Arthur Poerner (1939-2022)

O professor e escritor Arthur Poerner, jornalista e compositor, professor, faleceu em 30.06.2022, de acordo com publicações nas redes sociais.

Arthur Poerner

Arthur foi perseguido e exilado durante a ditadura militar e, entre suas obras, está o livro “O poder jovem: história da participação política dos estudantes brasileiros”, sobre a história do movimento estudantil no Brasil. No site da UNE:

Arthur José Poerner nasceu em 1º de outubro de 1939, no Rio de Janeiro. Filho de Arthur Poerner e Catarina Dickmann Poerner, cursou o primeiro grau em uma escola estadual em Santa Tereza. Começou a fazer o segundo grau no Colégio Amaro Cavalcanti, no bairro do Catete, mas foi para Angra dos Reis estudar no Colégio Naval em 1957. Em 1959, ingressou na Escola Naval, mas desistiu logo no ano seguinte. Em 1964, entrou para Faculdade Nacional de Direito da Universidade do Brasil, hoje Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Poerner começou sua carreira em 1962, como repórter do Jornal do Commercio, no Rio de Janeiro. Ainda no mesmo ano, foi redator da Standard Propaganda e, em 1963, do Correio da Manhã. Trabalhou também como articulista da revista Civilização Brasileira e como diretor da Folha da Semana – semanário do Partido Comunista Brasileiro –, motivo pelo qual acabou por responder a dois processos que o acompanharam durante vários anos.

Em 1965, Poerner foi co-autor da obra Assim marcha a família, com José Louzeiro e outros. Em 1966, lançou o livro Argélia: o caminho da independência. Ainda naquele ano, teve todos os seus direitos políticos suspensos pelo então presidente Castelo Branco.

Leia mais em
https://www.une.org.br/2011/08/arthur-poerner/

Tárik Lima: Falecimento

Tarik Lima

De acordo com o site do jornal O Dia, o cantor Tárik Lima morreu na madrugada de 26.06.2022, após ser vítima de um grave acidente na BR-101, em Bayeux, na Grande João Pessoa:

Ele e a namorada, Gabrielle Oliveira, estavam em uma moto quando colidiram com um carro, na última sexta-feira, dia 24. A jovem, que estava na garupa, morreu na hora. Já o artista foi levado ao Hospital de Trauma, mas não resistiu.

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Roberto Luna (1929-2022)

Roberto Luna

De acordo com o portal G1, o cantor Roberto Luna faleceu na manhã de 26.06.2022, aos 92 anos, de causas não reveladas pela família do artista ao comunicar a morte de Luna em redes sociais:

O cantor morreu em São Paulo (SP), cidade onde residia no Palacete dos Artistas, espécie de retiro que concentra veteranos que já saíram de cena.

Roberto Luna iniciou a trajetória artística na cidade do Rio de Janeiro (RJ), para onde se mudou em 1945. Atuou no rádio e foi crooner de boates cariocas no fim da década de 1940.

A carreira fonográfica ganhou impulso há 70 anos com a edição em 1952 do single de 78 rotações em que Luna deu voz ao bolero Por quanto tempo (Marino Pinto e Don Al Bibi) e ao samba-canção Linda (Erasmo Silva e Ruy Rey).

Roberto Luna

Foi a melodramáticos gêneros musicais – como o bolero, o samba-canção e o tango – que a voz de Roberto Luna ficou primordialmente associada. Entre os anos 1950 e 1960, décadas do apogeu artístico do cantor, Luna lançou singles e álbuns pelas gravadoras Odeon e RGE.

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Eliezer Ramos (1960-2022)

O músico Eliezer Ramos faleceu em 23.06.2022. O culto em Ação de Graças por Eliezer acontece sábado, dia 25 de junho de 2022, às 10 horas:

Local: Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro, Rua Frei Caneca 525, Estácio.

O sepultamento será realizado no Cemitério São João Batista, Botafogo, às 13:30.

Nota da Faculdade Batista do Rio de Janeiro:

A Faculdade Batista do Rio de Janeiro, Seminário do Sul, lamenta o falecimento de nosso querido ex-aluno Eliezer Ramos, da turma de 1996 de Música Sacra. Atualmente ele fazia parte do Departamento Cultural da PIB do Rio de Janeiro. Nesta quinta-feira (23), aprouve o Senhor recolher para os seus braços este querido e importante pesquisador da História dos Batistas.

O Seminário do Sul roga para que o Espírito Santo console a todos os familiares, parentes e amigos. Somos gratos a Deus por sua vida e ministério enquanto esteve entre nós.

