Mariss Jansons (1943-2019)

Mariss Jansons

De acordo com o UOL, o célebre maestro letão Mariss Jansons, que durante sua carreira dirigiu as mais prestigiosas filarmônicas do mundo, morreu aos 76 anos, em São Petersburgo, onde morava, segundo anunciaram autoridades russas em 01.12.2019:

“Sincera gratidão por sua grande arte que permanecerá em nós para sempre”, declarou o governador de São Petersburgo, Alexander Beglov, em um comunicado, acrescentando que Mariss Jansons era um “maestro notável”, acrescentou.

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Goo Hara (1991-2019)

Goo Hara

De acordo com o Metro Jornal, a cantora Goo Hara, estrela do k-pop, foi encontrada morta em seu casa em Seul, na Coréia do Sul. A cantora tinha apenas 28 anos:

A causa da morte ainda não foi divulgada pela polícia, mas suspeita-se de suicídio, já que em maio Goo Hara foi internada após uma tentativa de suicídio. Mas os fãs aguardam novas informações sobre o caso.

Goo Hara fez parte do grupo de k-pop Kara de 2008 a 2015, e depois seguiu com carreira solo. A artista também participou de diversos filmes e séries. E no último dia 13 ela lançou um single, Midnight Queen.

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Reinaldo, O Príncipe do Pagode (1954-2019)

Reinaldo

De acordo com o site do jornal Extra, o cantor Reinaldo, conhecido como o “Príncipe do Pagode”, faleceu nas primeiras horas de 18.11.2019. A notícia da morte foi divulgada pelo também sambista Arlindinho nas redes sociais e confirmada pela assessoria de imprensa de Reinaldo. O artista se encontrava hospitalizado e lutava contra um câncer há quatro anos:

“Ainda sem acreditar, mas não vou sofrer pois sei que descansou em paz! EU TE AMO meu ídolo , descanse em paz!”, afirmou Arlindinho no Instagram.

Além de Arlindinho, sambistas como Dudu Nobre, Mumuzinho Ivo Meirelles e Salgadinho também lamentaram a morte de Reinaldo.

Reinaldo completou 65 anos no último dia 9 de novembro. Ele seguia ativamente sua agenda de shows. Neste domingo, o cantor faria um show no Bar Samba, na Vila Madalena, em São Paulo. Em um post publicado nas redes sociais, o estabelecimento escreveu que “um pouco antes do nosso homenageado sair de casa para ir ao nosso terreiro, precisou se “encantar”.

Reinaldo Gonçalves Zacarias nasceu no bairro de Cavalcanti, na Zona Norte do Rio. Trabalhou como bancário até o começo da década de 1980, quando abandonou o emprego para abraçar o pagode. O carioca foi um dos divulgadores do gênero na cidade de São Paulo.

Entre os maiores sucessos de Reinaldo estão, “Retrato Cantado de um Amor” e outras canções. No último mês de julho, Reinaldo chegou a sair carregado após passar mal durante um show realizado na Zona Oeste do Rio por conta do câncer.

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Jesus Sangalo: Falecimento

Jesus Sangalo

De acordo com o site do jornal Extra, morreu, na manhã de 07.11.2019, Jesus Sangalo, irmão da cantora Ivete Sangalo:

O empresário estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Santa Izabel, em Salvador, na Bahia.

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Jesus era o mais velho dos irmãos, entre os homens. Ele não teve filhos, mas deixa dois enteados, que considerava como filhos. O empresário será velado no Cemitério Jardim da Saudade, em Salvador, na manhã de 08.11.2019. Segundo o estabelecimento, Jesus será cremado. A cerimônia está prevista para 11h.

Ivete e Jesus Sangalo

No portal G1:

Jesus Dias Sangalo, de 54 anos, irmão da cantora Ivete Sangalo, estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Santa Izabel, em Salvador.

De acordo com a assessoria da unidade de saúde, o óbito foi atestado por volta das 10h. Segundo familiares, Jesus estava internado no hospital há cerca de 80 dias, e a causa da morte foi uma infecção generalizada provocada por complicações em uma cirurgia bariátrica.

O corpo de Jesus Sangalo foi velado inicialmente na própria unidade de saúde nesta tarde, por volta das 12h30, em uma cerimônia particular, com a presença de familiares, incluindo Ivete Sangalo.

O empresário estava com problemas de saúde desde 2018. Na época, ele foi internado e chegou a receber alta, porém foi internado novamente.

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Pedro Baldanza: Falecimento

Pedro Baldanza

O músico Pedro Baldanza faleceu em 28.10.2019. Mais conhecido como Pedrão, foi um baixista e contrabaixista brasileiro que participou de diversas bandas importantes no Brasil desde a década de 1970, como as de Elis Regina, Ney Matogrosso, Sá & Guarabira e Zizi Possi. No Wikipedia:

Iniciou seus estudos musicais aos sete anos de idade, em Gravataí, no Rio Grande do Sul. Em 1969 foi para São Paulo, tendo, na época, formado a banda Enigmas, que acabou se tornando a banda de poio dos Novos Baianos. Em seguida, deixou o Enigmas/Novos Baianos e ingressou na banda Perfume Azul do Sol.

