Helena de Lima (1926-2022)

Fonte (ao lado): perfil de Marina Teixeira no Facebook.

Update 16h30 – No site da TupiFM:

O corpo da artista, que sofria do mau de Alzheimer, foi encontrado por volta das 7h. Segundo a direção da casa que abriga mais de 50 artistas na região de Jacarepaguá, Helena de Lima estava bem de saúde e não apresentava sinais de doença grave.

A informação foi dada em primeira mão durante o programa Cidinha Livre da Super Rádio Tupi. O velório está marcado para a manhã de terça-feira [17.05.2022].

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A cantora Helena de Lima nasceu no Rio de Janeiro em 17 de maio de 1926 e portanto faria 96 anos poucas horas depois de seu falecimento. Foi descoberta por César Ladeira na década de 1940, em um de seus programas na Rádio Nacional, onde a cantora se apresentou como caloura. No Wikipedia:

Em 1948, começou a trabalhar como crooner na boate Pigalle, no Rio de Janeiro.

Em 1952, gravou seu primeiro disco pela gravadora Continental. Em meados dos anos 1950, apresentava-se com freqüência em diversas boates do Rio de Janeiro e de São Paulo.

Foi contratada para o elenco da Rádio Nacional. Trabalhou ainda na TV Paulista e na Rádio e TV Record, em São Paulo. No final da década de 1950, iniciou uma parceria com o maestro Lauro Miranda. Na década de 1960 lançou vários LPs, alguns deles gravados ao vivo em “shows” na boate Cangaceiro, onde fez grande sucesso e onde se apresentava também – em dias alternados – a cantora Elizeth Cardoso. Uma de suas canções mais conhecidas é a marcha-rancho “Estão Voltando as Flores”, de Paulinho Soledade.

Atualmente vivia no Retiro dos Artistas, em Jacarepaguá.

Leia mais em
https://pt.wikipedia.org/wiki/Helena_de_Lima

Homenagem do Retiro dos Artistas:

Helena de Lima

Update 23.05.2022 – Texto de Etel Frota no GGN:

Em 17 de maio de 2017, no dia exato em que completava 91 anos, Helena de Lima comemorou o aniversário com show lotado em um piano bar no Leblon, Rio de Janeiro.

“Os tons em que ela canta hoje são os mesmos de 50 anos atrás. É impressionante”, dizia, na plateia, o jornalista, historiador e crítico musical Rodrigo Faour. “É uma ‘última de série’, tem um estilo que vai morrer com ela”.

Um ano antes o jornalista Ruy Castro estivera na festa dos 90, celebrando sua “Helena eterna”. “Com as letras na ponta da língua, ela leva as notas onde quer, sustenta-as lá no alto e só as deixa cair aos poucos e com total controle. Nunca vi igual em sua idade”.

Helena de Lima faleceu na última quarta-feira (16/5), no Rio de Janeiro, por causas naturais. Seguir sua trajetória é empreender uma viagem à noite carioca dos anos 1950 e 60. Desde sua estreia, em 1948, no programa de César Ladeira, na Rádio Nacional, pontificou nas mais prestigiosas casas noturnas da época. Cantou no Copacabana Palace, no Bacará -onde dividiu o palco com Dolores Duran-, no lendário Beco das Garrafas, nas boates Pigalle, Plaza, Acapulco e Drink.

Na plateia da Jirau, o ardoroso fã Ary Barroso era presença constante. Na icônica Oásis (um porão do edifício Ester, na Praça da República em São Paulo) protagonizou longa temporada. Durante dez anos, acompanhada do Conjunto Cangaceiro (Raul Mascarenhas, Rildo Hora, Papão e Muxiba) foi a concorridíssima atração da boate que levava o nome da banda.

Nascida em 1926, no bairro do Catete (Rio de Janeiro), filha caçula do garçom Alfredo Vítor e da dona de casa Maria Francisca, Helena nunca teve a menor dúvida de que a música seria a razão de sua vida. (…)

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