Paulo Diniz (1940-2022)

Paulo Diniz

De acordo com o site do Jornal do Commercio, o cantor, compositor e locutor pernambucano Paulo Diniz, dono de muitos sucessos da MPB nos anos 1970, faleceu em 22.06.2022 aos 82 anos. O motivo da morte ainda não foi divulgado. A informação foi confirmada pelo radialista Geraldo Freire, da Rádio Jornal:

Nascido em Pesqueira, em Pernambuco, Paulo Diniz foi um nome de destaque da MPB entre os anos 1960 e 1980, sendo autor de sucessos como “Canoeiro”, “Um Chopp pra Distrair”, “Ponha um arco íris na sua moringa” e “Quero Voltar Pra Bahia”. Chegou a ser um dos maiores vendedores de discos no começo dos anos 1970.

Paulo Diniz passou os últimos anos da vida morando em Boa Viagem, Zona Sul do Recife. Não fazia mais shows, mas continuava compondo. Nos últimos tempos, esteve internado no IMIP para realizar uma hemodiálise.

No final de 2019, voltou ao estúdio e gravou uma canção inédita, que pretendia lançar como single. Clique aqui para conferir a última entrevista de Paulo Diniz ao JC.

Paulo Diniz

Nascido em 24 de janeiro de 1940, Paulo Diniz descobriu cedo seu talento para a locução. Com apenas 12 anos, trabalhou na Rádio Difusora (hoje Rádio Jornal) em sua cidade natal, se mudando para o Recife no começo dos anos 1960.

Na capital, conseguiu ser contratado pela Rádio Jornal do Commercio, de onde foi despedido depois de errar todas as pronúncias das palavra e nomes em inglês quando substituiu um outro apresentador. Desempregado, passou por cidades como Caruaru e Fortaleza, até que decidiu ir para o Rio de Janeiro.

Após alguns anos trabalhando como locutor na Rádio Globo, Paulo Diniz começou a se apresentar no programa Jovem Guarda, estourando o iê-iê-iê “O Chorão”, de Edson Mello e Luiz Keller.

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Leia também:
Paulo Diniz: “Ganhei muito dinheiro, gastei tudo, não me arrependo”
A história das canções: Quero Voltar Pra Bahia

Gilson de Souza (1944-2022)

Gilson de Souza

A coluna de Mauro Ferreira fez matéria em homenagem a Gilson de Souza, falecido em 12 de junho de 2022:

Em 1973, Gilson de Souza dava expediente como cantor da noite no Jogral, um dos mais importantes bares do circuito cultural da cidade de São Paulo (SP), quando foi ouvido pelo cantor Jair Rodrigues (1939 – 2014). Naquela noite, Gilson cantou Orgulho de um sambista, composição de autoria própria.

Jair se encantou com o samba de Gilson e decidiu gravá-lo. Lançado naquele ano de 1973, o single com Orgulho de um sambista na voz de Jair Rodrigues fez sucesso e projetou o nome de Gilson de Souza. Aliás, Adolfo Cirino de Souza (12 de junho de 1944 – 12 de junho de 2022), como constava na certidão de nascimento expedida em Marília (SP), cidade natal do artista paulista.

Gilson de Souza era o nome artístico do cantor e compositor que morreu no domingo passado, 12 de junho, no dia em que completava 78 anos, de causa não revelada. A morte foi confirmada por amigos do artista e pela gravadora Tapecar em redes sociais.

Foi como Gilson de Souza que o artista alcançou sucesso nacional em 1975, ano em que, contratado pela gravadora Tapecar, gravou o samba autoral Poxa com o toque do grupo carioca Originais do Samba e lançou a música em single e em álbum batizado com o nome desse belo samba que encantou o executivo Manuel Camero, o Manolo, fundador da Tapecar.

No embalo do sucesso de Poxa, Gilson de Souza gravou mais dois álbuns na segunda metade da década de 1970, e alguns outros eventuais discos nos anos 1980 e 1990, sem reeditar o sucesso fenomenal do samba de 1975, regravado desde então por cantores como Elymar Santos e Zeca Pagodinho.

A matéria foi encontrada aqui.

DJ Mamute: Falecimento

DJ Mamute

De acordo com o site do jornal O Dia, o corpo de Ronaldo Pimentel da Silva, o DJ Mamute, foi sepultado, em 16.06.2022, no cemitério do Maruí, no Barreto, em Niterói:

A cerimônia reuniu aproximadamente 100 pessoas, entre familiares e amigos próximos do artista, que era considerado uma verdadeira lenda do funk. Ele faleceu na manhã da última quarta-feira, aos 70 anos, deixando um legado para a história do gênero.

(…) Mamute entrou na equipe Pipo’s em 1980 e ficou por lá até 2002. Ele fez muito sucesso com o funk nos anos 1990. Os versos “O terrível homem mau está de volta, corram todos!” se tornaram sua marca registrada. “Hoje tivemos uma perda enorme e irreparável! Nos deixou um ser humano ímpar, um profissional que além de dedicado era incansável na busca de novos sons! O legado pro funk que o DJ Mamute deixou não precisa ser falado, todos sabem, todos ouviram”, disse a equipe que Ronaldo integrou por mais de 10 anos.

A Furacão 2000 também usou as redes sociais para homenagear o artista.

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Delinha: Falecimento

Delinha

De acordo com o portal G1, a cantora Delanira Pereira Gonçalves, mais conhecida como Delinha, morreu aos 85 anos em Campo Grande em 16.06.2022:

“Recebi a informação ainda cedo, estava trabalhando e me informaram sobre a morte da minha mãe”, disse o filho da cantora, João Paulo Pompeu.

Delinha era mais que símbolo da música sertaneja de Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, era a “Dama do Rasqueado”.

João Paulo confirmou ao g1 que Delinha morreu em casa, dormindo. Segundo as informações do boletim médico, a cantora morreu de insuficiência respiratória.

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No portal Campo Grande News:

Grande cantora, Delinha ficou conhecida carinhosamente como a “Dama do Rasqueado” pelo talento nos palcos que arrastava multidões para os bailes. A chamamezeira nasceu em Vista Alegre, distrito de Maracaju, em 7 de setembro de 1936.

Mudou-se com os pais para Campo Grande quando tinha 8 anos de idade e foi morar na então casinha de madeira, no Bairro Amambaí, onde viveu até seus últimos dias.

Pequenininha, cantava “A Jardineira”, música de Orlando Silva, o que levou sua mãe a colocar no coral da Igreja Perpétuo Socorro, na qual ela cantou até depois de noiva. Em 1968, perdera o pai e dezoito anos depois a mãe, vítima de câncer.

Por causa da música, conheceu Délio, seu companheiro em mais de 50 anos de carreira. Os dois se casaram em 1958 e ficaram conhecidos como o “casal de onças do Mato Grosso”. A dupla gravou 19 LP’s, 2 Compactos, 14 78 rotação, 4 CD’s e 2 DVD’s; são a dupla e os artistas sul-mato-grossenses com a maior discografia da história do Estado com 32 títulos.

Os dois chegaram a morar 8 anos em São Paulo, na intenção de fazer sucesso nas rádios e programas de televisão da época. Voltaram para Campo Grande consolidados e aqui permaneceram.

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Julee Cruise (1956-2022)

Julee Cruise

De acordo com o portal G1, a cantora Julee Cruise, que ficou conhecida pelo tema da série “Twin Peaks”, morreu aos 65 anos. Seu marido, Edward Grinnan, confirmou a morte em uma homenagem nas redes sociais:

“Ela partiu desse plano do seu jeito. Sem arrependimentos. Ela está em paz… Eu toquei pra ela ‘Roam’ [música da banda The B-52’s] durante a passagem. Agora ela vai passear pra sempre. Descanse em paz, meu amor.”

Em 2018, a cantora anunciou que foi diagnosticada com Lupus e fez um desabafo sobre suas dores crônicas. Nas redes sociais, fãs manifestaram todo apoio à cantora na época.

Julee Cruise é mais conhecida pela canção “Falling”, escrita por Angelo Badalamenti, e que foi usada como tema de “Twin Peaks”, série televisiva do diretor David Lynch, que estreou em 1990.

Julee Cruise e David Lynch fizeram várias parcerias musicais ao longo dos anos. A primeira delas aconteceu em 1986, para o filme “Veludo Azul”.

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Pingo de Ouro: Falecimento

Pingo de Ouro

De acordo com o portal G1, o cantor sertanejo Pingo de Ouro morreu em 03.06.2022 em Várzea Paulista (SP):

Ele fazia dupla com o irmão, o “Beija-flor”. A dupla fez sucesso nos anos 1970 a 1990. A causa da morte não foi informada.

José Wilson Mendes Gonçalves tinha 75 anos e morava em Várzea Paulista. Ele chegou a ter um programa de rádio especializado em música sertaneja em uma emissora de Jundiaí, onde entrevistou muitos cantores famosos da época.

O corpo do sertanejo foi velado e enterrado em 04.06.2022, no Cemitério Nossa Senhora do Montenegro, em Jundiaí (SP).

A notícia foi encontrada aqui.

Jim Seals (1941-2022)

Jim Seals

De acordo com o site da Variety, Jim Seals, integrante do duo Seals and Crofts, sucesso nos anos 1970 com hits como “Summer Breeze” e “Diamond Girl”, morreu aos 80 anos:

No cause of death was immediately given.

Several friends and relatives confirmed the death. “I just learned that James ‘Jimmy’ Seals has passed,” announced his cousin, Brady Seals, a former member of the country band Little Texas, Monday night. “My heart just breaks for his wife Ruby and their children. Please keep them in your prayers. What an incredible legacy he leaves behind.”

Wrote John Ford Coley, “This is a hard one on so many levels as this is a musical era passing for me. And it will never pass this way again, as his song said,” he added, referring to the Seals and Croft hit “We May Never Pass This Way (Again).” Coley was a member of another hit duo of the era, England Dan and John Ford Coley, with Jim Seals’ younger brother, the late Dan Seals.

Leia mais (por enquanto em inglês) clicando aqui.