Na década de 1970 participou ativamente da música progressiva, uma vertente do rock derivada da música erudita contemporânea, com o grupo Som Nosso de Cada Dia.

No inicio dos anos 80 trabalhou com vários ícones da MPB como Elis Regina, Gal Costa, Ney Matogrosso, Marina Lima, Simone, João Donato, Erasmo Carlos, Chico Buarque, Raul Seixas, Fafá de Belém, Lobão e Rosa Maria Collins, além de ter participado de inúmeras gravações como contrabaixista com estes e vários outros artistas nacionais e internacionais. Atuou como contrabaixista ao lado de Sá & Guarabyra e de vários artistas nacionais.

Viveu por muitos anos na Europa, tendo se aprofundado na pesquisa de novas tendências musicais do jazz e da música erudita.

De 2004 a 2012 formou o Duo Caramuru-Baldanza, juntamente com o pianista Fábio Caramuru, realizando um trabalho autoral inovador reconhecido no exterior.

O corpo será velado no Funeral House em Belo Horizonte, a partir das 18h30 de 28.10.2019 e a previsão é que ele siga para cremação às 12h de 29.10.2019. O endereço é Avenida Afonso Pena, 2158, Belo Horizonte.

Walter Franco (1945-2019)

“Viver é afinar um instrumento”. O músico Walter Franco faleceu em 24.10.2019.

Nascido em São Paulo em 06 de janeiro de 1945, Walter Rosciano Franco, foi cantor, compositor e ator. O velório será das 08h30 às 19h na Funeral Home, Rua São Carlos do Pinhal, 376, BelaVista, São Paulo. Na sequência, será levado para cerimônia de cremação no Crematório da Vila Alpina. Há duas semanas, Franco havia sido vítima de um acidente vascular cerebral, segundo revelou seu filho, Diogo Franco, nas redes sociais.

Site oficial:
http://walterfranco.mus.br/

Walter Franco

Do site oficial:

Paulistano, cantor, compositor e ator (formado pela EAD – Escola de Arte Dramática), filho do poeta e político Cid Franco. Formou-se pela Escola de Arte Dramática e lá começou a carreira de músico, compondo trilhas para espetáculos teatrais como “O Contador de Fazendas”, dirigido por Dulcina de Moraes e “Os Olhos Vazados”, dirigido por Emílio de Biasi.

Depois vieram os festivais: a primeira música de Walter Franco a participar de um festival foi “Não se Queima um Sonho”, defendida por Geraldo Vandré. Depois veio “Sol de Vidro”, “Pátio dos Loucos”, interpretada pela cantora Célia, e “Animal Sentimental”, todas elas muito bem classificadas. Na época Walter Franco também mantinha um programa de rádio, na extinta Rádio Marconi. “Marcando Bossa” era um programa de música popular e moderna brasileira. Passaram por lá artistas como Paulinho Nogueira e Milton Nascimento.

Mas o momento que marcou a primeira fase da carreira de Walter Franco foi a apresentação da música “Cabeça”, de sua autoria, no Festival Internacional da Canção de 1972, de Rede Globo. Uma música totalmente fora dos padrões da época, baseada em vozes superpostas e repetições de fragmentos da letra, quase incompreensível.

A composição Cabeça foi reconhecida por Astor Piazzola com o comentário – Isso é uma revolução!

Walter Franco

Depois de toda a polêmica, Walter Franco foi contratado pela Continental para fazer o seu primeiro disco. Escolheu como produtor o papa da tropicália, Maestro Rogério Duprat, e esse seu primeiro disco, recebeu o premio de revelação do ano concedido pela APCA e recentemente à solitária mosca sobre o fundo branco e as palavras “ou não” na contracapa foi escolhida como uma das melhores capas dos últimos anos.

Sem dúvida, um disco ousado que revolucionou os conceitos de melodia, silêncio e ruído. O crítico Tárik de Souza comenta: “Foi o mais ousado projeto sonoro autoral de nossa música popular, inclusive em nível de vanguarda internacional.”

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Aldenora Santos (Pudica) (1934-2019)

Aldenora Santos

De acordo com o site da Isto É, Aldenora Santos, a famosa Pudica do ‘Show do Antonio Carlos’ morreu na manhã de 18.10.2019:

Há seis meses ela lutava contra um câncer no pâncreas, mas para não preocupar os ouvintes, preferiu que a doença não fosse noticiada. Pudica completaria 85 anos no próximo domingo, 20.10.2019.

No Show do Antonio Carlos, Pudica – apelido dado pelo comunicador – trabalhou por 36 anos. Ao todo, ela tinha 70 anos de carreira.

O enterro de Aldenora está marcado para amanhã, às 16h, no cemitério São Francisco Xavier, no Rio. O velório acontecerá na capela D e será aberto ao público a partir das 9h.

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Darcy Villa Verde: Falecimento

Darcy Villa Verde

O depoimento é de Alan Romero:

Acabo de saber e, devastado, venho comunicar o falecimento do grande violonista Darcy Villa Verde. Aos 85, vencido por uma pneumonia, partiu deixando uma saudade imensa entre seus familiares, amigos e fãs. O violão está de luto, mas hoje tem festa no andar de cima!

