Matéria sobre o Clube Caiubi no Jornal do Commercio de 12.01.2015

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Link para a matéria completasobre o Clube Caiubi no Jornal do Commercio de 12.01.2015:

http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cultura/noticia/2015/01/12/caiubi-um-clube-de-autores-que-aprendeu-a-lidar-com-a-crise-163841.php

Um trecho:

Na última década, compositores ligados ao Caiubi têm vencido vários deles. Sonekka comentou sobre estas participações e a importância dos certames: “Se for levar de maneira estrita, as vitórias do pessoal do Caiubi seria por causa do volume de gente que se considera do clube. Na realidade é que o núcleo criativo central e mais antigo do Caiubi raramente fica de fora de premiações. Posso falar por mim mesmo. Ao ganhar o Fampop de Avaré, fui parar no CD da Luiza Possi. Até dividi palco com ela. É vitrine de qualidade. O lance de festivais só cresce, porque é uma maneira relativamente fácil de atrair verba pra cultura. O festival de Avaré tem 32 anos, o de Ilha Solteira fez 40. Pelo de Avaré passaram Chico César, Lenine, Zeca Baleiro e Jorge Vercilo.”

No último festival da TV Cultura, a música Classe média, do caiubista Max Gonzaga, foi a favorita do público e seu vídeo virou viral na internet. No Fampop (o festejadíssimo Festival de Avaré) deste ano, os principais prêmios ficaram com caiubistas. O primeiro lugar foi de Bárbara Rodrix, o segundo Fábio Adore e o terceiro Alexandre Lemos. Levaram também o prêmio de melhor letra, Fernando Cavalliere e Sonekka. Este, em parceria com Zé Edu Camargo, venceu o Fampop de dois anos atrás. Em outros festivais aconteceu o mesmo. Com a vitória de caiubistas como Ziza Padilha (Pará), Zé Alexandre (Rio), a dupla Apá Silvino e Gilvandro filho, ganhando respectivamente em Belém (PA), Rio e em Fortaleza (CE).

O citado jornalista Gilvandro Filho é um bom exemplo do papel do Caiubi em revelar vocações. Recomeçou a compor na M-Música e no Caiubi. Hoje, com mais de 20 parcerias, já tem cerca de 300 canções. “Fiz músicas com mais de 20 parceiros. Alguns viraram amigos e eu ainda nem os conheço pessoalmente, como o pantaneiro Eduardo Franco. Os mais constantes são Apá Silvino, Sonekka, Tavito, o mato-grossense Gilson Espíndola, o paraense Ziza Padilha, o curitibano Iso Fischer e a pernambucana Adriana B”, conta Gilvandro que tem 30 músicas gravadas. Há três anos, ele ganhou, com Apá Silvino, o I Festival de Música Brasileira do Ceará, com a canção Janela aberta. Para o pernambucano e tantos outros autores de várias regiões da federação, trocadilho à parte, o Caiubi foi uma janela aberta para criar uma música que, de outra maneira, provavelmente, teria ficado restrita a parentes e amigos próximos.

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