No The Guardian:
Jim Seals, of soft rock duo Seals and Crofts, dies aged 80

Mais sobre o duo em
https://en.wikipedia.org/wiki/Seals_and_Crofts

Tâmara Matos: Falecimento

Tâmara Matos

De acordo com o portal G1, Tâmara Matos, 27 anos, cantora sertaneja, engenheira e que também trabalhava na Secretaria Municipal de Infraestrutura de Itabuna, no sul da Bahia, morreu após ter sido atropelada por um carro desgovernado, na tarde de 02.06.2022:

Tâmara se preparava para cumprir uma agenda de shows durantes os festejos juninos e havia se apresentado em Coaraci e Arataca, cidades da mesma região de Itabuna, no último final de semana. Ela tinha shows marcados para esta sexta-feira (3) e sábado (4), no sul do estado.

Familiares de Tâmara contam que a artista começava a realizar o sonho de fazer shows e ser conhecida como cantora na região.

“Desde criança que ela tinha o dom da música. Ela aprendeu a tocar violão pelas revistas e aí ela foi desenvolvendo através do encontro de jovens, que ela participava e era coordenadora dos Jovens com Cristo”, disse a madrinha da cantora, Jane Bonfim.
Ainda segundo a madrinha de Tâmara, a artista sempre demonstrou amor pela música. O último show que ela fez foi no último final de semana, em Arataca, município que fica a 507,8 km de Itabuna.

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No UOL:

Segundo relatos de familiares, o veículo, um Ford Ecosport branco, subiu a calçada por onde Tâmara passava com duas amigas, cujos nomes não foram divulgados. Tâmara foi arrastada por alguns metros, segundo testemunhas, e chegou a parar embaixo do veículo. Ela e a outra vítima foram socorridas pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) e levadas ao Hospital Calixto Midlej Filho. A amiga não teve lesões graves e foi liberada, mas a cantora não resistiu a uma hemorragia interna.

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Alec John Such (1951-2022)

Alex John Such

De acordo com o site do jornal O Dia, Alec John Such, ex-baixista e um dos fundadores do Bon Jovi, morreu aos 70 anos de idade. A informação foi confirmada pelo líder da banda, Jon Bon Jovi, em 05.06.2022, pelas redes sociais:

“Estamos devastados ao ouvir a notícia da morte de nosso querido amigo Alec John Such. Ele era original. Como um dos fundadores do Bon Jovi, Alec foi essencial para a formação da banda. Sinceramente, nós nos encontramos por causa dele — ele era um amigo de infância de Tico e levou Richie para ver uma de nossas apresentações. Alec sempre foi doido e cheio de vida. Hoje, essas memórias especiais me fazem sorrir e chorar. Sentiremos muita falta dele”, diz a breve nota, publicada no Twitter.

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No portal G1:

Bon Jovi disse que Such era um amigo de infância do baterista Tico Torres e que levou Richie Sambora para assistir uma apresentação do grupo, antes de Sambora virar o principal guitarrista da banda.

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Krishnakumar Kunnath (1968-2022)

Krishnakumar Kunnath

De acordo com o site da CNN, o cantor indiano Krishnakumar Kunnath, conhecido pelo nome artístico de KK, morreu na noite de 31.05.2022 em Calcutá, de acordo com o hospital CMRI da cidade:

Poucas horas antes de sua morte em 31 de maio, o aclamado cantor de 53 anos se apresentou em um show em Nazrul Mancha, um local no colégio Sir Gurudas Mahavidyalaya, na cidade indiana de Calcutá.

O trabalho de Kunnath como cantor de playback – um vocalista cujas músicas são pré-gravadas para uso em filmes – o tornou famoso no país, ao emprestar sua voz a centenas de filmes de Bollywood. Ele se tornou um nome familiar popular após o lançamento em 1999 de seu primeiro álbum solo, “Pal”.

Homenagens ao cantor começaram a se espalhar pelas redes sociais assim que as notícias de sua morte foram divulgadas, incluindo uma do primeiro-ministro do país, Narendra Modi.

“Triste com o falecimento prematuro do famoso cantor Krishnakumar Kunnath, popularmente conhecido como KK. Suas músicas refletem uma ampla gama de emoções, atingindo pessoas de todas as faixas etárias. Sempre nos lembraremos dele através de suas músicas. Condolências à sua família e fãs. Om Shanti”, disse Modi.

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Jailton Pereira: Falecimento

Jailton Pereira

Faleceu, em 30.05.2022, o músico Jailton Pereira, produtor e técnico musical, gestor de projetos musicais e de carreira artística:

Inscrito na Ordem dos Músicos do Brasil (OMB) como violonista e guitarrista e nascido em Volta Redonda (RJ), Jailton começou a carreira em 1985, em Minas Gerais. Trabalhou com vários nomes importantes da MPB como produtor executivo, produtor técnico, roadie, e através de empresariamento de artistas em 36 países.

Participou, em diversas funções, de produções com Milton Nascimento, Djavan, Marina Lima, Flávio Venturini, Novos Baianos, Simone, Moraes Moreira, 14 Bis, Fafá de Belém, Orlando Morais e Jorge Vercillo, além de eventos no Rock In Rio, Free Jazz, Chivas Jazz, Terreirão do Samba, entre muitos outros.

Jailton Pereira

Depoimento da produtora Memeca Moschkovich:

Falei com Jailton, última vez, em Janeiro desse ano.

Menino gentil que sonhava em voltar pra música. 

Ele gostava de dizer que “tinha uma amizade e profunda admiração pelo Zé Renato”, que conheceu nos anos 80. Fico feliz de ter tido oportunidade de colocá-lo perto do ídolo (como ele dizia com largo sorriso) ao longo do ano de 2021.

Vá em paz, Jailton. O Universo está lhe envolvendo em luz e, tenho certeza, seu coração já está em paz.💜

Perfil do Jailton no Instagram:
https://instagram.com/jailtonper50

Jailton Pereira e Pat Metheny

Jailton Pereira e Al Jarreau

Piettro Dias: Falecimento

Piettro Dias

De acordo com o portal G1, o cantor Piettro Dias morreu na noite de 28.05.2022 em um grave acidente na altura do km 6 da BR-364, entre os municípios de Frutal e Planura:

A esposa dele e o filho do casal, de idades não informadas, chegaram a ser socorridos por ambulâncias de Planura, mas não resistiram aos ferimentos e faleceram posteriormente.

De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o veículo conduzido pelo artista, que seguia sentido Frutal, teria colidido contra um caminhão, vindo de Planura. O corpo de Piettro ficou preso às ferragens, e o óbito foi constatado ainda no local.

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No portal G1:

Pedro Henrique dos Santos Silva, conhecido como Piettro, tinha 29 anos e lutava para conseguir destaque no cenário do sertanejo brasileiro. Era natural de Indaiatuba (SP), mas morava no Triângulo Mineiro, onde se apresentava em festas da região, principalmente em Frutal.

(…) Durante a pandemia da Covid-19, mesmo sem os shows presenciais, Piettro também realizou lives para animar durante a quarentena e o isolamento social. Em 20 de junho de 2020, uma das transmissões, em prol da “Casa da Criança”, bateu mais de 33 mil visualizações no Youtube.

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Kauan Fernandes: Falecimento

Kauan Fernandes

De acordo com o portal de Notícias WebTerra, o jovem cantor Kauan Fernandes, de 14 anos, morreu em um acidente envolvendo uma carreta em 26.05.2022 em Rubelita, Norte de Minas:

As informações preliminares são da Polícia Militar.

Kauan Fernandes faria um show em Josenópolis, nesta quinta (26), de acordo agenda divulgada em suas redes sociais. Em junho, estavam previstas apresentações em Salinas, Novorizonte e Rubelita.

Ainda não se sabe o que teria causado o acidente. A ocorrência está em andamento.

A notícia foi encontrada aqui.

Matéria a respeito:

Alan White (1949-2022)

Um dos integrantes mais antigos da banda de rock progressivo Yes, o baterista Alan White morreu nesta quinta-feira, 26.05.2022, aos 72 anos, em Seattle, nos Estados Unidos. A informação foi confirmada nas redes sociais pelo grupo. No portal G1:

O baterista Alan White, da banda de rock progressivo Yes, morreu aos 72 anos. O grupo anunciou a morte nesta quinta-feira (26), mas não divulgou a causa.

Alan White

“É com muita tristeza que o Yes anuncia que Alan White, amado amigo e baterista deles há 50 anos, morreu, aos 72 anos, depois de uma breve doença”, diz o comunicado.

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Alan White

No UOL:

Nascido em Pelton, na Inglaterra, White começou a ganhar notoriedade no cenário musical internacional em 1969, quando John Lennon o convidou para se juntar à Plastic Ono Band, banda que formou ao lado da esposa, Yoko Ono, após a dissolução dos Beatles.

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Andrew Fletcher (1961-2022)

Andrew Fletcher

De acordo com o portal G1, Andrew Fletcher, fundador do Depeche Mode, morreu aos 60 anos:

A notícia foi anunciada pelo perfil da banda nesta quinta-feira [26.05.2022].

“Fletch tinha um verdadeiro coração de ouro e estava sempre lá quando você precisava de apoio, uma conversa animada, uma boa risada ou uma cerveja gelada”, diz a nota publicada no perfil do grupo.

A causa da morte do tecladista não havia sido divulgada até a última atualização desta reportagem.

A notícia foi encontrada aqui.

No UOL:

O tecladista formou a Depeche Mode na Inglaterra com os músicos Martin Gore e Vince Clarke durante a década de 1970. “Just Can’t Get Enough” e “New Life” estão entre os sucessos do grupo de rock eletrônico, que também conta com Dave Gahan em sua formação.