Darcy virou meio lendário porque não deixou gravações (a não ser um compacto-duplo raríssimo e um CD ainda inédito). Recentemente, o Instituto Piano Brasileiro descobriu um registro tipo túnel do tempo: Darcy no programa “A Grande Noite” do Isaac Karabtchevsky, do início dos anos 70. A gravação é tosca, em fita cassete, captando o áudio da TV. A qualidade sonora é sofrível, mas vale ouvir mesmo assim porque ele estava tocando o fino! Eu estava lá na Sala Cecília Meirelles nesse dia inesquecível.

Postei o link aqui na época, e vou repetir abaixo. Luz e Paz, meu amigo! Gratíssimo por tudo!

Veja mais aqui:
https://immub.org/artista/darcy-villa-verde

Jessye Norman (1945-2019)

Jessye Norman

De acordo com o portal G1, a cantora de ópera Jessye Norman morreu aos 74 anos na manhã de 30.09.2019, segundo comunicado da família divulgado à Associated Press:

A causa da morte foi um choque séptico e falência múltiplas dos órgãos, devido a complicações de uma lesão na medula em 2015. Ainda segundo o comunicado, Jessye morreu em um hospital de Nova York cercada de entes queridos.

A renomada voz soprano ganhou quatro Grammys e desempenhou papéis em óperas de Verdi, Beethoven e Berlioz.

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Ric Ocasek (1949-2019)

Ric Ocasek

De acordo com o site Metropoles, Ric Ocasek, vocalista da banda de rock The Cars, famosa nos anos 1970 e 1980 pelos subgêneros new wave e power pop, morreu neste domingo (15/09/2019), aos 75 anos:

De acordo com o site Pitchfork, o departamento de polícia de Nova York respondeu a um chamado e encontrou o músico sem vida. Os agentes encontraram o artista em sua cama.

Ativos entre 1976 e 1988, os Cars lançaram seis discos nesse período e emplacaram hits como Good Times Roll e Just What I Needed. Após um breve retorno em 2011, para o álbum Move Like This, primeiro e único sem o baixista Benjamin Orr (1947-2000), a banda retornou brevemente em abril de 2018 para o show que marcou a entrada do grupo no Hall da Fama do Rock and Roll.

Orr e Ocasek foram os nomes fundadores do Cars, em 1976. Em carreira solo, Ocasek lançou sete álbuns, sendo o mais recente deles, Nexterday, em 2005. Nesse disco, o vocalista homenageou o amigo Orr na faixa Silver.

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Roberto Leal (1951-2019)

Roberto Leal

De acordo com o portal R7, morreu neste domingo, 15.09.2019, aos 67 anos, o cantor português Roberto Leal, famoso no Brasil por sucessos como “Arrebita” e “Vira”. A confirmação da morte foi dada por José de Sá, assessor do cantor:

Roberto Leal estava internado no Hospital Samaritano desde a última quarta-feira (11) para tratar complicações decorrentes de um câncer no olho [*], que tratava há dois anos. A causa da morte foi insuficiência renal.

Roberto Leal morava em Alphaville, na região de Barueri, Grande São Paulo.

Os dois filhos do cantor, que moram no Canadá e na Austrália, já foram comunicados do falecimento e estão a caminho do Brasil.

O velório acontecerá a partir de segunda-feira (16), das 7h às 14h, na Casa de Portugal, no bairro da Liberdade, em São Paulo. O enterro será realizado às 14h do mesmo dia, no cemitério de Congonhas.

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[*] Segundo O Globo, o câncer quw o devastou foi originado de um melanoma:

Entenda o melanoma: câncer de pele agressivo que provocou a morte de Roberto Leal

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Elton Medeiros (1930-2019)

Elton Medeiros

Faleceu em 03.09.2019 o grande compositor Elton Medeiros. O enterro do artista será às 15h30 de 04.09.2019, no Cemitério do Catumbi, na Zona Norte do Rio. O velório vai ser realizado a partir das 14h.

Por Mauro Ferreira:

Quem ouve o samba O sol nascerá na abertura da novela Bom sucesso – na gravação feita por Zeca Pagodinho com Teresa Cristina para a trilha sonora do atual folhetim das 19h da TV Globo – provavelmente nem se toca que, por trás da composição desse samba solar, há a maestria de Elton Medeiros (22 de julho de 1980 – 3 de setembro de 2019).

Compositor, cantor e ritmista polivalente (imbatível no toque da caixa de fósforo), Elton foi parceiro de Cartola (1908 – 1980) na criação de O sol nascerá – samba nascido por volta de 1962 na casa de Cartola e lançado em disco em 1964 na voz da cantora Nara Leão (1942 – 1989) – e de Peito vazio (1976), outra obra-prima, esta de tom mais cinzento.

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No Wikipedia:

Élton Antônio Medeiros nasceu no Rio de Janeiro em 22 de julho de 1930 e foi um compositor, cantor, produtor musical e radialista brasileiro.

