Lee Konitz (1927-2020)

Lee Konitz

De acordo com o Globo Online, Lee Konitz, mestre da improvisação moderna do jazz, morreu em 15.04.2020 em Nova York. Ele tinha 92 anos e era considerado o mais influente solista de saxofone alto depois de Charlie Parker:

Seu filho, Josh Konitz, disse que a causa foi uma pneumonia relacionada à Covid-19.

Lee Konitz é um dos poucos que se revelaram no período efervescente do bebop sem ser tão influenciado por Charlie Parker. Discípulo do pianista Lennie Tristano, ele seguiu as linhas do mestre, expandindo os horizontes harmônicos do gênero. Konitz, que começou na Orquestra de Claude Tornhill, em 1947, participou das célebres sessões “The birth of the cool”, lideradas por Miles Davis, e tocou com Stan Kenton. Mais tarde, liderou seus conjuntos, entre os quais um noneto que passou à história do jazz pela ousadia dos seus arranjos arrojados.

Ao longo da carreira, o músico participou de mais de 150 discos.

– Sinto-me contente mesmo em tocar jazz sem qualquer esquema prévio – disse ele ao GLOBO em 1997, quando se apresentou no Free Jazz Festival (ele voltaria a tocar no país um par de vezes no século XXI).

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No site Radio Latina:

Mestre na improvisação, Lee Konitz é descrito pelos media como um dos responsáveis pelo “cool jazz”, sonoridade que tocou aquele género musical a partir das décadas de 1950 e 1960.

Tocou com Charles Mingus, Ornette Coleman, Dizzie Gillespie, Charlie Haden ou Brad Mehldau e era conhecido por se entrosar sobretudo com músicos de gerações mais novas.

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