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Andrew Fletcher

Mestre Luiz Paixão: Falecimento

De acordo com a Folha de Pernambuco, faleceu, em 21.05.2022, Mestre Luiz Paixão, de 73 anos, rabequeiro de Aliança, Mata Norte do Estado:

Com câncer de próstata, ele estava internado desde o último mês de abril para tratar da doença.

Mestre Luiz Paixão

(…) Em sua discografia, Mestre Luiz Paixão deixa marcada sua participação em trabalhos como “Mestre Ambrósio” (1996), “Aboiando a Vaca Mecânica” (Lula Queiroga, 2002), “Lia de Itamaracá” (2008), “Cláudio Rabeca” (2009) e mais recentemente pelo Selo Sec, o disco virtual “Forró da Rabeca”.

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No site Tratore:

Vindo dos canaviais pernambucanos o Mestre Luiz Paixão, nascido no engenho Palmeira, em Aliança, neto, sobrinho e primo de ilustres rabequeiros, iniciou seu aprendizado aos 8 anos, tirando de um e de outro a rabeca escondido pra tocar. Foi seu avô Manoel Alves, que o ensinou as escalas e os movimentos. Aos 13 anos iniciou sua trajetória musical e aos 15 assume a rabeca do banco de cavalo marinho do lendário Mestre Batista, bem como o forró e o coco das noites de festa, nos engenhos da mata de Pernambuco e Paraíba.

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Vangelis (1943-2022)

Vangelis

O premiado compositor grego Vangelis, cuja empolgante música com tema eletrônico para o filme vencedor do Oscar de 1981, “Carruagens de Fogo”, uma das trilhas sonoras mais conhecidas dos anos 1980, morreu aos 79 anos, segundo a agência de notícias Athens News em informação de 19.05.2022:

Citando um anúncio do escritório dos seus advogados, a agência disse que Vangelis morreu no fim da terça-feira, sem citar a causa da morte. Apesar de ter tido sucesso na cena de rock progressivo europeia no começo dos anos 1970, ele ficou desconfortável com as expectativas de um artista comercial e praticamente se abrigou em um estúdio de gravação que criou para si em Londres.

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No Zero Hora:

Sua trilha sonora para “Carruagens de Fogo” ganhou um Oscar em 1982, quando competiu com a trilha de John Williams para o primeiro filme de Indiana Jones.

“É com grande tristeza que anunciamos que o grande grego Vangelis Papathanassiou faleceu na noite de terça-feira, 17 de maio”, disse seu advogado à agência de notícias grega ANA nesta quinta-feira.

Vangelis

Segundo a mídia grega, Vangelis morreu de coronavírus na França, onde vivia em certas temporadas.

Mitsotakis também observou que o nome do meio de Vangelis era Ulysses.

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No UOL Esportes:

(…) Vangelis foi acusado de plágio. A denúncia acusava o autor de copiar a melodia da peça “Cidade das Violetas”, do compositor grego Stravos Logaridis. Entretanto, Vangelis venceu a causa. Ele provou judicialmente que não havia ouvido a peça de Logaridis antes de compor a música. Além disso, a sequência que teria sido plagiada já havia sido usada pelo autor em outras obras dele, anteriores à “Cidade das Violetas”. A São Silvestre não é a única a utilizar a música como tema próprio. Filmes com enredos esportivos, propagandas e paródias frequentemente se apresentam ao som de “Carruagens de Fogo”.

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Demir Neves: Falecimento

De acordo com o site O Povo, o cantor Demir Neves, ex-vocalista da banda Canários do Reino, morreu em 14.05.2022 aos 57 anos:

A informação foi confirmada pelo perfil de Demir no Instagram.

Demir Neves

O cantor estava internado no Hospital Geral de Fortaleza (HGF) desde o começo do mês. Na madrugada da terça-feira, 3, ele havia sofrido um Acidente Vascular Cerebral (AVC), e chegou a passar por cirurgia.

A notícia foi encontrada aqui.

No Diário do Nordeste:

O músico estava internado desde a última terça-feira (3), no Hospital Geral de Fortaleza (HGF).

A morte foi confirmada no Instagram oficial do cantor. O velório do cantor acontece na tarde deste domingo (15), em Baturité.

Demir Neves

A família agradeceu o apoio dos fãs e amigos. “Somos gratos e felizes por todos os momentos vividos com ele, gestos de amor e carinho recebidos e retribuídos”, diz, em comunicado.

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Helena de Lima (1926-2022)

Fonte (ao lado): perfil de Marina Teixeira no Facebook.

Update 16h30 – No site da TupiFM:

O corpo da artista, que sofria do mau de Alzheimer, foi encontrado por volta das 7h. Segundo a direção da casa que abriga mais de 50 artistas na região de Jacarepaguá, Helena de Lima estava bem de saúde e não apresentava sinais de doença grave.

A informação foi dada em primeira mão durante o programa Cidinha Livre da Super Rádio Tupi. O velório está marcado para a manhã de terça-feira [17.05.2022].

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A cantora Helena de Lima nasceu no Rio de Janeiro em 17 de maio de 1926 e portanto faria 96 anos poucas horas depois de seu falecimento. Foi descoberta por César Ladeira na década de 1940, em um de seus programas na Rádio Nacional, onde a cantora se apresentou como caloura. No Wikipedia:

Em 1948, começou a trabalhar como crooner na boate Pigalle, no Rio de Janeiro.

Em 1952, gravou seu primeiro disco pela gravadora Continental. Em meados dos anos 1950, apresentava-se com freqüência em diversas boates do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Foi contratada para o elenco da Rádio Nacional. Trabalhou ainda na TV Paulista e na Rádio e TV Record, em São Paulo. No final da década de 1950, iniciou uma parceria com o maestro Lauro Miranda. Na década de 1960 lançou vários LPs, alguns deles gravados ao vivo em “shows” na boate Cangaceiro, onde fez grande sucesso e onde se apresentava também – em dias alternados – a cantora Elizeth Cardoso. Uma de suas canções mais conhecidas é a marcha-rancho “Estão Voltando as Flores”, de Paulinho Soledade.

Atualmente vivia no Retiro dos Artistas, em Jacarepaguá.

Leia mais em
https://pt.wikipedia.org/wiki/Helena_de_Lima

Homenagem do Retiro dos Artistas:

Helena de Lima

Update 23.05.2022 – Texto de Etel Frota no GGN:

Em 17 de maio de 2017, no dia exato em que completava 91 anos, Helena de Lima comemorou o aniversário com show lotado em um piano bar no Leblon, Rio de Janeiro.

“Os tons em que ela canta hoje são os mesmos de 50 anos atrás. É impressionante”, dizia, na plateia, o jornalista, historiador e crítico musical Rodrigo Faour. “É uma ‘última de série’, tem um estilo que vai morrer com ela”.

Um ano antes o jornalista Ruy Castro estivera na festa dos 90, celebrando sua “Helena eterna”. “Com as letras na ponta da língua, ela leva as notas onde quer, sustenta-as lá no alto e só as deixa cair aos poucos e com total controle. Nunca vi igual em sua idade”.

Helena de Lima faleceu na última quarta-feira (16/5), no Rio de Janeiro, por causas naturais. Seguir sua trajetória é empreender uma viagem à noite carioca dos anos 1950 e 60. Desde sua estreia, em 1948, no programa de César Ladeira, na Rádio Nacional, pontificou nas mais prestigiosas casas noturnas da época. Cantou no Copacabana Palace, no Bacará -onde dividiu o palco com Dolores Duran-, no lendário Beco das Garrafas, nas boates Pigalle, Plaza, Acapulco e Drink.

Na plateia da Jirau, o ardoroso fã Ary Barroso era presença constante. Na icônica Oásis (um porão do edifício Ester, na Praça da República em São Paulo) protagonizou longa temporada. Durante dez anos, acompanhada do Conjunto Cangaceiro (Raul Mascarenhas, Rildo Hora, Papão e Muxiba) foi a concorridíssima atração da boate que levava o nome da banda.

Nascida em 1926, no bairro do Catete (Rio de Janeiro), filha caçula do garçom Alfredo Vítor e da dona de casa Maria Francisca, Helena nunca teve a menor dúvida de que a música seria a razão de sua vida. (…)

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Hend Santana: Falecimento

Hend Santana

De acordo com o site HGN, Hend Santana, cantora e compositora cuiabana, de 30 anos, morreu na madrugada de 11.05.2022 após ter um mal súbito na sua residência:

Segundo divulgado por familiares, Hend estava em casa quando passou mal e acabou falecendo. Não há informações se ela chegou a ser socorrida, ou se a morte foi constatada ainda na residência.

Hend, mulher trans, era publicitária e servidora da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, atuava na Rádio Assembleia e desenvolvia um trabalho musical autoral, com defesa de temáticas importantes para as comunidades LGBTQIA+ e negra e combatia a gordofobia.

Amigos, familiares e autoridades lamentaram a morte da cantora, entre eles o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (União Brasil).

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Trevor Strnad (1981-2022)

De acordo com o portal UOL, Trevor Strnad, vocalista e fundador da banda de heavy metal Black Dahlia Murder, morreu aos 41 anos:

A notícia foi confirmada pelos integrantes da banda na quarta-feira [11.05.2022], pelas redes sociais. Apesar de a causa da morte não ter sido divulgada, a banda compartilhou mais informações sobre o contato da Linha Nacional de Prevenção ao Suicídio.

Trevor Strnad

(…) A formação do grupo de heavy metal veio em 2000. Depois de soltar uma série de EPs independentes, a banda assinou um contrato com a gravadora Metal Blade Records, que lançou todos os álbuns da Black Dahlia Murder, incluindo o mais recente, “Verminous”, de 2020.