Nascido no bairro carioca da Glória e torcedor do Olaria Atlético Clube, Elton Medeiros é compositor, cantor, produtor musical e radialista. Considerado um dos melhores melodistas e ritmistas da história do samba, Elton teve sua trajetória na música iniciada aos 17 anos quando tocava de dia na Orquestra Juvenil de Estudantes, que se apresentava na Rádio Roquette-Pinto, e à noite tocava trombone na gafieira Fogão, do compositor Uriel Azevedo.

Elton Medeiros começou sua carreira de compositor sendo fundador da ala dos compositores da escola de samba Aprendizes de Lucas. Seu samba “Exaltação a São Paulo” foi considerado um dos melhores da história da escola. Porém, é através das reuniões no Zicartola que Elton Medeiros criará suas principais obras, sendo um dos principais incentivadores e freqüentadores do restaurante musical localizado em um sobrado na Rua da Carioca. Lá, entrou em contato com sambistas como Cartola, Nelson Cavaquinho, Zé Ketti, Ismael Silva e Paulinho da Viola, que se tornaria seu principal parceiro musical. Além disso, como fruto do Zicartola surgiram o grupo A Voz do Morro e o show A Rosa de Ouro.

Em O Globo em novembro de 2016:

Vidal Assis tinha 16 anos quando ouviu pela Rádio MEC a voz de Elton Medeiros num samba seu com Cartola: “Nada consigo fazer/ Quando a saudade aperta/ Foge-me a inspiração/ Sinto a alma deserta”. Jovem estudante, mal tirando as primeiras notas no violão do pai, não passava de um encantado admirador do coautor de “Peito vazio”.

Hoje, passados 15 anos, Vidal, com 31 portanto, é biólogo com mestrado, professor a caminho do doutorado, bom de violão e parceiro de Elton em dez sambas, mais outros tantos já esboçados. Importante: os sambas são excelentes. Mais importante: a parceria interrompe o silêncio de um dos mais inspirados compositores brasileiros, 86 anos de vida dedicada à música.

O silêncio, que Elton prefere negar (“Nunca parei de compor. Jogador de futebol é que é velho aos 40…”), foi forçado por problemas de visão que, há dois anos, o levaram à cegueira, esta, sim, responsável por seu afastamento dos shows, das reuniões musicais, de tudo. Com dificuldade de locomoção, ele raramente saía de casa.

Do seu lado, Vidal foi-se se aproximando da música. O violão do pai é o seu até hoje, só que bem tocando pelo moço que decidiu estudar seriamente. Fez curso na Escola Portátil de Música, começou a compor, inclusive com letras de um de seus professores, Hermínio Bello de Carvalho.

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Update 08.09.2019 – Por Etel Frota:

Morreu Elton Medeiros, unanimemente apontado no meio musical como um dos maiores melodistas da história da música brasileira. Tinha 89 anos e estava internado em uma clínica no bairro de Laranjeiras, no Rio de Janeiro. Sucumbiu às complicações de uma pneumonia. Seu corpo foi enterrado nesta quarta-feira (4/9) no cemitério do Catumbi.

Elton foi, sobretudo, um renovador do samba. Faz parte da galeria em que figuram Cartola (1908-1980), Nelson Cavaquinho (1911-1986), Monarco, 85, Paulinho da Viola, 76, – a linha evolutiva dos “príncipes do samba” – sambistas de raiz que, sem abandonar os quintais, levaram o gênero para as academias, através da sofisticação melódica, harmônica e poética.

Foi Hermínio Bello de Carvalho quem melhor definiu essa trajetória. “Ele pega a matriz e tradição do samba e bebe na harmonia da mais sofisticada música brasileira de após os anos 1950: Radamés Gnatalli, Garoto, Villa-Lobos.”

Filho de Luiz Antonio de Medeiros, um funcionário da Marinha apaixonado pelos ranchos [agremiações carnavalescas precursoras das escolas de samba], Elto Antônio Medeiros nasceu, em 22 de julho de 1930, no bairro da Glória, no Rio de Janeiro.

Criou-se imerso em música. Criança, via sua casa aberta em “domingueiras” musicais, frequentadas por gente do quilate de Jamelão e Heitor dos Prazeres. Um dos 9 irmãos, o também compositor Aquiles, já falecido, foi uma grande influência. Consta que Elton compôs seu primeiro samba aos 8 anos.

Menino, Elton Medeiros cantava em um coro sob a regência de Heitor Villa-Lobos. Adolescente, tocava sax barítono na Orquestra Juvenil de Estudantes, na programação vespertina da Rádio Roquette-Pinto; corria à noite para animar a Gafieira Fogão com seu trombone.

Leia o texto completo clicando aqui.

Sonia Abreu (1951-2019)

Sonia Abreu

De acordo com o site Mix Vale, a primeira DJ mulher do Brasil, Sonia Abreu, morreu na noite de 26.08.2019, aos 68 anos. Ela teve uma fadiga respiratória em decorrência da ELA (Esclerose Lateral Amiotrófica):

Na música desde os anos 1960, Sonia estava ativa e se apresentou pela última vez em junho, na Galeria Olido, no centro de São Paulo. Na ocasião, ela já estava debilitada, e comandou as picapes de cadeira de rodas.

