GRÁTIS – Festival Mimo 2016 em Paraty – 16.10.2016

O MIMO Festival ocupa Paraty entre os dias 14 e 16 de outubro de 2016, com programação que contempla concertos, workshops dos músicos participantes do evento na Etapa Educativa, palestras no Fórum de Ideias, 27 filmes inéditos em circuito no Festival MIMO de Cinema e a Chuva de Poesia.

Visite o site:
http://mimofestival.com

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MESSIAS BRITTO (SP) – ARTISTA PRÊMIO MIMO INSTRUMENTAL
16 OUT (DOM)
Paraty · 11H
Igreja do Rosário

Foi no sertão da Bahia, onde nasceu, que o cavaquinista ouviu pela primeira vez o mestre Waldir Azevedo. Encantou-se com o choro e, aos 14, formou o grupo Os Chorões do Cumbe. Mais tarde, a convite do Clube do Choro da Bahia, mudou-se para Salvador. Integrante do Grupo Mandaia e do Quarteto Aeromosca, foi morar em São Paulo aos 19. Unindo com criatividade o tradicional ao moderno, promove o diálogo do cavaquinho com o piano, pandeiro e do violão 7 cordas, em arranjos originais, reunidos no CD “Baianato”, que mostrará no MIMO.

CCOMA
16 OUT (DOM)
Paraty · 17H30
Palco Praça da Matriz

O duo de jazz étnico e eletrônico de Caxias do Sul, formado há 11 anos pelo baterista e produtor Luciano Balen e o trompetista Roberto Scopel, volta ao MIMO Festival para apresentar o quarto álbum de carreira, “Subtropical temperado”, recém-lançado pelo selo Natura Musical. Atração do MIMO Olinda em 2012 e vencedora do Prêmio da Música Brasileira de 2013, na categoria “melhor álbum eletrônico”, por “Peregrino”, a dupla turbina a sua sonoridade ao adicionar a voz de Etiene Nadine e o baixo de Rafael de Boni no CD que revisita os timbres do final dos anos 1970 e início dos 1980. “Aprendendo a jogar”, música de Guilherme Arantes e sucesso de Elis Regina, ganha nova roupagem no disco que traz o bugio dos Irmãos Bertussi, “O casamento de Doralícia”, cúmbia, bolero, funk carioca e afrobeat.

HAMILTON DE HOLANDA E O BAILE DO ALMEIDINHA
16 OUT (DOM)
Paraty · 21H30
Palco Praça da Matriz

Realizado há quatro anos para um público superior a 60 mil pessoas, a ideia da festa surgiu do desejo de reviver as inesquecíveis Domingueiras Voadoras, que o Circo Voador, na Lapa, promovia aos domingos com enorme sucesso, ao som de Paulo Moura e a Orquestra Tabajara. Entusiasmado, o ás do bandolim de 10 cordas Hamilton de Holanda chamou amigos músicos para participar da nova versão do evento, que acontece uma vez por mês e conta com a participação de grandes artistas. A cada edição, o público dança e canta em coro com Hamilton e a banda Magnífica. No repertório, estão sucessos de Chico Buarque, Pixinguinha, Paulinho da Viola e do próprio Hamilton.

Waleska (1941-2016)

Waleska

Waleska

De acordo com o Globo Online, a cantora e compositora Waleska, conhcecida como a “rainha da fossa”, morreu em 14.10.2016 aos 75 anos:

Ela sofria de câncer no pâncreas havia três anos e estava internada na Clínica São Carlos, no Humaitá, Zona Sul do Rio, desde a semana passada. Seu apelido lhe foi dado por Vinicius de Moraes, já que ela “sempre tinha a canção certa para a dor exata”, como o próprio poetinha costumava dizer.

Com mais de 20 álbuns, Waleska gravou canções de grandes nomes como Tom Jobim, Ary Barroso, Cartola, e é considerada uma das mais fiéis intérpretes românticas da MPB. Mesmo debilitada pela doença, subiu ao palco pela última vez em março, no Little Club, no Beco das Garrafas, em Copacabana.

Nascida Maria da Paz Gomes, no Espírito Santo, adotou o nome artístico de Maria Waleska ainda na década de 1960. Começou na carreira se apresentando na rádio Inconfidência e na TV Itacolomy, em Belo Horizonte, ao lado de Clara Nunes e de Milton Nascimento.

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Texto de Mauro Ferreira sobre a cantora:

“Waleska tem a canção certa para a dor exata. Ela é a Rainha da Fossa”, sentenciou o poeta e compositor carioca Vinicius de Moraes (1913 – 1980) com sensibilidade aguçada. De fato, a cantora capixaba Maria da Paz Gomes (29 de setembro de 1941 – 14 de outubro de 2016) reinou nas décadas de 1960 e 1970 como a voz das músicas de fossa, já com o nome artístico que lhe projetaria em escala nacional.

(…) Waleska lançou álbuns regularmente até 1981. A partir dos anos 1980, a discografia da cantora foi ficando mais espaçada. Mas Waleska independia de discos para sobreviver no mundo da música. Reinava soberana no escurinho de uma boate, com uma canção de fossa – a canção certa, como disse o poeta – que reverberava nos corações magoados do público leal da cantora.

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