Coral do Cepel: Primavera com arranjo de Crismarie Hackenberg

O Cepel apoia, há mais de uma década, o projeto Coral, no âmbito do programa Vida Saudável. O objetivo é incentivar a difusão musical e estimular o autoconhecimento, as relações interpessoais, o trabalho em equipe e um ambiente colaborativo na instituição, visando contribuir para o bem-estar e qualidade de vida no trabalho.

E mesmo durante esse período de isolamento social, o Coral do Cepel permanece ativo, com ensaios virtuais 2 vezes por semana, tendo realizado até o momento mais de 40 ensaios virtuais.

O arranjo inédito de Primavera, apresentado nesse vídeo, foi preparado de forma totalmente virtual e só foi possível com o apoio institucional, a dedicação e inteligência criativa da diretora, preparadora vocal e arranjadora Crismarie Hackenberg e o engajamento e empenho dos integrantes do Coral.

Apesar de separados fisicamente, o grupo permanece unido e focado, dando sua melhor contribuição individual para o resultado coletivo.

Esse vídeo é dedicado principalmente a todos os colaboradores do Cepel como uma mensagem de carinho do Coral nesse período de isolamento social.

MC Atrevida: Falecimento

MC Atrevida

De acordo com o jornal O Dia, a funkeira Fernanda Rodrigues, de 44 anos, conhecida como MC Atrevida, morreu após passar por uma lipoescultura em uma clínica de Vila Isabel, na Zona Norte do Rio:

O procedimento aconteceu no dia 16 de julho. Ela retirou gordura das costas para injetar nos glúteos.

De acordo com a declaração de óbito, a funkeira teve uma infecção generalizada causada por inflamação na pele. Janine Silva, amiga de Fernanda, contou que a funkeira ficou em sua casa após o procedimento e reclamou de dores. Ao entrar em contato com a clínica, foi informada por um responsável de que a situação era “normal”.

Segundo a Record TV Rio, através de um áudio, a dona da clínica informou que o médico responsável pelo procedimento pediu para que Fernanda fosse levada a um hospital para fazer um exame de sangue e identificar qual bactéria causou o problema e tomar antibióticos. Ainda segundo a dona do estabelecimento, o médico não poderia atender Fernanda porque estava internado após sofrer dois AVCs.

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A clínica

Update 03.08.2020 – Leia também:
MC Atrevida: médico presta depoimento na 20ª DP
Amiga de MC Atrevida relembra últimas palavras da funkeira: ‘Como eu sofri’

Pé na Rua: Metamorfose Ambulante em arranjo de Michael Victor

Formado em 2014 e dirigido por Michael Victor, o grupo vocal Pé na Rua, por conta do isolamento social, temporariamente não está Ambulante, mas gravou sua necessária Metamorfose com cada cantor e músico em casa, fazendo sua parte, “sobre o amor, sobre o que eu nem sei quem sou”: presencialmente ou à distância, continuamos cantando a impermanência da vida. Viva a Música Vocal.

(e assistam até o final para dar uma dose generosa de fofura à sua vida nesses tempos tão difíceis)

Renato Barros (1943-2020)

Renato Barros

Faleceu em 28.07.2020 o músico Renato Barros, de 76 anos, nome de destaque na música com o Renato e Seus Blue Caps, uma das primeiras bandas de rock do Brasil, fundada em 1960, que fez bastante sucesso nos tempos a Jovem Guarda. No site Ligado a Música:

Renato Barros, vocalista e guitarrista do Renato e Seus Blue Caps, morreu aos 76 anos. O músico estava internado em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital de Clínicas, em Jacarepaguá, Rio de Janeiro, após ter complicações em uma cirurgia cardíaca de dissecção da artéria aorta.

“Nosso amado e muito querido cantor, compositor e guitarrista não suportou tanto sofrimento e descansou!”, diz comunicado na página oficial do grupo no Facebook. “Foi tocar sua guitarra no plano superior, onde está agora ao lado de seus pais e de sua amada esposa Lúcia Helena. Siga em paz Renato, seu fãs enlutados choram a sua partida! Nossos sentimentos às filhas Érika, Renata, genro Keller, e netas Juliana e Fernanda”.

Renato e seus Blue Caps

Formada em 1960, o Renato e Seus Blue Caps foi uma das primeiras bandas de rock do Brasil, conquistando sucesso no período da Jovem Guarda. O cantor e compositor Erasmo Carlos teve uma breve participação no grupo.

A notícia foi encontrada aqui.

Renato Cosme Vieira de Barros nasceu no Rio de Janeiro em 27 de setembro de 1943, era cantor, compositor e guitarrista. No Dicionário Cravo Albin:

Nome relevante no movimento da Jovem Guarda e compositor de diversos clásicos dessa vertente, em 1959 criou o grupo Renato e Seus Blue Caps, que passou a se apresentar em bailes pela cidade. Em 1960, teve sua primeira música gravada, “Garota fenomenal”, lançada pelo grupo Os Adolescentes, acompanhados pela banda Renato e Seus Blue Caps. Em 1961, teve o “Limbo do Tra-La-La”, gravado por Reynaldo Rayol, também com acompanhamento de Renato e Seus Blue Caps. Em 1962, o conjunto Renato e Seus Blue Caps lançou com Reynaldo Rayol e Cleide Alves o LP “Twist”, que incluiu três composições suas; “Summer comes again”, “Blue caps twist” e “Bonequinha”. Em 1965, no LP “Viva a juventude”, gravado por seu conjunto, teve registradas as composições “Menina linda”, versão para “I should have known better”, de Lennon e McCartney, e logo grande sucesso e clássico da jovem guarda; “Querida Gina”; “Garota malvada”, vertsão de “I call your name”, de Lennon e McCartney; “Os costeletas”, com Getúlio Cortes e Carlinhos, e “Vera Lúcia”, com Paulo César Barros. Ainda em 1965, foi lançado o LP “Isto é Renato e Seus Blue Caps”, que incluiu suas composições “O escândalo”, versão de “Shame and scandal on the family”, de Donaldson e Brown, outro grande sucesso; “Preciso ser feliz”, com Paulo César Barros e Lilian Knapp; “Feche so olhos”, versão de “All my loving”, de Lennon e McCartney, também outro grande sucesso; “Eu sei”, versão de “I’ll be back”, de Lennon e McCartney; “Aprenda a me conquistar”, com Carlinhos e Lilian Knapp, e “Sou tão feliz”, versão de “Love me do”, de Lennon e McCartney.

Renato Barros

Em 1966 teve a música “Devo tudo a você” gravada pelo cantor Jerry Adriani, sendo, inclusive, a faixa que deu título ao LP do cantor lançado naquele ano. O mesmo cantor gravou ainda “Não me perguntem por ela”, “Triste amor”, “Uma vida inteira” e “Você quis zombar de mim”, parceria com Ed Wilson, entre outras. Ainda em 1966, a cantora Wandeléa emplacou o sucesso “Tudo morreu quando perdi você”. No mesmo ano, foi de sua autoria um dos maiores sucessos do conjunto Renato e Seus Blue Caps, “A primeira lágrima”, incluída no LP “Um embalo com Renato e Seus Blue Caps”, que incluiu ainda suas músicas “Meu bem não me quer”, versão de “My baby don’t care”, de Herring; “Sim, sou feliz”, com Paulo César Barros; “Dona do meu coração”, versão de “Run for your life”, de Lennon e McCartney, e “A garota que eu gosto”. No LP “Renato e seus Blue Caps”, de 1967, foram registradas suas músicas “A saudade que ficou”, com Ed Wilson; “Menina feia”, outro clássico da jovem guarda de sua autoria; “Um é pouco, dois é bom, três é demais”, e “Lar doce lar”, esta última, parceria com Carlinhos.

Leia mais dados sobre Renato clicando aqui.

Update 30.07.2020 – Leia também:
Renato Barros, o beatlemaníaco da jovem guarda

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Rodrigo Rodrigues (1975-2020)

Rodrigo Rodrigues

De acordo com o site do Globo Esporte, morreu aos 45 anos em 28.07.2020 o apresentador Rodrigo Rodrigues, vítima de complicações decorrentes da Covid-19. O jornalista estava internado desde o último sábado na unidade de terapia intensiva do Hospital da Unimed, no Rio de Janeiro:

A televisão brasileira está de luto. Com o bom humor característico e a competência indiscutível, Rodrigo Rodrigues deixou sua marca por onde passou. Desde janeiro de 2019 na Globo, o apresentador conquistou a confiança de todos, e diversos colegas logo se tornaram amigos também fora do ambiente de trabalho.

A morte de Rodrigo abre uma ferida que vai muito além do profissional insubstituível. Dentro e fora da Globo, dezenas de pessoas sentem a perda de um amigo. E a família chora a partida de um parente que conquistou uma legião de admiradores.

Apresentador do programa Troca de Passes, Rodrigo Rodrigues testou positivo para o novo coronavírus há pouco mais de duas semanas. Imediatamente, ele foi afastado do trabalho para que pudesse se recuperar e cumprir o isolamento em casa, com acompanhamento da equipe médica da Globo. No sábado, ele deu entrada no hospital com sintomas como vômitos, desorientação e dor de cabeça.

De acordo com o boletim médico do hospital, foi diagnosticada uma trombose venosa cerebral, e o apresentador passou por uma cirurgia na noite de domingo para aliviar a pressão intracraniana. Nesta terça, porém, ele não resistiu às complicações.

(…) Em 2001, aceitou um convite da TV Cultura para integrar a equipe do programa “Vitrine”, apresentado por Marcelo Tas. Rodrigo ficou por lá até meados de 2003 e, na sequência, teve passagem curta como repórter no SBT.

Já em 2005, mudou-se para a TV Bandeirantes e, em seguida, retornou para a TV Cultura, desta vez para ancorar o “Cultura-Meio Dia” ao lado de Maria Júlia Coutinho. Ele permaneceu na função até 2010.

Rodrigo Rodrigues

Em janeiro de 2011, Rodrigo ingressou na área de onde não sairia mais: o esporte. Assumiu a função de apresentador do “Bate-Bola”, da ESPN Brasil.

(…) Dentro e fora da televisão, Rodrigo Rodrigues tinha outra paixão que carregava desde a infância: a música. Em participação no “Domingão do Faustão” em março de 2020, ele contou que o interesse pelas artes começou cedo, com o desenho. Na sequência, veio o violão.

Em 2008, Rodrigo montou a banda “The Soundtrackers”, especializada em tocar trilhas de grandes sucessos do cinema. Guitarrista do grupo, ele dividia seu tempo entre o jornalismo e a música. Também encontrava espaço na agenda para escrever livros relacionados ao ambiente musical, como “As Aventuras da Blitz” e “Almanaque da Música Pop no Cinema”.

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Cleide Moraes: Falecimento

Cleide Moraes

De acordo com o site da revista Isto É, a cantora paraense Cleide Moraes morreu na noite de 26.07.2020 em um acidente de trânsito:

Conhecida como a “rainha da saudade”, o carro da cantora foi atingido na rodovia PA-391, a Belém-Mosqueiro, próximo do município de Santa Bárbara.

Cleide voltava de um show em Icoaraci, e estava a caminho de Mosqueiro quando teve seu veículo atingido por um carro de passeio. A cantora não resistiu aos ferimentos e morreu no local.

O velório será realizado na terça-feira (28) na sede da escola de samba Rancho Não Posso de Amofiná.

“Cleide Moraes era inigualável com sua voz e alegria. Levou seu brilho para o céu e seguirá sendo nossa eterna ‘Rainha da Saudade’. Que Deus possa confortar a dor dos familiares e amigos neste momento,” escreveu Helder Barbalho, governador do Pará, em uma rede social.

A notícia foi encontrada aqui.

No portal G1:

O corpo de Cleide Moraes foi levado durante a madrugada desta segunda-feira (27) para o Instituto Médico Legal (IML), onde deve passar por necropsia antes de ser liberado. O velório será na sede da escola de samba Rancho Não Posso de Amofiná.

Políticos paraenses, como o governador do estado, Helder Barbalho (MDB); e prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho (PSDB); além de artistas, usaram as redes sociais para homenageá-la.

“Cleide Moraes era inigualável com sua voz e alegria. Levou seu brilho para o céu e seguirá sendo nossa eterna ‘Rainha da Saudade’. Que Deus possa confortar a dor dos familiares e amigos neste momento”, escreveu Helder Barbalho em uma rede social.