Para Claudia Assef, jornalista, biógrafa e amiga de Sonia, ela foi uma pioneira “não só na música”. “Sempre foi uma mulher que furou as bolhas e quebrou paradigmas. Nunca perguntou se uma mulher poderia discotecar, se poderia dirigir um soundsystem em cima de um ônibus ou de um barco. Ela simplesmente foi fazendo.”

Quando Sônia Abreu começou, a profissão dela sequer tinha nome -os DJ eram chamados de sonoplastas. Nascida em 1951, ela começou a dar os primeiros passos na música com 12 anos. Aos 16, começou a tocar profissionalmente.

A notícia foi encontrada aqui.

Leia também:
A história da Sonia Abreu, a primeira DJ do Brasil, virou livro

Sonia Abreu

Nesta matéria:

(…) em 1964, aos 13 anos, ela estreou na banda Happiness, fazendo covers de músicas estrangeiras do The Happenings. Aos 16, tocou pela primeira vez numa cabine de uma festa, na casa do empresário e político paulistano Antônio Ermírio de Moraes. Aos 17, ela já estava produzindo a programação da rádio Excelsior (atual CBN), onde trabalhou por 10 anos. Lá, além de ajudar a estruturar uma das primeiras rádios jovens do Brasil, Sonia também lançou a épica coleção de discos A Máquina do Som, lançada pela Som Livre entre 1974 e 1978.

Foi na Excelsior, em 1973, também que a “Soniaplasta” — apelido dado à DJ pelos seus amigos, resultado da junção dos termos “sonoplasta” e “Sonia” — colocou pra tocar, muito que provavelmente pela primeira vez em uma rádio nacional, “Bohemian Rhapsody”, do Queen. “Levei um pito, porque era muito longa e não podia tocar”, explica a DJ. “Os roqueiros brasileiros de todas as gerações deveriam reverenciar essas mulher”, fala o seu biógrafo Alexandre Melo. “Ela e [o ex-locutor da Excelsior e ex-chefe de Sonia] Antonio Celso apresentaram ao Brasil, por meio de contrabando musical vindo do exterior bandas como Black Sabbath, ABBA, Elton John, David Bowie. Tocar música ‘jovem’ numa rádio aqui naquela época não era algo comum.”

No Programa do Jô:

Celso Piña (1953-2019)

De acordo com o portal G1, o músico mexicano Celso Piña, conhecido como o “rebelde do acordeão” por misturar estilos ecléticos com a cúmbia tradicional colombiana, morreu em 21.08.2019 após um ataque cardíaco em sua cidade natal de Monterrey, afirmou sua gravadora La Tuna Records. O músico tinha 66 anos:

Com interesse em gêneros que iam desde o ska ao hip-hop, Piña colaborou com uma série de artistas de rock mexicanos, incluindo Cafe Tacvba, Lila Downs, e Julieta Venegas. Em 2002, seu disco solo “Barrio Bravo” foi indicado ao Grammy Latino.

Celso Piña

O compositor e cantor começou a tocar música com seus irmãos durante a infância em Monterrey, cidade próxima à fronteira norte com os Estados Unidos, de acordo com seu site oficial. Ele começou no acordeão enquanto se aproximava dos 30 anos de idade, e, ainda em Monterrey, aprendeu o famoso estilo vallenato colombiano, central no dançante ritmo da cúmbia.

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“Ninguém pode resistir à cúmbia”, escreveu Piña em seu último tuíte antes de sua morte.

Leia mais sobre Celso em
https://en.wikipedia.org/wiki/Celso_Pi%C3%B1a

Ivan Milanez: Falecimento

Ivan Milanez

De acordo com o site do JB Online, o cantor, compositor e percussionista Ivan Milanez, de 73 anos, integrante da Velha Guarda do Império Serrano, faleceu na madrugada de 17.08.2019, segundo nota oficial do Império, a causa não foi divulgada:

Hoje não é só a Serrinha que está de luto. Choram também Portela, Mangueira, Vila, Mocidade e todas as outras agremiações. Milanez foi afilhado de grandes sambistas da Serrinha como D. Ivone Lara, a quem chamava carinhosamente de ‘tia Ivone’. Ficou conhecido pelo grande público quando gravou a música “Cada um no seu cada um” (Prateado / Carica) em dueto com Zeca Pagodinho no álbum “Alô Mundo”, lançado em 1993. Suas músicas mais pedidas e celebradas nas rodas de samba do Brasil eram ‘Cubanita’ (com Antonio Amaral) e ‘Maneiro’ (com Cisinho, MC Colibri). Foi o grande responsável pela revitalização do samba na Lapa, no final da década de 90.

O corpo do artista será velado na quadra do Império nesta segunda [19.08.2019], a partir das 9h. E o sepultamento acontece no Cemitério do Irajá, às 15h.

A nota foi encontrada aqui.

No portal G1:

Filho de fundadores da Império Serrano, Milanez é apontado com um dos responsáveis por transformar a Lapa, no Centro, num reduto do samba. Ele foi um dos primeiros a organizar rodas de samba junto aos Arcos da Lapa.

Ivan Milanez

Criado na comunidade da Serrinha, quando criança ajudava a mãe a fazer as fantasias da Império Serrano e foi aprendendo a tocar em rodas de samba com antigos mestres do samba como Dona Ivone Lara, Mestre Fuleiro e Mano Décio.