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Eduardo Gallotti (1964-2022)

A chuvosa manhã carioca de 12.05.2022 começou com a triste notícia do falecimento de Eduardo Gallotti, cantor, compositor, cavaquinista, pandeirista e muito mais…

Update 09h45 – No Globo Online:

Morreu, na madrugada desta quinta-feira (12), o cantor e compositor Eduardo Gallotti, aos 58 anos. O músico carioca — que lutava contra um câncer nas cordas vocais — foi fundador de rodas de samba tradicionais no Rio de Janeiro, como a do Candongueiro (Niterói), do Sobrenatural (em Santa Teresa), do Severyna (em Laranjeiras) e do Mandrake (em Botafogo).

Eduardo Gallotti

(…) Gallotti começou a cantar samba nos saraus do Colégio São Vicente de Paulo, no Cosme Velho, onde estudava. Mergulhou na obra de Cartola, Paulo da Portela, Candeia e Nelson Cavaquinho graças às fitas cassetes gravadas por seu irmão. Aprendeu a tocar cavaquinho sozinho (“samba se aprende em roda de bar, é a melhor escola”), mas fez dois anos de aula com Henrique Cazes.

Em 1984, trocou a faculdade de Biologia pela noite. Apresentou-se em bares dos bairros da Lapa e de Botafogo, no Baixo Gávea e até no posto de gasolina do Humaitá. O dinheiro que ganhava não era suficiente, mas dava para pagar o ônibus e a cerveja.

(…) Passou a nadar para perder os quilos a mais que lhe prejudicavam a saúde (conseguiu emagrecer 45 quilos) e adotou uma alimentação mais saudável. A luz vermelha acendeu de vez quando a voz passou a não aguentar o tranco e a rouquidão virou companheira constante.

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Eduardo Gallotti

De uma matéria de Maria Fortuna em O Globo de 20.11.2021:

Quem estava lá viu: foi bonita noite do último domingo [14.11.2021] no Trapiche Gamboa. Havia vários motivos para o clima de comoção que tomou conta do lugar. Era a celebração pela reabertura da casa, que acaba de inaugurar novo endereço a alguns metros de sua antiga sede, na Rua Sacadura Cabral, Zona Portuária. As pessoas estavam eufóricas em rever os amigos, felizes com a retomada cultural, que avança meio sem controle sobre a cidade após quase dois anos de isolamento. Máscara? Era uma raridade por ali… Mas a principal razão para a emoção generalizada que aflorou naquele salão era a presença de uma pessoa, o músico Eduardo Gallotti, figura lendária do samba carioca.

Após enfrentar um câncer agressivo nas cordas vocais, o cantor, compositor e cavaquinista de 57 anos estava de volta à roda do Trapiche, uma das várias que ele ajudou a consagrar na cidade. Com um pano cobrindo o pescoço em razão de uma traqueostomia, ele empunhava seu cavaquinho tomado pela alegria não só de estar vivo como também de ver os amigos vivos nesse pós-pandemia. Nos intervalos, à medida em que circulava pelo salão, recebia muito carinho.

(…) Fundador de rodas de samba que se tornaram tradicionais a partir do fim dos anos 1980 e por toda a década de 1990 — como a do Candongueiro (Niterói), do Sobrenatural (Santa Teresa), do Severina (Laranjeiras), do Mandrake (em Botafogo, uma das primeiras na Zona Sul na metade da década de 1980, frequentada por gente como Zeca Pagodinho e Beth Carvalho) —, Gallotti (ou Galo, para os íntimos) fez o link entre o samba Zona Norte e Zona Sul.

Eduardo Gallotti

— Ele, junto com outros músicos, é uma espécie de elo perdido de uma linhagem do samba na Zona Sul do Rio. Antes de nós, só tinha um pessoal 15 anos mais velho, como o Paulão 7 Cordas, o Henrique Cazes, o Mauricio Carrilho… — lembra o violonista Luís Filipe de Lima , parceiro de roda por 18 anos e amigo de Gallotti há 35. — Gallo estava em todos os lugares. Rodava o subúrbio, frequentando o pagode da Tia Doca, as rodas da Vila Isabel e fazia a ponte entre as várias tribos do gênero. Fez a cabeça de muita gente pela maneira de cantar várias vertentes do estilo, do samba enredo ao partido alto, passando pelo de breque, sincopado e pelos pagodes dos anos 1980. E também pelo repertório gigantesco. É o cara que mais sabe conduzir uma roda em termos de encadeamento. Bota calor, acalma ou mete um clima de romance.

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Leia também:
Eduardo Gallotti: “Samba se aprende em roda de bar” [15.02.2021]
Documentário revive movimento musical interrompido com a pandemia [27.03.2021]
A dama de honra do samba: nas mesas e nos copos, a cerveja já é presença confirmada das rodas de samba [16.09.2016]

Reportagem na Veja Rio em 2012:
https://vejario.abril.com.br/cidade/eduardo-gallotti/

No Dicionário Cravo Albin:
https://dicionariompb.com.br/artista/eduardo-gallotti/