GRÁTIS – Escola de Música da UFRJ – 26.04.2012

Camerata Sul Tasto.

Programa:
– Bach: Concerto para oboé e violino em ré menor BWV. 1060.
– Telemann: Concerto para viola em Sol maior TWV. 51:G9.
– Vivaldi: Concerto para quatro violinos e violoncelo em Ré maior RV. 549.
– Bach: Concerto de Brandenburgo N.3 em Sol maior BWV. 1048.

Escola de Música da UFRJ / Salão Leopoldo Miguez
Rua do Passeio, 98 – Centro. Tel.: (21) 2240-1391/ 2532-4649.
Quinta, 26 de Abril de 2012, às 19:00. Grátis.

GRÁTIS – Movimento Artístico Lucia Branco – 26.04.2012

Coro de câmara da Real Sociedade Clube Ginástico Português. Alfredo Duarte, regente.

Programa:
– Victoria: Ave Maria.
– Josquin dés Prés: El grillo.
– Aichinger: Regina Coeli.
– Malotte: The lord’s prayer.
– Garvarentz: Ave Maria.
– Schumann: Zigeunerleben.

Conservatório Brasileiro de Música / Auditório Lorenzo Fernândez
Av. Graça Aranha, 57/ 12º andar – Centro. Tel.: (21) 3478-7600.
Quinta, 26 de Abril de 2012, às 17:30. Grátis.

Dicró (1946-2012)

Dicró

Dicró

O cantor Dicró (Carlos Roberto de Oliveira), nascido em 14 de fevereiro de 1946, em Mesquita, RJ, morreu na noite desta quarta-feira [25.04.2012] aos 66 anos em um hospital de Magé, na Baixada Fluminense. O compositor sofria de diabetes e de insuficiência renal, segundo o portal G1:

Depois de uma sessão de hemodiálise, ele passou mal em sua residência e foi levado para o hospital, onde sofreu um infarto e não resistiu.

Dicró era conhecido por compor sambas bem-humorados, recheados de sátira e brincadeiras com as sogras. Na década de 1990, formou parceria com os sambistas Moreira da Silva e Bezerra da Silva, encontro que resultou no álbum ‘Os 3 malandros in concert’.

No Wikipedia:

Dicró cresceu na favela do bairro de Jacutinga, na cidade de Mesquita. Desde cedo frequentava as rodas de samba organizadas por sua mãe em seu próprio terreiro. Eventualmente tornou-se compositor, integrando a ala da Beija-Flor de Nilópolis e da Grande Rio, em Caxias.

É dessa época o surgimento do apelido Dicró. De acordo com o poeta Sérgio Fonseca, os sambas da autoria de Carlos Roberto eram impressos com as iniciais de seu nome, “CRO”. Com o tempo, a pronúncia e os erros tipográficos, o “De CRO” mudou para “Di CRO”, para no fim se tornar “DICRÓ”.

Em 1991, estreou como dramaturgo com o texto “O dia em que eu morri”. Durante o governo de Anthony Garotinho no Rio de Janeiro, foi um dos principais incentivadores da criação do Piscinão de Ramos. Compôs diversas músicas para o projeto, passando a ser considerado “Prefeito do Piscinão”. Manteve um trailer no local, que se tornou ponto de encontro de sambistas e grupos de pagode.

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