Aos 18 anos, começou a desfilar pela escola. Passou por alas e com 25 anos, já como músico profissional, entrou para ala de compositores da escola de samba.

Milanez também participou de gravações com Roberto Ribeiro, Jorge Aragão, Almir Guineto, Alcione, Rosinha de Valença, Beth Carvalho e Wilson Moreira, entre outros.

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Paulinho Trompete: Falecimento

Paulinho Trompete

De acordo com o Globo Online, faleceu o músico Paulinho Trompete:

Trompetista que tocou grandes nomes da MPB, Paulo Roberto de Oliveira, conhecido como Paulinho Trompete, morreu aos 69 anos no Rio de Janeiro. O intrumentista lutava contra um câncer no cérebro e estava internado desde o mês passado no Hospital Samaritano.

Ao longo de sua carreira, o músico acompanhou astros nacionais como Chico Buarque, Gilberto Gil, Cazuza, Gal Costa, Nana Caymmi, Alcione, Gilberto Gil, Emílio Santiago, João Nogueira, Cazuza, entre outros. Também tocou com artistas internacionais, como Dizzy Gillespie, Ray Charles e Chet Baker.

Paulinho Trompete

Paulinho Trompete é carioca e iniciou sua carreira aos 16 anos. O músico, que se apresentou em palcos de Paris e Nova York, também atuou como compositor, arranjador e instrumentista em programas de TV como “Som Brasil” e “Criança Esperança”.

A notícia foi encontrada clicando aqui. O enterro acontece na sexta, 09.08.2019, no Cemitério Jardim da Saudade, às 15h.

Mais sobre Paulinho:
http://dicionariompb.com.br/paulinho-trompete
https://immub.org/compositor/paulinho-trompete

Waldemar “Risonho” Mozena (1943-2019)

Morre em 04.08.2019 o músico Risonho, de Os Incriveis, aos 75 anos de infarto. Post de Maria Goulart no Facebook:

Waldemar Mozena nascido em Lins/São Paulo, foi um guitarrista. Antes de pertencer aos Incríveis, era bancário. Não atuava mais profissionalmente na música. Waldemar Mozema foi guitarrista de uma banda de bastante sucesso nos anos 60 no Brasil, época da jovem guarda, chamada Os incríveis. Gravou diversos trabalhos com Os Incríveis, nos quais constam grandes sucessos que marcaram a música nacional, como “Era um Garoto Que, Como Eu, Amava os Beatles e os Rolling Stones“, “O Milionário” e “Eu Te Amo, Meu Brasil“. A banda excursionava por todo o Brasil e para o exterior e faziam tanto sucesso que a estrutura que possuíam era exceção para a época. A banda também participou de filmes e possuía seu próprio programa de televisão. Risonho gravou com Os Incríveis uma versão da música instrumental da banda The Dakotas intitulada The Millionaire, a qual foi batizada no português com o nome de O Milionário. Essa versão de Waldemar Mozema entrou para nossa história musical e talvez seja a música que mais o rememora como um dos maiores guitarristas brasileiros. Isso demonstra que a música instrumental está na nossa veia popular brasileira. O sucesso da música O Milionário, que sobrevive aos tempos, não deixa dúvidas. (Fonte: Discografia de Os Incríveis)

Sobre Os Incríveis:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Os_Incr%C3%ADveis_(banda)

Cacik Jonne: Falecimento

Cacik Jonne

De acordo com o portal G1, João Fernandes da Silva Filho, conhecido como Cacik Jonne, ex-guitarrista do grupo Chiclete com Banana, morreu em Salvador, na manhã de 26.07.2019:

Conforme informações da família, o músico morreu em casa, no bairro da Pituba, por volta das 6h. Ele tinha 54 anos e há 20 lutava contra a ataxia cerebelar, que é uma doença degenerativa. Ainda não há informações sobre o velório e sepultamento.

O músico se consagrou ao fazer parte da banda Chiclete com Banana por duas décadas. Durante os shows, ele se aprestava com visual diferenciado, ostentando um cocar e pinturas indígenas no rosto.

Cacik Jonne morava com a madrasta, a irmã e uma amiga. Ele não deixa filhos. O corpo dele será enterrado no cemitério Campo Santo, na manhã de sábado (27).

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João Gilberto (1931-2019)

João Gilberto

O gênio se foi. De acordo com o portal G1, o grande músico, compositor de clássicos e um dos criadores da bossa nova, morava no Rio de Janeiro. A informação foi confirmada ao G1 pelo seu filho, João Marcelo Gilberto, que mora nos Estados Unidos:

João Gilberto nasceu em Juazeiro, na Bahia, em 10 de junho de 1931. Depois de alguns anos morando em Aracaju (SE), onde passou a tocar na banda escolar, voltou à sua cidade-natal e, aos 14 anos, ganhou o primeiro violão do pai.

Depois da consagração, lançou criações próprias e seguiu com shows e discos que se tornaram obras de arte, como é o caso de “Amoroso”, álbum gravado nos Estados Unidos entre 1976 e 1977 sob o selo Warner Music.

