Armando Manzanero (1935-2020)

Armando Manzanero

De acordo com o site da revista Isto É, o compositor mexicano Armando Manzanero, ícone do bolero, faleceu aos 85 anos em 28.12.2020:

Ele morreu no hospital onde se encontrava internado por covid-19 em estado grave – anunciou o presidente Andrés Manuel López Obrador.

“É algo muito triste, Don Armando Manzanero, um grande compositor, do melhor do país, além de um homem sensível também no social. Lamento muito seu falecimento”, disse o presidente, em sua habitual entrevista coletiva matinal.

Depois de exibir um vídeo de Manzanero interpretando “Adoro”, López Obrador antecipou o fim da coletiva, visivelmente emocionado.

O prolífico compositor faleceu de uma parada cardíaca na madrugada desta segunda, após ter sido internado por covid-19, confirmou seu agente à AFP.

O artista foi internado em 17 de dezembro, após testar positivo para o novo coronavírus e apresentar tosse e baixa oxigenação. Seis dias depois, foi intubado para receber suporte de ventilação mecânica “com pleno consentimento”, ainda conforme seus agentes.

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No Wikipedia:

Em 1965, venceu o Festival de la Canción em Miami com a canção “Cuando estoy contigo”. Foi agraciado com o Prêmio Grammy de Contribuição em Vida em 2014.

Suas composições são interpretadas por cantores com fama internacional como Frank Sinatra, Tony Bennett, Elvis Presley, Franck Pourcel, Paul Mauriat, Ray Conniff, Manoella Torres, Marco Antonio Muñiz, Edith Márquez, Raphael, Moncho, José José, El Tri, Andrea Bocelli, Andrés Calamaro, Christina Aguilera, Pasión Vega, Eydie Gormé, Roberto Carlos e Luis Miguel.

No site Letras:

Armando Manzanero nasceu na cidade de Mérida, Yucatán. Iniciou seus estudos de música aos 8 anos de idade, na Escola de Belas Artes de Mérida, completando sua formação musical na Cidade do México com Rafael de Paz e José Sabre Marroquín. Começa sua profissão como pianista em 1951. Em 1957 muda-se definitivamente para a Cidade do México como promotor musical da EMMI e como diretor musical da CBS Internacional, onde produz discos para diversos artistas como La Sonora Santanera e Sonia López. Converte-se em um pianista de grandes artistas como Pedro Vargas, Lucho Gatica, Carmela e Rafael, Luis, Demetrio e Daniel Riolobos, entre outros. Sua primeira canção “Nunca en el Mundo” data de 1950, com a qual se realizaram 21 versões em vários países. Em 1957, Boby Capo grava “Llorando Estoy”, e ao mesmo tempo, Lucho Gatica faz o mesmo com uma de suas mais conhecidas canções, “Voy a apagar la luz”. Com estas melodias começa a ser reconhecido como compositor internacional. Em 1959, com o apoio de Rafael de Paz, grava seu primeiro disco com melodias de sua autoria. No início da década de 60 conhece a cantora Angélica María, com quem produz vários discos e músicas para o cinema.

1977, com Roberto Carlos:

Esta foi imortalizada por Elis Regina em versão brasileira: