Marcelo Caldi – 31.03.2012

Depois do sucesso da estreia na Sala Funarte Sidney Müller, Marcelo Caldi sobe novamente ao palco para festejar – na sanfona e no piano – o centenário de nascimento de Luiz Gonzaga, mostrando o lado carioca do rei do baião.:

O show está marcado para sábado, 31 de março, às 19h30, no Centro Municipal de Referência da Música Carioca, na Tijuca. Os ingressos custam R$ 1,00 e devem ser retirados uma hora antes na bilheteria.

Além de sucessos como “Asa Branca” e “Forró no Escuro”, o jovem compositor e instrumentista apresenta um repertório de choros compostos e gravados por Gonzagão na década de 1940, um material ainda pouco conhecido mas que revela a proximidade e o diálogo entre os gêneros carioca e nordestino. “Dá pra sentir o baião despontando nesses choros”, revela Marcelo.

Em homenagem à sanfona brasileira de inspiração nordestina, o espetáculo mostra ainda os choros de dois grandes discípulos de Gonzagão: Dominguinhos, em “Princesinha no Choro”, e Sivuca, em “Cada um Torce como Pode”.

31 de março de 2012, às 19h30, R$ 1

Ederaldo Gentil (1947-2012)

Ederaldo Gentil

Ederaldo Gentil

Morreu nesta sexta-feira [30.03.2012], aos 68 anos, devido a falência múltipla dos órgãos, o sambista Ederaldo Gentil:

Cantor e compositor da geração mais talentosa do samba baiano, Ederaldo Gentil nasceu no dia 7 de setembro de 1943. Ao lado de nomes como Edil Pacheco e Batatinha se notabilizou como um dos maiores sambistas da Bahia. Gravado por Clara Nunes, o maior sucesso de Ederaldo foi o poético samba “O Ouro E A Madeira”, que trazia a letra “O ouro afunda no mar, madeira fica por cima, ostra nasce do lodo, gerando pérolas finas”. O enterro está marcado para este sábado (31), às 16 horas, no Cemitério do Campo Santo.

Antes de se enveredar pela música teve uma rápida passagem pelo mundo da bola, atuando como meia-esquerda no Esporte Clube Guarany, onde fazia dupla com o ex-jogador André Catimba (que mais tarde fez história no Esporte Clube Vitória). Consta que Ederaldo Gentil chegou também a treinar no Vitória. Foi na música, no entanto, que acançou seu primor profissional.

Lançou cinco discos, entre álbuns de carreira e coletâneas, com apenas dois deles sendo editados em CD, além de um compacto simples. A estreia foi o compacto simples “Triste samba/O ouro e a madeira”, lançado em 1973 pela Chanteclair, no qual apresentou o maior sucesso da carreira. Em 1975, também pela Chanteclair, lançaria o primeiro disco “Samba, Canto Livre de um Povo”, que também trazia a clássica “O Ouro E A Madeira.

Leia mais no site Correio da Bahia, clicando aqui.

Ficha do músico no Dicionário Cravo Albin:
http://www.dicionariompb.com.br/ederaldo-gentil

GRÁTIS – Lançamento de livro – 31.03.2012

Lançamento do livro da pesquisadora musicóloga, Ermelinda Paz, “Edino Krieger – Crítico Produtor Musical e Compositor”.

Programa: Orquestra Sinfônica de Barra Mansa. Vantoil Souza, regente.

Escola de Música da UFRJ / Salão Leopoldo Miguez
Rua do Passeio, 98 – Centro. Tel.: (21) 2240-1391.
Sábado, 31 de Março de 2012, às 18:30. Grátis.

GRÁTIS – Carlos Malta – 31.03.2012

Primeiro convidado da série Sesi Jazz In Festival, que promoverá cinco apresentações ao ar livre no Parque dos Patins, na Lagoa. Com quase quarenta anos de carreira, Malta presta homenagem à sua grande fonte de inspiração, Elis Regina, com músicas do disco Pimenta, dedicado à cantora. Em releituras jazzísticas, ele passeia por temas consagrados na voz da Pimentinha, como Aquarela do Brasil, Nada Será Como Antes, Águas de Março, O Bêbado e O Equilibrista e Chovendo na Roseira. Livre.

Espaço Victor Assis Brasil (Parque dos Patins)
Avenida Borges de Medeiros, s/nº, Lagoa, 2511-5947.
Sábado (31), 18h. Grátis (200 lugares).