O álbum foi relançado no Brasil em formato longo durante os festejos dos 60 anos da Bossa Nova. O álbum celebra o encontro harmonioso do artista brasileiro com o maestro alemão Claus Ogerman (1930 – 2016).

Bebel Gilberto, João Gilberto e João Marcelo Gilberto nos anos 1980

A produção de João foi objeto de uma disputa judicial em 2018. A defesa do cantor pedia uma revisão no valor de uma indenização da gravadora EMI Records, hoje controlada pela Universal Music. Em 2015, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) proibiu a empresa de vender os discos do artista sem seu consentimento. A Universal não comenta o caso.

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Update 08.07.2019 – Em cerimônia aberta ao público, o corpo do cantor João Gilberto será velado em 08.07.2019 de 9h às 14h no Theatro Municipal do Rio. O enterro será às 16h no cemitério Parque da Colina, em Niterói.

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João Gilberto aparece em fotos inéditas da infância; amigo fala de visitas à cidade natal

Imprensa internacional:
Le chanteur brésilien Joao Gilberto, inventeur de la bossa-nova, est mort à 88 ans [Le Monde, França]
Morto João Gilberto, ultimo genio della Bossa Nova [Corriere Della Sera, Itália]
Morreu João Gilberto, o autor da batida que deu o som à bossa nova [Publico, Portugal]
Muere João Gilberto, padre de la ‘bossa nova’, a los 88 años [El Pais, Espanha]
Muere Joao Gilberto, el padre de la bossa nova [El Mundo, Espanha]
Bossa-Nova-Legende João Gilberto ist tot [Der Spiegel, Alemanha]
Joao Gilberto (1931-2019). Adiós al genio creador de la bossa nova [Clarin, Argentina]
João Gilberto: Brazilian ‘father of bossa nova’ dies aged 88 [BBC, Inglaterra]
Brazilian Musician João Gilberto, Founder of Bossa Nova, Dies in Rio [The New York Times, EUA]

Paulo Antônio Pagni (1958-2019)

Paulo Antônio Pagni

De acordo com o UOL, o baterista do RPM, Paulo Antônio Pagni, o P.A. morreu em 22.06.2019 após ficar mais de 20 dias em estado grave na UTI de um hospital de Salto, no interior do estado de São Paulo:

A informação foi publicada oficialmente no Facebook da banda. No texto, assinado pelos três integrantes remanescentes, Fernando Deluqui, Luiz Schiavon e Dioy Pallone, eles afirmam que P.A. “resolveu definitivamente descansar de sua brava luta pela vida (…) Fomos pegos de surpresa e tomados pela tristeza quando soubemos de sua partida há pouco”.

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Silvio Baccarelli (1931-2019)

Silvio Baccarelli

Faleceu em 21.06.2019 o maestro e compositor Silvio Baccarelli, aos 88 anos, idealizador de um dos mais importantes projetos de formação musical do país. Ele será cremado em 22.06.2019, às 11 horas, em cerimônia no Crematório de Vila Alpina, São Paulo:

Baccarelli ficou conhecido pelo conjunto que, levando seu nome, tornou-se presença constante em casamentos em toda São Paulo. Nos anos 1990, no entanto, ao ver na televisão a notícia de um incêndio que destruía a favela de Heliópolis, resolveu criar um projeto de formação de músicos destinado a crianças e jovens da comunidade.

Em sua primeira década, o projeto ocupava um pequeno espaço na Vila Mariana. Em 2005, no entanto, mudou-se para Heliópolis, onde o trabalho passou a ser realizado em uma antiga fábrica de sucos. Quatro anos depois, o Instituto Baccarelli inaugurou sua sede na Estrada das Lágrimas, onde atualmente atende 1.200 crianças – em 1996, eram 36 integrantes.

Com o crescimento do instituto, o trabalho alcançou novos patamares. A Orquestra Sinfônica Heliópolis tornou-se um dos principais grupos do país, com temporadas regulares em São Paulo e turnês brasileiras e internacionais. Boa parte dos músicos formados no instituto seguiram para o exterior par completar seus estudos e integram orquestras em todo o Brasil. Zubin Mehta tornou-se patrono do projeto e Isaac Karabtchevsky é hoje seu diretor artístico. Da mesma forma, seus corais, como o Coral da Gente, também se tornaram símbolos do canto como porta de entrada para a música e o desenvolvimento da sensibilidade dos alunos.

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Luiz Carlos Xuxu: Falecimento

Luiz Carlos Xuxu

De acordo com o site SRZD, morreu na noite de 13.06.2019 o músico Luiz Carlos Xuxu, compositor do samba “Lá vem Salgueiro”, considerado o hino da vermelha e branca do Andaraí:

O sambista foi enterrado às 16h30 de 14.06.2019, no cemitério de São João de Meriti.

Além do samba exaltação, Xuxu foi autor de grandes sucessos, como a canção “Pelo lado direito da rua direita”, gravada primeiramente pelo grupo Originais do Samba. Ele também assinou a autoria de “Coisinha do Pai”, música imortalizada na voz de Beth Carvalho.

A nota foi encontrada aqui.

