Loalwa Braz (1953-2017)

Loalwa Braz

Loalwa Braz

De acordo com o portal G1, a cantora Loalwa Braz Vieira, ícone da lambada e famosa pelo hit “Chorando se foi”, morreu em Saquarema, na Região dos Lagos do Rio:

O corpo dela foi encontrado dentro de um carro incendiado na manhã de 19.01.2017. Segundo a polícia, homens invadiram a pousada de Loalwa, de 63 anos, onde ela também morava, e a colocaram no carro onde o corpo foi encontrado, na Estrada da Barreira, no Distrito de Bacaxá. A 124ª Delegacia de Polícia investiga o caso.

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Mauro Ferreira fala sobre a cantora:

Pelo primeiro nome, Loalwa Braz Vieira (3 de junho de 1953 – 19 de janeiro de 2017) nem parecia ser carioca. Mas a cantora que o Brasil inteiro ouviu em 1989 nasceu mesmo na cidade do Rio de Janeiro (RJ). E foi no município fluminense de Saquarena (RJ) que saiu tragicamente de cena na madrugada de hoje, aos 63 anos, para ficar na história da música brasileira por conta de momento fugaz de sucesso. Loalwa, a rigor, foi cantora de somente um hit, Chorando se foi, gravada no período em que foi vocalista do grupo franco-brasileiro Kaoma.

Loalwa foi a voz do Kaoma de 1988 a 1999, período em que propagou a lambada no Brasil e no mundo. Promovida pelo Kaoma em 1989, ano em que a lambada era um dos ritmos preferenciais da indústria fonográfica do Brasil, a gravação de Chorando se foi adquiriu caráter histórico pelo sucesso superlativo. A música é versão de Llorando se fue, canção de ritmo andino composta por Chico de Oliveira e Gonzalo Hermosa-Gonzales, tendo sido lançada em disco em 1981 pelo grupo boliviano Los Kjarkas. A música tinha tudo para ficar restrita ao universo musical boliviano se não tivesse sido gravada pelo grupo Kaoma, com o autoexplicativo título de Lambada, no primeiro álbum da banda, World beat, lançado no fim de 1988.

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Update 10.03.2017 – Sobre o sepultamento:

O irmão da cantora disse que o resultado da identificação, que foi obtido pelo Instituto de Genética Forense, no Rio de Janeiro, saiu no dia 22 de fevereiro, mas só chegou à Saquarema na terça (7), ficando pendente apenas a autorização judicial.

Desde o dia do crime, a família da cantora lutava para conseguir a identificação formal pelas autoridades, condição necessária para o traslado do corpo para outro estado.
A demora para a retirada do material genético do corpo de Loalwa, ocorreu pela falta de nitrogênio líquido, reagente usado no exame. A família já havia reclamado da falta do reagente e da dificuldade em liberar o corpo.

Loalwa Braz foi assassinada no dia 19 de janeiro.O corpo dela foi encontrado carbonizado no porta-malas do próprio carro, que tinha sido levado por dois assaltantes. Três suspeitos de envolvimento na morte foram presos e autuados pelo crime de latrocínio, cuja pena máxima é de 30 anos.

Eles foram levados para o Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu (RJ). Um deles era funcionário na pousada onde Loalwa era dona e morava.

O delegado Leonardo Macharet disse que foram levados cerca de R$ 15 mil, louças, discos da cantora e porcelana.

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