“Estamos todos profundamente tristes com a notícia do falecimento da grande cantora Cleide Moraes. Uma enorme perda para a cena cultural de Belém. Aos familiares, amigos e aos fãs desta grande artista, minha irrestrita solidariedade. Que Deus a receba na luz!”, escreveu Zenaldo Coutinho.

“Belém perde a Rainha da Saudade!!! A Rainha das noites paraenses!!! Que Deus conforte os corações”, escreveu Valeria Paiva em um rede social”, lamentou Valeria Paiva, da banda Fruto Sensual.

“A Rainha se cala! Cleide Moraes. Que Deus a receba e conforte o coração de sua família e amigos!”, escreveu a cantora Hellen Patricia.

A Secretaria de Cultura do Pará (Secult) também emitiu nota lamentando a morte de Cleide Morais.

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Léo Canhoto (1936-2020)

De acordo com o site Memórias Cinematográficas, morreu na madrugada do dia 25 de julho de 2020 o cantor sertanejo Léo Canhoto, da dupla Léo Canhoto e Robertinho, ele tinha 84 anos de idade, e sua morte foi divulgada através de suas redes sociais, porém a causa não foi informada:

Leonildo Sachi nasceu em Anhumas, em 27 de abril de 1936, e fez seu nome na música sertaneja ao lado do colega Robertinho. A dupla marcou o sertanejo por quebrar o tradicionalismo caipira vigente na época, usando longos cabelos, roupas extravagantes e muitas jóias. Por causa disto receberam o apelido de “os hippies do sertanejo”. Eles também foram os primeiros do gênero a utilizarem instrumentos eletrônicos, como guitarras, em suas músicas.

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Peter Green (1946-2020)

De acordo com o UOL, Peter Green, o guitarrista e vocalista que ajudou a fundar e liderou a primeira encarnação da icônica banda Fleetwood Mac, morreu aos 73 anos:

Os advogados da família confirmaram a notícia ao The Hollywood Reporter, dizendo que a morte ocorreu por causas naturais.

Peter Green

Green fundou o Fleetwood Mac em 1967, ao lado de Mick Fleetwood (bateria) e Jeremy Spencer (guitarra). Com a adição de John McVie (baixo), eles gravaram o primeiro álbum em 1968, permanecendo nas paradas britânicas por mais de um ano.

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No Ultimate Classic Rock:

Born Peter Allen Greenbaum in London on Oct. 29, 1946, Green was earning money as a guitarist in a rock n’ roll band by the time he was 15. He gravitated towards the blues, earning himself enough of a reputation that, in 1966, he was recruited to replace Eric Clapton in John Mayall’s Bluesbreakers, whose bass player was John McVie. Mick Fleetwood, with whom he had played in a previous band, would soon become their drummer.

Green’s tenure in the Bluesbreakers lasted a year, appearing on 1967’s A Hard Road, before deciding to form a band of his own. He took Fleetwood and slide guitarist named Jeremy Spencer and named the group after a Green-penned instrumental they recorded while in Mayall’s employ, “Fleetwood Mac,” in the hopes of enticing McVie to join them. The bassist didn’t want to risk the new venture, so they picked up Bob Brunning and made their debut on Aug. 13, 1967. Shortly thereafter, McVie made the switch.

Fleetwood Mac’s 1968 debut made a splash in Britain, and Green was soon heralded as the latest, and possibly best, blues guitarist in the country thanks to singles like “Albatross,” “Oh Well” and “Black Magic Woman,” which would soon be recorded by Santana. But during a 1970 European tour, the combination of drugs and growing issues with his mental health took its toll, and he left the band in May 1970. His first solo effort, The End of the Game, arrived in late 1970.

Green continued his emotional decline and he had several spells in psychiatric hospitals and underwent electro-shock therapy. In January 1977, after his former group became global stars, he pulled a shotgun on his accountant because he didn’t want the royalty checks that he was accruing due to new interest in Fleetwood Mac’s back catalog. He was arrested and subsequently institutionalized, where he was diagnosed with schizophrenia.

In February 2020, Mick Fleetwood organized a tribute concert to Green that featured such devotees as Pete Townshend, Billy Gibbons, Steven Tyler and David Gilmour performing his songs.

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