André Midani (1932-2019)

André Midani

De acordo com o portal G1, morreu na noite de 13.06.2019 o produtor e músico André Midani:

Ele estava internado na Casa de Saúde São Vicente, na Gávea, na Zona Sul do Rio. A informação foi confirmada pelo filho dele, Phelippe.

André Midani estava internado com câncer. O velório deve ser fechado para amigos e familiares.

Ele nasceu em setembro de 1932 e tinha 86 anos. Nasceu na Síria, morou na França e chegou no Brasil em 1955, em virtude da guerra na Argélia.

Ao longo da carreira, Midani comandou grandes gravadoras e foi decisivo no lançamento da Bossa Nova no mercado nacional.

“A Bossa Nova está impregnada na música brasileira, só que cada vez mais de maneira mais sutil, o que é péssimo. Agora, o grande legado cultural da Bossa Nova foi ela ter ganho o mundo. Os Estados Unidos, o Japão, a França, a Itália, porque eles, até hoje, escutam e trabalham a Bossa Nova”, destacou Midani em entrevista no ano passado.

Trabalhou com nomes como Elis Regina, Tom Jobim, Gilberto Gil, Belchior, Hermeto Pascoal, Paulinho da Viola, Ney Matogrosso. Na década de 80, apostou em nomes do rock brasileiro como Lulu Santos, Titãs e Kid Abelha.

Em 1990, mudou-se para Nova York, onde assumiu a presidência da Warner para a América Latina. Foi considerado pela revista Billboard uma das 90 pessoas mais importantes da indústria mundial de discos.

Midani voltou ao Brasil no começo dos anos 2000. Em 2005, ele foi condecorado pelo governo francês.

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André Matos (1971-2019)

André Matos

De acordo com o portal G1, Andre Matos, ex-vocalista e um dos fundadores da banda brasileira de metal Angra:

O músico tinha 47 anos e foi vítima de um ataque cardíaco, confirmam amigos. A morte foi confirmada pelo baterista Ricardo Confessori e pelo baixista Luis Mariutti, também ex-integrantes do Angra, em uma nota assinada por toda a equipe e divulgada nas redes sociais. Os músicos estavam atualmente em uma turnê de reunião com o Shaman, banda que o vocalista assumiu após romper com o Angra em 2000.

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Mais informações em breve.

Serguei (1933-2019)

De acordo com o portal G1, o cantor Serguei morreu na manhã de 07.06.2019, no Hospital Zilda Arns, em Volta Redonda (RJ), onde estava internado. Ele tinha 85 anos:

O cantor era filho único de um executivo, Domingos Bustamante, e da dona de casa Heloísa Bustamante. Aos 12 anos foi morar com a avó materna, Lia Anderson, em Long Island, Nova York, onde participou de festivais estudantis.

Serguei

Voltou ao Brasil em 1955, mas depois retornou aos Estados Unidos onde começou sua carreira musical. Retornou ao país em 1972 indo morar em Saquarema (RJ). Foi quando começou a ficar famosa a história de que ele havia tido um affair com a cantora Janis Joplin.

Serguei e Janis Joplin

Serguei fez shows em duas edições do Rock in Rio: Rock In Rio II (1991) e Rock In Rio III (2001); fez também aparições como espectador no Rock in Rio IV e Rock in Rio V.

Evinha / Diana / Nelson Gonçalves / Serguei

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No jornal O Dia:

Serguei foi transferido para o Hospital Zilda Arns, no último dia 28 de maio. O cantor chegou à unidade com quadro grave de arritmia e insuficiência respiratória. Antes, ele estava internado no Hospital de Saquarema, na Região dos Lagos, com um leve quadro de Alzheimer.

De acordo com médicos do hospital de Volta Redonda, o quadro do músico era delicado principalmente por causa da idade e de um histórico de doenças cardíacas. Ele precisaria de um cateterismo e de uma avaliação mais detalhada.

Em nota, a Prefeitura de Saquarema lamentou, “com profundo pesar”, a morte do cantor, que morava no município. “O corpo do cantor será velado neste sábado, no plenário da Câmara Municipal de Saquarema, entre 08 e 11 da manhã, seguindo para o Cemitério de Saquarema”, informou, através de nota.

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Dr John (1941-2019)

De acordo com o site da Revista Veja, o músico Dr. John, que fez vibrar os palcos americanos e os festivais de jazz internacionais com o ritmo vodu de Nova Orleans, morreu aos 77 anos, conforme informou sua família em 06.06.2019:

O lendário pianista de blues sofreu um ataque do coração, segundo uma publicação em sua conta no Twitter.

O pianista de voz rouca abriu a música da cidade mais emblemática da Louisiana ao rock psicodélico nos anos 60 e ao funk, nos anos 70.

Dr John

Com seu funk-rock vodu, Dr. John se colocou entre os músicos mais importantes de Nova Orleans, seguindo os passos de outros mestres do piano, como Fats Domino.

Ganhador de seis prêmios Grammy, o músico que misturou o inglês ao patuá cativou o público nos maiores festivais internacionais de jazz.

“Seu modo funky de combinar estilos musicais e sua personalidade imaginativa ajudou a diversificar o som de Nova Orleans”, disse Neil Portnow, presidente da Academia de Gravação, encarregada dos Grammy.

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