28 anos. Na empresa, ele ficou conhecido por ter sido comunicador. Ele será enterrado neste sábado, às 13h, em Barbacena, Minas Gerais, cidade onde nasceu.

A nota foi encontrada aqui.

Guaracy 7 Cordas: Falecimento

Guaracy 7 Cordas

Guaracy 7 Cordas

De acordo com o Globo Online, morreu em 27.07.2017, aos 78 anos, Guaracy de Castro, o Guaracy 7 Cordas, músico da Velha Guarda da Portela e membro do Conselho Deliberativo da escola:

O sambista, que estava internado há duas semanas no Hospital Quinta D’Or, em São Cristovão, lutava contra um câncer. A família ainda não divulgou informações sobre velório e enterro.

Nascido na comunidade da Boca do Mato, na Zona Norte, logo cedo aprendeu a tocar instrumentos de corda. Iniciou a carreira em programas de rádio e participou de diversos conjuntos regionais. Começou tocando banjo, passou sucessivamente ao cavaquinho, ao violão de 6 cordas e por fim ao violão de 7 cordas, por sugestão de Jacob do Bandolim, como detalha o livro “A Velha Guarda da Portela”, de João Baptista M. Vargens e Carlos Monte.

Muito amigo de Candeia e Martinho da Viola (companheiro desde a época da Boca do Mato), acompanhou nomes como Elza Soares, Bezerra da Silva e Dona Ivone Lara, entre outros. Entrou para a Velha Guarda Show em 1994, em substituição a Jorge do Violão, a convite de Osmar do Cavaco. Chegou, ainda, a ter canções de sua autoria gravadas por Elza Soares e Núbia Lafayette.

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Chester Bennington (1976-2017)

Chester Bennington

Chester Bennington

De acordo com o portal G1, Chester Bennington, vocalista da banda de rock Linkin Park, morreu aos 41 anos, segundo informou uma fonte policial em 20.07.2017 à agência Associated Press. Segundo o site TMZ, o músico cometeu suicídio em uma residência privada em Palos Verdes Estates, na Califórnia (EUA):

O cantor teria se enforcado no local. Seu corpo foi encontrado nesta quinta, pouco antes das 9h locais, de acordo com o TMZ. Chester era casado e tinha seis filhos.

Bennington lutou por anos contra drogas e álcool. Ele disse em uma entrevista no ano passado que já havia pensado em suicídio porque foi abusado quando criança, por um homem mais velho.

Ainda conforme o TMZ, o músico era muito próximo de Chris Cornell, vocalista do Soundgarden e do Audioslave, que morreu em maio – também em um suicídio por enforcamento, segundo médicos legistas.

O Linkin Park teve seu auge no início dos anos 2000, com os álbuns “Hybrid theory” e “Meteora”. Na época, o grupo emplacou seu rock alternativo, com influência de rap e metal, em paradas de sucessos, com músicas como “Faint”, “In the end”, “Crawling” e “Numb”.

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Cantando com Chris Cornell:

Barbara Weldens: Falecimento

De acordo com o portal G1, a cantora francesa Barbara Weldens morreu durante o concerto que realizava na igreja de Goudron, na França, durante o Festival Léo Ferré, em 19.07.2017:

Segundo apurações da rádio Europe1, Barbara teria morrido eletrocutada. Um inquérito para a investigação do caso foi aberto.

Ainda de acordo com informações da rádio, Barbara sofreu uma parada cardíaca e não houve tempo para a equipe médica prestar socorro quando chegou ao local.

Barbara Weldens

Barbara Weldens

Barbara Weldens tinha 35 anos e, em 2016, recebeu venceu o concurso de jovens talentos no Festival l Jacques Brel além do prêmio de revelação pela Academia Charles Cros.

No início de fevereiro, a cantora havia lançado se primeiro álbum, intitulado “Le grand H de l’homme”.

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Mais sobre a carreira da artista:
http://www.barbara-weldens.com