Marcelo Reis: Falecimento

De acordo com o Globo Online, morreu em 11.09.2021 em decorrência de complicações causadas pela Covid-19, o jornalista e ativista Marcelo de Jesus Reis. Candomblecista, ele foi defensor das causas de igualdade racial e grande entusiasta do carnaval, chegando a ser Rei Momo da Rio em 2005:

Marcelo era descrito pelos amigos como uma pessoa muito alegre e extrovertida. Participava ativamente da rotina do Renascença Clube, onde era querido por todos.

Marcelo Reis

Em postagem do Renascença nas redes, Marcelo foi descrito como “amante da soul music, salgueirense e militante ardoroso”. Nos comentários da publicação, muitos amigos lamentaram a perda do jornalista.

Marcelo Reis

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No Metropoles:

Há uma semana ele estava internado no Hospital Casa Evangélico, na Tijuca.

Ex-diretor Escola de Teatro Martins Pena, Marcelo era defensor das causas de igualdade racial, religiosa e grande entusiasta do carnaval.

Post da Faetec no Facebook:

Faetec informa, com profunda tristeza, a perda do ex-diretor da Escola Técnica Estadual de Teatro, Marcelo Reis. Com mais de 20 anos dedicados à fundação, o educador era conhecido por seu livre trânsito pelas unidades de carreiras artísticas. A sua trajetória na Fundação é marcada por relevantes e brilhantes atuações à frente das escolas Luis Carlos Ripper, Paulo Falcão e Martins Pena, além de ter sido responsável pela reestruturação do Teatro Abdias Nascimento, localizado no Campus da Faetec Quintino.

Formado em Jornalismo, com importantes passagens por veículos de comunicação, Marcelo Reis possuía extenso currículo profissional. Músico, bailarino, produtor cultural e ator, a sua carreira na arte e educação sempre buscou a troca de saberes e reflexões. Empenhou-se a encaminhar diversos alunos ao mercado de trabalho, para atuar em áreas como teatro, televisão e carnaval.

Amante do samba e pesquisador da área, foi diretor de escola de samba e, em 2005, eleito Rei Momo do Carnaval fluminense. Uma voz ativa na militância em defesa do movimento negro. Já foi comentarista de rádio do Carnaval do Rio de Janeiro e Mestre de Cerimônias do Governo do Estado. Um homem apaixonado pela vida, pela cultura do país e por sua religião. Sempre à disposição para ajudar, será lembrado por sua alegria e seu sorriso constante.

Em nome de toda a comunidade acadêmica, a Faetec se solidariza com familiares e amigos, que neste momento de dor e tristeza, sofrem com a despedida.

Do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do RJ:

NOTA DE PESAR PELA MORTE DO JORNALISTA MARCELO REIS

O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (SJPMRJ) lamenta a morte do jornalista e fotógrafo Marcelo Reis, 54, ocorrida neste sábado, 11/09, vítima da Covid-19. Reis trabalhou em diversas redações no Rio de Janeiro, entre elas, o Jornal dos Sports.

Marcelo Reis

Amante do carnaval, era presença constante na cobertura dos desfiles das escolas de samba cariocas e chegou a ser eleito Rei Momo do Carnaval em 2005. Ativista do movimento negro, era também músico, bailarino, produtor cultural e ator. Deixou um legado construído por 20 anos de atuação na Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec). Lá, foi diretor das Escolas Martins Pena, Luis Carlos Ripper e Paulo Falcão, além de ter sido o responsável pela reestruturação do Teatro Abdias do Nascimento, no Campus da Faetec de Quintino, na Zona Norte do Rio de Janeiro.

Marcelo Reis era também um dos parceiros da Cojira-Rio, a Comissão de Jornalistas pela Igualdade Racial do Rio de Janeiro, vinculada ao SJPMRJ.

O SJPMRJ e a Cojira-Rio se solidarizam com familiares e amigos.

Da escola de samba Estácio de Sá:

O G.R.E.S. Estácio de Sá lamenta profundamente o falecimento de Marcelo Reis.

Marcelo, além de torcedor declarado de nossa agremiação, foi Rei Momo em 2005 e, também, já foi nosso assessor de imprensa.

A família estaciana se solidariza com a família e amigos.

Siga em paz, Marcelo!

Da Escola de Teatro Martins Penna: